Fernando Pinto, presidente da TAP, deu hoje uma extensa entrevista à agência Lusa, onde, entre outros assuntos, apraza para 2012 a sua saída da companhia nacional.

Resume o seu percurso numa frase onde as companhias low cost têm lugar adjectivado:
“Na realidade não se tem sorte quando se enfrenta o 11 de Setembro, a gripe, a guerra, duas crises de petróleo, mais uma gripe, ataques de low cost, enfim, tudo o que é possível”.
Não é a primeira nem a última vez que o presidente da TAP opina sobre low cost em Portugal. A 31 de Janeiro, revelava que foi um desafio reagir ao avanço de 30 companhias deste segmento.
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Pois pois, quando tiver deixado a companhia na mais completa banca rota e sem possibilidades de retoma então dá à soleta e quem cá ficar que se amanhe… Típico nos dias que correm!
Mais uma greve dos pilotos da TAP, como é que se pode ter tarifas baixas com estes mamões? ja não ha pachorra, são os próprios empregados da TAP que vão arruinar a companhia
vão mas é trabalhar, que já ganham pouco mal
Gripe, preço do combustível, GREVES, greves e mais greves…
As outras companhias também passaram pelo mesmo
Ataque das lowcost´s????? não percebi esta.
São desculpas de mau perdedor. Todas as companhias aéreas enfrentaram esses problemas e muitas das que não são low cost sabem que os voos de curta duração não têm futuro por causa das low cost.
Eu prefiro voar com a Ryanair apesar do serviço não ser tão requintado. Leva-me ao destino por um preço muito menor.
As companhias com má gestão têm mais prejuizos e não é surpresa.