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Com a FITUR a decorrer Madrid, a grande feira de turismo da península, as notícias do mercado português que surgem na imprensa relacionam-se com Espanha.

A TAP quer transportar 863 mil passageiros para o país vizinho. Para isso pretende combater os voos de companhias baixo custo pela “fidelização das empresas, com bons preços e facilidades acrescidas”, afirma Maria Victória William, directora-geral da TAP para Espanha.

Actualmente as “low cost” têm 70 movimentos semanais entre Portugal e Espanha. A partir da Primavera a companhia de bandeira nacional vai ter 200.

Fonte: Jornal de Negócios


    6 Responses to “Movimentos “low cost” ibéricos alvos da TAP”

    1. 1 Redux

      O único problema é que a TAP têm um modelo de negócio tradicional, com muitas despesas “supérfluas”, ao contrário das lowcosts. Resumindo: Continua a não ser competição com lowcosts.

      • 2 D. Rodrigues

        “facilidades acrescidas” na óptica da Tap devem ser as seguintes:

        - filas intermináveis de check-in
        - embarques atrasados
        - média considerável de atraso por voo
        - espera interminável pela bagagem à chegada (não sendo um serviço prestado pela Tap é prestado por uma empresa participada e contratada pela Tap, logo a Tap é a responsável)

        Se são estas contínuas “facilidades acrescidas” que a Tap se propõe continuar a oferecer aos passageiros, quero ver quando e se a vueling, easyjet, ryanair, clickair aumentarem o número de voos como vai ser…

        • 3 D. Rodrigues

          Depois, a Sra. D. Maria Victória William devia ver melhor as contas dela porque, fazendo alguma pesquisa que transcrevo em seguida (tendo em linha de conta a semana de 3Fev a 9Fev - Domingo a Sábado):

          Ryanair: Porto-Gerona: 10 voos semanais
          Ryanair: Porto-Madrid: 7 voos semanais
          Ryanair: Porto-Valência: 4 voos semanais
          Clickair: Porto-Barcelona: 7 voos semanais
          Airberlin: Porto-Palma de Maiorca: 7 voos semanais
          Clickair: LIsboa-Barcelona: 14 voos semanais
          Airberlin/Flyniki: Lisboa-Palma de Maiorca: 11 voos semanais
          Vueling: Lisboa-Madrid: 15 voos semanais
          Vueling: Lisboa-Barcelona: 13 voos semanais
          Easyjet: Lisboa-Madrid: 7 voos semanais
          Airberlin: Faro-Palma de Maiorca: 10 voos semanais

          Segundo as minhas contas 10 7 4 7 7 14 11 15 13 7 10 = 105
          uma realidade um bocadinho distante (50%) do que diz a Sra. Maria Victória William (a não ser que ou Porto ou Lisboa ou Faro não sejam Portugal e/ou Gerona ou Madrid ou Valência ou Barcelona ou Palma de Maiorca não sejam Espanha).

          Alguém tem o e-mail desta Sra. Maria Victória William para lhe mandar uns cálculos?

          Em vez de se preocupar com o que as “low cost” fazem deviam eram preocupar-se com os preços e com a média de atrasos verificados na “companhia de bandeira nacional”.

          • 4 Miguel Teixeira

            A calculadora dela não tava a funcionar muito bem, so sabe mesmo conferir o ordenado ao fim do mês que não deve ser pouco…e aposto que voa low cost às escondidas…

            • 5 Rui

              Acredito é que ela possivelmente nem sabe como é que a TAP ainda voa!

              Como referi no caso da “Carla Bruni”, em post posterior do Sérgio, as contas estão cada vez mais complicadas para os operadores aéreos, o que vai obrigar a opções quanto às rotas a operar.

              Caso a TAP vá operar para as 200, e não se verifiquem taxas de ocupação aceitáveis, seria interessante saber que vai arcar com os prejuizos.

              Será o cliente, ou o contribuinte?

              A sério, existem coisas que me deixam curioso, mas como estou nisto para aprender com os mestre, remeto à minha condição de aprendiz de feiticeiro e aguardando um passe de mágica calmamente aguardo as novidades na matéria.

              Rui

              • 6 D. Rodrigues

                TAP foi a menos pontual e perdeu mais bagagem
                JORNAL DA MADEIRA - A TAP foi a companhia que mais atrasos registou e a que perdeu mais bagagem durante o ano de 2007, segundo um estudo divulgado pela Associação de Companhias Aéreas Europeias (AEA).

                O estudo, e já disponível no “site” da AEA - Association European Airlines, coloca a TAP no fim da tabela com apenas 59,5 por cento de chegadas e 62,5 por cento de partidas pontuais.

                No topo da tabela está a luxemburguesa Luxair, com 86,8 por cento de chegadas e 88,1 por cento de partidas no horário previsto, sendo que holandesa KLM ocupa o segundo lugar (84,9 e 80,5 por cento, respectivamente) e a Air France o sétimo lugar (82,1 e 81,5 por cento).

                Segundo o estudo da AEA, que envolveu 28 companhias europeias, a mítica pontualidade britânica também deixa a desejar, dado que a British Airways está em 25º lugar, com 64,7 por cento de chegadas pontuais e 67,5 por cento de partidas.

                No que respeita à perda de bagagens, o estudo da associação europeia abarca apenas 26 companhias aéreas, sendo que a TAP está novamente no pior lugar - o 26º - com uma taxa de 27,8 extravios de malas em cada mil passageiros.

                A Air Malta e a Turkish Airlines dividem o primeiro lugar desta tabela, com 4,5 perdas de bagagem por mil passageiros. A média das 26 companhias da AEA é de 16,6 perdas por mil passageiros.

                Este é, sem dúvida, um estudo nada lisonjeiro para a TAP e que vem dar razão às muitas críticas que têm sido feitas nos últimos tempos ao serviço prestado pela transportadora aérea portuguesa, nomeadamente no que se refere às ligações aéreas com a Madeira, onde os atrasos nos voos e extravio de bagagens são comuns.

                Todavia, em estatísticas referentes a Outubro-Dezembro de 2007, a AEA refere que a TAP está a melhorar o seu desempenho, com melhoria sistemática da companhia, nos últimos três meses do ano passado, nos indicadores de pontualidade da sua operação e de extravio de bagagens.

                Assim, quanto à perda de bagagem, a TAP trocou a posição nos últimos três meses do ano com a British Airways, passando a ocupar a 25.ª posição, e no que se refere à pontualidade deixou o último lugar (28.º) para subir para a 26.ª posição.

                A TAP admite que terminou o ano numa posição ainda distante dos seus objectivos, pese embora sublinhe que algumas dificuldades surjam em consequência de factores, como as “dificuldades resultantes das deficientes condições de operação do Aeroporto de Lisboa” e os “problemas com a GroundForce, operador de handling que lhe presta assistência”, que fizeram com que a TAP tivesse aparecido durante vários meses no último lugar das estatísticas da referida associação. A companhia destaca ainda sa criação de um serviço interno para tratar esta matéria, assim como o esforço e coordenação conjunta da TAP, da ANA, da GroundForce e ainda do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

                VIVA A TAP! HIP HIP HURRA! HIP HIP HURRA! HIP HIP HURRA!

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