A Sama, companhia low cost com base em Riad na Arábia Saudita, suspendeu operações na semana passada. O CEO justificou a decisão com o custo elevado das despesas de combustível e pela falta de novos investidores que consigam capitalizar a empresa.
A companhia acumula prejuízos de 290 milhões euros. Pese embora os empréstimos do Governo de 41,8 milhões de euros e um investimento de 104,5 milhões por parte de acionistas, a Sama optou por suspender voos.
A Sky Express, a primeira companhia low cost a iniciar operações no mercado russo, poderá ver a sua licença revogada por problemas financeiros e atrasos de voos.
Este foi o mote da RT para falar nos desafios e entraves que as companhias deste segmento enfrentam na Rússia. Uma reportagem que pode ser vista de em seguida.
A Vueling registou um lucro líquido de 7,1 milhões de euros no primeiro semestre do ano, informa o Oje. No mesmo período de 2009, perdia 5 milhões de euros, facto que atesta como medida positiva a fusão com a Clickair.
A companhia sedeada em Barcelona teve 352,9 milhões de euros de receitas de Janeiro a Junho, um acréscimo de 97%. O resultado operacional atingiu os 8,1 milhões de euros, uma melhora de 119% face ao primeiro semestre de 2009.
O resultado de exploração antes de amortizações e aluguer de frotas (Ebitdar) igualou os 57,6 milhões de euros, um acréscimo de 94% comparativamente ao período homólogo.
Carolyn McCall, CEO da easyJet, está a trabalhar na revisão do modelo de negócio da companhia low cost. As conclusões serão reportadas aos investidores em Novembro.
Segundo o City AM, a gestorarecém empossada quer avaliar o futuro da companhia à luz dos planos de expansão de frota, taxas governamentais, preços de combustíveis, oportunidades e ameaças perante outras operadoras de mercado.
Há um ano que vem escrevendo sobre o crescimento da companhia low cost. Recentemente, decidiu resumir a informação num só documento. Na sua opinião, este distingue-se de outros trabalhos ao investigar a importância de subsídios na economia da Ryanair.
O documento, pode ler de em seguida ou nesta ligação.
A companhia anuncia lucros de 138,5 milhões de euros, mais 1% do que no período homólogo. Este valor exclui 50 milhões de custos resultantes dos condicionamentos da nuvem de cinza em Abril e Maio. Na prática, como salienta a Presstur, a companhia contabiliza 93,7 milhões de euros, um decréscimo de 23,8% face ao Q1 de 2009.
A receita total aumentou 16%, para 896,8 milhões de euros. Para o mesmo período, a companhia anuncia o transporte de 18 milhões de passageiros, mais 8%, e o aumento do valor médio da tarifa em 5%.
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