Charter ou “low cost”? I
Publicado a 1 Setembro 2008 13:46 por Sérgio Bastos em Companhias Aéreas, Faro, Portugal.O termo “low cost” continua a ser associado a uma diversidade de companhias aéreas, sobretudo pelas piores razões.
No dia 27 de Agosto, um avião da Thomas Cook Airlines que seguia para o arquipélago das Canárias aterrou por precaução em Faro, após o piloto ter verificado problemas num motor. Alguns meios de imprensa referiram que a companhia era “low cost”.
A Thomas Cook é uma “charter”, parte integrante do grupo de turismo fundado em 1841.
Aterragens inesperadas em Faro já ocorreram com aviões da BMIbaby e Jet2, estas sim marcas conhecidas do domínio “low cost” ou “low fare”.



pois, mas os nossos caros “grunhos” portugueses que se intitulam km jornalistas tudo que nao seja TAP é lowcost..tudo k n seja TAP n é seguro, tudo k n seja TAP é uma merda. Exemplo disso é darem tempo de antena a uma pessoa sem qualquer tipo de educação, nível e inteligência, o caro comandante que foi falar à sic notícias, ao dizer que a SpanAir é lowcost, quando esta até tem preços alguns mais caros que a Tap. Mas como n é Tap..é merda e cai
PS: desculpem a minha linguagem.
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O comandante esqueçeu-se do acidente da tap:
“Funchal, Madeira. Boeing 727 despenha-se na aterragem com 164 pessoas a bordo, 131 das quais morreram”
Quanto a ryanair só encontrei incidentes.
Posso estar enganado, é favor de corrigir caso esteja engando. Obrigado
anonimo: apoiado a 100%. nem acrescento mais nada… jornalistas tugas… (nem todos)
É verdade sim jackslater. O pior que já aconteceu a um avião da Ryanair foi fogo num motor à aterragem, mas não houve vitimas mortais.
É verdade que a maioria das pessoas não parece perceber a diferença entre Low Cost e Charter.
As Low Cost vendem maioritariamente os seus bilhetes de avião através da Internet, no seu website a preços baixos/acessíveis, com rotas regulares e constantes.
Exemplos: Easyjet, Ryanair.
As companhias charter vendem maioritariamente os seus bilhetes através de operadores turísticos em pacotes de viagem, que incluem voo, transfers, estadia, etc, com voos pouco regulares, normalmente 1 ou 2 vezes por semana.
Exemplos: Thomas Cook, First Choice.
Companhias como as de bandeira; pertencentes de alianças internationais (incluindo Spanair), que efectuam acordos com possibilidade de inumeros voos de ligação para o mundo inteiro e efectuam full-service não tem nada a ver com Low Cost ou Charter, mesmo que possam praticar alguns preços baixos ou oferecer pacotes de viagem.
Gostava de chamar à atenção que a Thomas Cook e First Choice, entre tantas outras… Além dos acordos com operadores de turismo TAMBÉM disponibilizam os seus bilhetes para venda ao público no próprio site.
Aqui reside a diferença nas “nossas” companhias charter (white) - no outro dia tentei comprar uma passagem para Natal (via agencia, claro): custava os olhos da cara!!!
O próprio pacote, para além das passagens, incluia 7 noites em hotel, era bem mais barato!!!
Estou farto desta chulice!!!
… E depois vem queixar-se que a procura está a diminuir…
Tens razão JaVo2004. Tambem dá para comprar o pacote no próprio site, por isso é que disse apenas “maioritariamente”. No aeroporto de Faro, num voo com 200 passageiros, cerca de 185/190 tem os bilhetes das agencias.
A spanair está “associada” ao grupo da StarAliance.
Coisa curiosa não terem até hoje associado esse facto à es(TAP)ê.
A
Rui
PS. Digo “es(TAP)ê” devido aos resultados das eleições hoje em Angola, nas quais a “blogosfera” aguardava uma margem do MPLA igual a 80%.
É claro que se aguardam os resultados da visita do Sócrates a Luanda, assim como os negócios que foram previamente acordados.