Obras de primeira fase de Beja quase concluidas
Publicado a 14 Maio 2008 13:40 por Sérgio Bastos em Aeroportos, Beja, Companhias Aéreas, Portugal.“As obras da primeira empreitada estão quase a terminar. Deverão estar concluídas no início do próximo mês”, refere o Presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queirós.
Estas obras remetem para a construção da placa de estacionamento, das áreas operacionais e das estradas de ligação à pista da Base Aérea nº 11. A segunda empreitada, que inclui a construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios (serviços, bombeiros, material de placa e portaria), devem arrancar no segundo semestre, mas não há data para o início de obras.
O início funcionamento do aeroporto, que estava previsto começar em fins de 2008, poderá ser adiado.
Segundo o presidente José Queirós, as “low-cost” que operam em mercados como os de Inglaterra, Irlanda, França, Alemanha e outros países europeus são os principais alvos da EDAB.
Fonte: Lusa



Ora aqui está uma matéria que merece o interesse de todos.
Beja - O aeroporto Internacional de Beja.
Por aquilo que se tem lido nos jornais de ontem (20.05) e hoje (21.05) a TAP encontra-se em sérias dificuldades envolvendo o despedimento de pessoal. Coisa que em portugal dada a “nossa” cultura, só é “activada” em último recurso.
Como se disse ainda há tempos, a sobrevivência da TAp dependia em parte do facto de tirar as Low Cost da Portela.
Pelos vistos, e fazendo fé nas declaração do Estebes Queirós ainda há poucos tempos, a “noiva” Rya já estava no altar à espera do noivo EDAB. Quem lia as “boas novas” até parecia que a coisa estava mesmo, mesmo, mesmo,…., o copo de água já devia de estar encomendado e tudo.
Por aquilo que são as declarações do F. Pinto, pelos visto (pelos vistos) o namoro com a Rya não deu em nada, ou seja não conseguiram aliciar (seduzir) a Rya para ir para Beja, ou seja, a Rya prefere Badajoz.
Não indo a Rya para Beja, assim como as outras Low Cost que operam para na Portela, tal só poderá significar que Beja foi um flop em termos comerciais, valendo apenas pelas obras de construção civil, e não pelo fim a que teoricamente se destinava.
Alega-se agora que é preciso definir um novo conceito de negócio. Pois, já se está a encomendar mais um estudo ao Augusto Mateus & Amigos Consultores, os quais foram o suporte para a brilhante edificação realizada em Beja, ainda há algum tempo aqui referida como a “Estratégia do Carapau”.
Pois é, e a TAP tem como reserva ainda para a sobrevivência no seu principal HUB (Portela) que o HUB no Porto (nunca o foi a não ser de perda) que se retire as Low Cost para outro aeroporto alternativo à Portela.
Estamos pois a falar do Montijo (Base Aérea do Montijo). O problema do Montijo, é que fica em cheque Alcochete, pois do Montijo, as Low Cost e outras companhias de Bandeira que não as do Grupo StarAliance vão querer sair de lá pelas mais taxas taxas praticadas (dado ser uma eroporto se, luxos).
A coisa está fantástica, para não dizer “triste”. O pessoal da TAP precisa que se retire as Low Cost da Portela, que se faça uma reestruturação da TAP em TAP europa, TAp àfrica e TAP América, que se consiga interessar parceiros para este negócio caso contrário dinheiros para pagar indemnizações só o haverá logo a partir do verão deste ano.
A
Rui.
PS. Ainda recordo um seminário organizado peloa Diário Económico em que um responsável da TAP alegou que a TAP era a campeã do aumento de oferta em Pedras Rubras. De facto é uma campeão,…, imagino o que a Maribel Rodriguez deve ter pensado do rapaz: “Hombre no estás bien de la cabecita”. E de facto estava,…, mas a fazer harakiri,…, e ele e não só,…., os 8.000 igualmente.