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Melhor é impossível

“boa vida destas companhias (low cost) em Portugal terminou”
Fernando Pinto, CEO da TAP in DN

“já cresceram demais”
Fernando Pinto, CEO da TAP in Agência Financeira


    15 Responses to “Melhor é impossível”

    1. 1 max

      wishfull thinking. Não terá sido a da TAP que acabou?

      • 2 jackslater

        O q? a TAP vai baixar 90% o preço dos bilhetes? é a unica maneira

        • 3 Miguel

          UI K MEDO!!!!!!!!!!! devem ser os unicos que compram barris de petroleo a preço da chuva…. Enfim a moral eh grande mas os resultados no final jà sao outra voisa…

          • 4 Brigata

            Nós só queremos a TAP arder!!! loL :D

            • 5 Rui

              Daqui para a frente, até ao fim do ano, a esTAPê é sempre a “rasgar” (contabilizar).

              Será que 200 milhões serão resolvidos num cenário de falência técnica com 1 quanza?

              A

              Rui.

              PS. A coisa não está para brincadeiras.

              • 6 ilovetravel

                Essa pessoa Brigata se quer a TAP a arder não pensa na enorme quantidade de empregados que a TAP tem!
                Digam o que quizerem mas das companhias de bandeira que tenho viajado é a com melhor serviço! Senão comparem já com a Ibéria!
                Esta malta que fala mal da TAP, qualquer dia quando as low-cost deixarem algumas rotas devido aos preços ainda vão ter q viajar nela e depois podem ver as diferenças!
                Senão vejam a rota Porto - Liverpol e Porto- Bristol da Ryanair para o Outono ja n aceita reservas.
                Será que eles começam a ir-se embora??

                Se não gostam da TAP viagem noutras mas pelo menos não digam mal, isso é muito feio! E eu n tenho nenhuma ligaçao com a companhia, sou apenas um cliente habitual!

                • 7 Rui

                  Completamente de acordo, no não “dizer mal da TAP”, mas quando se chegar ao final do ano com pelo menos 200 milhões de prejuízo é muito dinheiro que vai de uma forma ou de outra pesar nos bolsos do contribuinte, que na generalidade das situações é aquele que paga os erros ou a falta de visão de terceiros.

                  Desde que Fernando Pinto divulgou que só “sonhava com um novo aeroporto”, no caso - A Ota, não estava certamente à espera da guerra que arranjou com a “blogosfera”.

                  Ontem o fantástico “tribuno” Sr. Sousa evidenciou para quem quis ver, o quanto é para ele o Aeroporto da Ota em Alcochete, passando rapidamente sobre o assunto de forma evasiva, podendo concluir que se vai construir um aeroporto por se construir um aeroporto.

                  A TAP como outra empresa na sua situação financeira precisa de dinheiro, e pelo estado em que se encontra o mercado de capitais, não vai ser fácil. Ainda por cima, que garantias tem para oferecer?

                  Angola é a solução, e por 1 quanza são comprados 200 milhões de euros.

                  A

                  Rui

                  • 8 Jo

                    Vejo que comentários desproporcionados do Sr. Fernando Pinto elevaram o tom das opiníões aqui escritas.
                    Os comentários do Sr. F. Pinto são desapropriados. Gostaría ele que as LC dissessem que a TAP já existiu tempo demáis? E que a boa vida da TAP em Portugal acabou? A TAP em termos de dimensão, o que é, comparada com a RYAN ou EASY?? É só comparar a frota…e resultados financeiros.
                    Ou muito me engano o a expeculação do petróleo infelizmente não vai ditar só a falência de companhias LC. A não ser que o “Zé povinho (contribuinte)” continue a suportar os milhões de prejuizo.

                    • 9 Rui

                      A sensação que se tem em determinado momento, e nisto “modéstia à parte”, é que os órgãos de informação do regime andam atrás, confirmando aquilo que é dito e escrito pela blogosfera, nomeadamente aqui.

                      É fantástico a sucessão de factos adiantados pela blogosfera, os quais são confirmados pela imprensa escrita, nomeadamente no Jornal Público de hoje dia 4 de Julho de 2008.

                      O que torna todo este cenário triste é o facto dos trabalhadores serem os primeiros a sofrer aquilo que a McKinsey vai ditar, sendo conhecidos por não serem simpáticos nas orientações.

                      Mas nem todo o trabalho da McKinsey é “despropositado”, uma vez que o mesmo vai reflectir aquilo que deveria ter sido acautelado em Portugal no médio e longo prazo. Ou seja, quais os erros de gestão. Exactamente isso. QUAIS OS ERROS DE GESTÃO, e nisso não existe Central de Informação que o contorne.

                      Não é só o rumo da necessária fusão da TAP com a TAAG (50,01% contra 49,99%) pois dinheiro fresco vai ser preciso injectar na TAP rapidamente, mas outros da nossa praça, que irão surgir camuflados na “foto de familia” e que este tempo todo têm produzidos quantidades apreciáveis de estudos pagos por todos nós e que apenas iludiram, tentando adiar a realidade.

                      É claro, que os únicos a serem demitidos vão ser os trabalhadores da TAP: 3000 e ainda será pouco para os hábitos da McKinsey.

                      É igualmente verdade que a tutela não sai bem na foto, dada a sua pressão sob todas as formas possíveis e imaginárias para que se prove por exemplo o esgotamento da Portela para justificar novo aeroporto.

                      Fantástico ter-se chegado ao facto de não se vir a ter uma “companhia de bandeira” e ter-se eventualmente aeroporto da Ota em Alcochete.

                      Também não deixa de ser fantástico, e isto ao ritmo a que o consumo de petróleo está a verificar, que quando o pretenso aeroporto esteja terminado não existe petróleo para os aviões voarem. Quem diz isto são os números, não a blogosfera.

                      Da parte das Low Cost, o que é que se pode dizer! Apenas estão a fazer correctamente os trabalhos de casa.

                      A

                      Rui

                      • 10 jackslater

                        Em relação ao petróleo muito se fala na especulação, e como já andava um pouco enfadado e com poucas informações, fiz algumas pesquisas e conclui que na questão do petróleo está mesmo no limiar, ou seja já gastamos metade do petróleo existente. Dizem agora vocês, ainda existe outra metade, mas a outra metade tem mais custos de obtenção, e com a crescente (exponencial) procura do “ouro negro”, a situação vai estar muito negra brevemente.

                        Por isso acredito que o futuro aeroporto da Ota em Alcochete quando estiver pronto não haja combustível para os aviões.

                        Por isso com o dinheiro do novo aeroporto apostem em energias alternativas.

                        • 11 Rui

                          Para “concluir”, sendo certamente o seguinte comentário que o SB queria aqui escrito:

                          “PIOR IMPOSSÍVEL”. :D
                          A

                          Rui

                          • 12 Zé Tó
                          • 13 jackslater

                            ai este País, vamos de mal a pior.

                            • 14 pedro

                              Parece-me impossivel q o petróleo volte a baixar para os 100 dólares. Resta saber quando é q esta escalada galopante vai terminar e ver em q valores o preço do barril vai estabilizar. Como sabemos os preços das viagens de avião terão (inevitavelmente) q aumentar, pelo q o tráfego aéreo diminuirá significativamente; aliás, a tap anunciou q já a partir de outubro e, só para começar, vai cancelar 60 voos semanais, quase todos eles para destinos europeus, onde existe (pois está claro) concorrência low cost!
                              A questão q ponho é esta: Se o tráfego aéreo vai diminuir, para quê esbanjar rios de dinheiro no aeroporto de Alcochete?!!! quando sabemos q a Portela está longe de estar saturada qd comparada com outros aeroportos europeus e que existe a solução “Portela 1″ que é muito mais barata.

                              • 15 jackslater

                                pedro, não vale apena, até um cego já viu isso, mas os loby´s movem mundos, o “tem de ser” tem muita força, e quem se lixa é o zé povinho.

                                Num momento de crise como esta nem aeroporto nem TGV e não digam que as obras públicas criam empregos, podem criar mas são TEMPORÁRIOS. Invistam num ensino de qualidade, na saúde de qualidade, no desemvolvimento tecnologias para as energias renováveis, etc etc etc…

                                Temos uma costa tão grande e eu ainda não vi nenhum aproveitamento das marés. Como é que é possivel.

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