easyJet continua em crescendo em Lisboa
Publicado a 11 Março 2008 13:40 por Sérgio Bastos em Companhias Aéreas, Lisboa, Portugal.
Em Fevereiro de 2008, o aeroporto internacional de Lisboa registou um aumento de 9.6% de tráfego, uma taxa que corresponde a 872.077 passageiros que fizeram uso daquela infraestrutura.
A easyJet voltou a ocupar o segundo lugar, e teve o maior crescimento entre companhias aéreas de topo do aeroporto de Lisboa. Reflectindo as cinco rotas inauguradas no segundo 2º semestre de 2007 [Berlin, Bristol, Liverpool, Londres
(Gatwick) e Madrid], a easyJet cresceu 78%, transportando 79.214 passageiros em Fevereiro.



E poderia(m) crescer muito mais as Low Cost se lhes fosse entregue uma infraestrtutura dedicada como o aeroporto do Montijo. Pelo que parece vai ficar vazio dos P4P (dois nacionais para peças e 4 vindos da ex-Marinha de Guerra da Holanda). O destino será o Aeroporto Internacional de Beja onde invariavelmente acabarão os seus dias.
Quanto aos Heli baseados no Montijo, o seu destino está em questão,…, certamente que rumarão igualmente ao Aeroporto Internacional de Beja, o que juntamente com os P4P já começam a configurar uma base estilo Mohawe.
Aeroporto Internacional de Beja vai ser uma inauguração de se tirar o chapéu.
Do que se tem visto nos jornais (SOL do último fim de semana), são projectadas pontes sobre o tejo, não se vislumbando nas amarrações da mesma a sul (e a norte pq não) a forma como se irá fazer chegar 2 linhas de bitola ibérica e 2 de bitola europeia. A única coisa que se pode concluir é que pretendem sob todas as formas inviabilizar uma potencial utilização do Montijo.
Acredito cada vez mais que o Montijo é a melhor resposta ao Aeroporto de Badajoz, Barajas e Madrid Sur, ainda para mais dado o cenário financeiro internacional em nos encontramos.
Julgo que se devia aprender com Espanha e ser pragmáticos quanto baste. Dificilmente a Ota ou Alcochete será a “obra do regime”, essa já está feita.
No entanto, as Low Cost com a concorrência que trouxeram a Portugal, vieram substituir uma AdC - Autoridade da Concorrência, e meter as companhias lusas em sentido. Inquestionável o mal estar dentro da TAP e no sector em geral que observam as Low Cost a aumentarem progressivamente as suas quotas de mercado, sendo nessa estratégia competentes em estabelecer acordos de parceria com entidades que entendam estratégicas para o seu negócio.
Sinceramente não acredito que a TAP consiga cumprir os resultados traçados em 2006 pela tutela. A partir de agora, salvo melhor opinião, na Europa as Low Cost marcam o ritmo.
Rui