Portugal é servido pelas principais companhias low cost europeias.

Pelo preço e serviços, podemos dividi-las em várias categorias. Umas estão perto do modelo low cost, outras quase que se podem considerar companhias regulares.

easyJet e Ryanair, as maiores low cost europeias

Foram as primeiras a criar o mercado aéreo low cost europeu e a conquistá-lo. Na década de 90, seguiram o exemplo da Southwest e Virgin.

Cortaram nos custos possíveis montando um modelo diferente de negócio que se caracteriza por:  o tempo dispendido nos aeroportos é menor, as refeições  e outros serviços são vendidos como extra, a distribuição via agências de viagens foi abdicada, os movimentos são realizados só com um só tipo de avião, os aeroportos escolhidos têm taxas menores e localizam-se fora dos centros da cidades, a venda de tarifas é bastante anticipada, etc.

Os preços mais baixos da easyJet e Ryanair cativaram mais pessoas a voar e, impulsionadas por crises económicas,  ambas as empresas ganharam cota de mercado curto e médio curso a companhias de bandeira. Abriram espaço, também, ao nascimento de novas low cost ou à reconversão de operadoras regionais, domésticas, charter que agora se dizem baixo custo.

As outras. As low cost que são… low fare

Nos céus europeus existem várias companhias que adoptaram características  das low cost puras de forma a serem mais económicas que as regulares e a não perderem passageiros para a competição barata.

Umas nasceram do zero, outras como charter, companhias regionais ou operadores turisticas e existem várias que são as “low cost” de grandes empresas regulares.

Caracterizam-se por incluirem serviços como bagagem ou mesmo refeições no preço do bilhete, mas ainda assim serem mais económicas que as regulares.

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