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Desde o início da rota Porto - Madrid, em Novembro de 2006, a Ryanair transportou já mais de 100 mil passageiros entre as duas cidades ibéricas.

O facto foi avançado à imprensa pela Directora de Marketing e Vendas da companhia para Espanha, Caitríona Beggan. Em comunicado referiu que “low cost” transportou 1,5 milhões de passageiros desde o início de ano até finais de Março passado de e para Madrid.

Fonte: Terra.es


    7 Responses to “Porto - Madrid com 100 mil passageiros”

    1. 1 Rui

      A aposta da Rya é definitivamente pulverizar o tráfego na Peninsula Ibérica / Europa.

      Pulverizar (literalmente).

      A

      Rui

      PS. “Pulverizar” fará sentido para algumas pessoas!

      • 2 rafinha130

        O load factor desta rota da Ryanair por acaso até é das mais baixas, a rondar os 60%

        • 3 jackslater

          Mas deve de dar lucro na mesma

          • 4 pedro

            Se não, já tinham acabado com esta rota

            • 5 Rui

              Não digam mais nada que hoje foi publicado isto, o qual já foi comentado noutro post:

              O que se passa é que o baixo load factor da TAP está nos depósitos de combustivel, e pelo andar da carruagem, a TAP vai portar-se no Porto como se porta em Faro,…., residual. Cortar nos custos racionalizando-os, SIM, mas meter malta na rua,…., é capaz de ser mau para o Sr. Sócrates de Sousa! Aqui vai a dita “boa nova”:

              Cláudia Brandão

              Jornal de Negócios - 20-05-2008

              Fernando Pinto, director executivo da TAP, disse hoje que, face à escalada do preço dos combustíveis, “o importante é salvar a empresa”. E está a transportadora livre de despedimentos? “A TAP não está livre de nada”, afirmou, à margem de uma conferência no Porto.

              Para o presidente da companhia, “é muito difícil contornar uma situação destas até porque só se consegue passar 30% desses aumentos para as tarifas”. Com despesas adicionais de 250 milhões de euros, Fernando Pinto deixa claro que “este ano estamos apenas a falar em sobrevivência”.

              Contrariando a ideia de baixos lucros, e com um retorno de capital na faixa dos 7,5% em 2007, o director executivo afirma que os números deste ano “seriam tão bons não fossem os combustíveis e a própria economia mundial”.

              Fernando Pinto não adianta nada sobre a privatização da TAP, mas diz “acreditar que isso um dia vai mesmo acontecer”. “Só estou aqui para deixar a empresa nas melhores condições para os accionistas que vierem”, concluiu.

              O director executivo falou à margem de uma palestra sobre “Desafios da gestão de uma empresa de transporte aéreo no contexto da globalização”, que proferiu hoje de manhã na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

              • 6 D.Francisco

                Acho piada que neste Site qualquer tópico acabe sempre por falar na TAP..vocês acabam por fazer mais “publicidade” do que a mesma!!!lol

                • 7 Rui

                  É lógico que se escreva sobre a TAP.

                  Quem está a perder tráfego onde as Low Cost operam são as companhias de bandeira, não ficando imune a TAP a este facto.

                  Para mais a transcrição da noticia acima tem como base as declaração do próprio presidente da TAP.

                  Se não fosse mesmo intenção da TAP despedir, certamente que na passada não eram publicados em vários jornais (DE, DN, JN) noticias relativas ao estado em que se encontra a TAP.

                  Para o Brazil a quebra de reservas já vai em 40%. Considerando que a aposta da TAP é o Brazil e África, não deixa de ser curioso de seguir o cenário traçado.

                  A

                  Rui

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