<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comentários em: Quatro em dez passageiros chegam a Espanha em &#8220;baixo custo&#8221;</title>
	<atom:link href="http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/</link>
	<description>Sugestão dos voos mais baratos a partir de Faro, Funchal, Lisboa e Porto</description>
	<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 01:23:13 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.2</generator>
		<item>
		<title>Por: Rui</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-569</link>
		<dc:creator>Rui</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 01:43:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-569</guid>
		<description>Se bem me recordo (e não é que defenda a cor laranja, muito pelo contrário), após a vitória socialista de Guterres, o laxismo caiu sobre os investimentos que já estavam em curso, especialmente na ferrovia. Foi o que se viu por exemplo na modernização da Linha do Norte e bem o lançamento do Serviço Pendular. Os Pendulares que estavam agendados para a inauguração da Expo 98, foram deixados escorregar. Sinceramente não sei quem é que ganhou com o assunto.

Se a opção tivesse sido a construção de uma linha da Alta Velocidade entre Lisboa e o Porto, tenho a certeza que por esta altura a linha ainda devia de estar às voltas pelos lados da Ota, adoptando a forma de todas as letras do alfabeto. Recorde-se o exemplo do "T" defendido em estudos pelo Prof. Viegas do IST, e o recuo da APVitorino no "TGV Porto / Vigo".

Temos uma coisa fantástica por cá! Trocam-se as pequenas soluções, pelos grandes planos e depois nada se faz.

Talvez se aprenda com a Renfe caso ela aproveitando a "liberalização do transporte ferroviário" e coloque em circulação entre Porto / Lisboa / Faro os Talgo 200 por desafectação dos serviços a que esses comboios asseguram na linha de Alta Velocidade Madrid / Sevilha, ou por exemplo os Alaris. O segredo não está no equipamento (comboios ou aviões), mas no modelo de gestão e nas (qualidade das) pessoas que os gerem.

Com a Renfe entre Lisboa e faro resolvia-se igualmente o "problema da TAP" nos voos de ligação Lisboa / Porto / Faro.

Uma oferta ferroviária consistente e inteligente irá reproduzir aquilo que se passou com a Iberia entre Madrid e Sevilha.

A questão do metro e tgv numa mesma infraestrutura (metro / ponte) tem a sua pertinência no sentido de se optimizar a capacidade dessa infraestrutura. Se tecnicamente tal for possível, garante-se para além de uma ligação a Lisboa por TGV de Madrid e a integração em Metro da margem sul na margem norte, evitando-se "roturas de carga" por via dos transbordos "barco/Metro", "comboio / Metro", "Autocarro / metro"
A quantidade crescente de carros que diariamente utilizam ambas as pontes sobre o tejo é um exemplo que algo deve ser repensado com urgência.

Portela, Ota, Alcochete, Montijo, Rio Frio, são escolhas possíveis para um aeroporto a ser operado por companhias de bandeira convencionais (ex: TAP), sendo mais vantajoso aeroportos que se situam perto de bons acessos rodoviários e ferroviários. Olhando o mapa a coisa fica mais simples.

Quanto às Low Cost, as coisas são um pouco diferentes, dada a sua estratégia, optando esses operadores por aeroportos baratos quer sejam  principais ou secundários.

Nesse aspecto desconhece-se se Beja poderá competir com Badajoz. Contudo, pelos custos das obras de Beja que são o dobro das de Badajoz não é necessário ir mais longe. Para cair em Beja alguma Low Cost, alguém vai ter de pagar. Dúvidas!

Sendo polémica as subvenções às Low Cost em operarem, a partir de determinado aeroporto em detrimento de outro, caso a opção seja um aeroporto caro (Ota ou Alcochete), o acima é valido, para mais sabendo-se que a Rya vai operar a partir de Badajoz.

Não acredito que o turismo em Portugal sobreviva sem as Low Cost. Já é reconhecida a dependência das Low Cost, o que para o contribuinte representa um risco potencial de mais impostos para ter hotéis a funcionar.

A melhor solução de NÃO dependência passava por uma outra TAP.

Quanto ao poder negocial das Low Cost (subestimado por cá), julgo não estar muito enganado se referir por exemplo que na mudança do nome do novo Aeroporto de Madrid (a inaugurar em dezembro / janeiro) - de Aeroporto de Don Quijote para Madrid Sur esteve a Ryanair.
Soube-se hoje (1-10-2007) que o nome do aeroporto voltou à primeira forma - Don Quijote).
Contudo, nada invalida por exemplo que no site da Ryanair esta coloque "Lisboa / Badajoz" como defendeu "Madrid Sur".

Nesta questão da "volatilidade" das Low Cost, o seu desinteresse por uma Ota ou Alcochete seria complicado para a gestão dessa infraestrutura, sabendo-se que a TAP não tem capacidade por si só para o justificar.

O agravamento do cenário financeiro internacional referido pelo "António Maria" também não deixa muita margem de manobras às operadoras de bandeira que voam para Lisboa vindas da Europa. Vamos ver como se vai aguentar uma AirCanadá do mesmo grupo que a TAP.

A nível do marketing / comercial sente-se igualmente que algo não vai bem. As LowCost realizam campanhas de promoção dos seus serviços em época baixa, comunicam/ oferecem atempadamente o verão de 2008, a TAP opta por cancelar voos, ao mesmo tempo que se "mete em bicos de pés" na Madeira tentando reconfortar os operadores turisticos.

Pelo que se leu hoje (1-10-207), a SATA quer fazer qualquer coisa com o Turismo da Madeira. Certamente que não querem ficar totalmente dependentes da TAP ao mesmo tempo que uma "PGA" está compradora de novos aviões do tipo Shokoi / Embraer / Canadair.

Enfim.

Pessoalmente aceito uma Ota, Alcochete, Montijo ou Rio Frio. O meu "interesse" neste assunto é apenas académico ao nível do marketing e o pouco mais.

Os "alertas" e algumas apreciações manifestadas resultam de pesquisa realizada não filtrada e conhecimento de alguns factos.

É  claro que tudo isto não passam de formulações a ser testadas no curto/medio prazo. Infelizmente o grau de erro tem sido nulo, ... .

rs&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se bem me recordo (e não é que defenda a cor laranja, muito pelo contrário), após a vitória socialista de Guterres, o laxismo caiu sobre os investimentos que já estavam em curso, especialmente na ferrovia. Foi o que se viu por exemplo na modernização da Linha do Norte e bem o lançamento do Serviço Pendular. Os Pendulares que estavam agendados para a inauguração da Expo 98, foram deixados escorregar. Sinceramente não sei quem é que ganhou com o assunto.</p>
<p>Se a opção tivesse sido a construção de uma linha da Alta Velocidade entre Lisboa e o Porto, tenho a certeza que por esta altura a linha ainda devia de estar às voltas pelos lados da Ota, adoptando a forma de todas as letras do alfabeto. Recorde-se o exemplo do &#8220;T&#8221; defendido em estudos pelo Prof. Viegas do IST, e o recuo da APVitorino no &#8220;TGV Porto / Vigo&#8221;.</p>
<p>Temos uma coisa fantástica por cá! Trocam-se as pequenas soluções, pelos grandes planos e depois nada se faz.</p>
<p>Talvez se aprenda com a Renfe caso ela aproveitando a &#8220;liberalização do transporte ferroviário&#8221; e coloque em circulação entre Porto / Lisboa / Faro os Talgo 200 por desafectação dos serviços a que esses comboios asseguram na linha de Alta Velocidade Madrid / Sevilha, ou por exemplo os Alaris. O segredo não está no equipamento (comboios ou aviões), mas no modelo de gestão e nas (qualidade das) pessoas que os gerem.</p>
<p>Com a Renfe entre Lisboa e faro resolvia-se igualmente o &#8220;problema da TAP&#8221; nos voos de ligação Lisboa / Porto / Faro.</p>
<p>Uma oferta ferroviária consistente e inteligente irá reproduzir aquilo que se passou com a Iberia entre Madrid e Sevilha.</p>
<p>A questão do metro e tgv numa mesma infraestrutura (metro / ponte) tem a sua pertinência no sentido de se optimizar a capacidade dessa infraestrutura. Se tecnicamente tal for possível, garante-se para além de uma ligação a Lisboa por TGV de Madrid e a integração em Metro da margem sul na margem norte, evitando-se &#8220;roturas de carga&#8221; por via dos transbordos &#8220;barco/Metro&#8221;, &#8220;comboio / Metro&#8221;, &#8220;Autocarro / metro&#8221;<br />
A quantidade crescente de carros que diariamente utilizam ambas as pontes sobre o tejo é um exemplo que algo deve ser repensado com urgência.</p>
<p>Portela, Ota, Alcochete, Montijo, Rio Frio, são escolhas possíveis para um aeroporto a ser operado por companhias de bandeira convencionais (ex: TAP), sendo mais vantajoso aeroportos que se situam perto de bons acessos rodoviários e ferroviários. Olhando o mapa a coisa fica mais simples.</p>
<p>Quanto às Low Cost, as coisas são um pouco diferentes, dada a sua estratégia, optando esses operadores por aeroportos baratos quer sejam  principais ou secundários.</p>
<p>Nesse aspecto desconhece-se se Beja poderá competir com Badajoz. Contudo, pelos custos das obras de Beja que são o dobro das de Badajoz não é necessário ir mais longe. Para cair em Beja alguma Low Cost, alguém vai ter de pagar. Dúvidas!</p>
<p>Sendo polémica as subvenções às Low Cost em operarem, a partir de determinado aeroporto em detrimento de outro, caso a opção seja um aeroporto caro (Ota ou Alcochete), o acima é valido, para mais sabendo-se que a Rya vai operar a partir de Badajoz.</p>
<p>Não acredito que o turismo em Portugal sobreviva sem as Low Cost. Já é reconhecida a dependência das Low Cost, o que para o contribuinte representa um risco potencial de mais impostos para ter hotéis a funcionar.</p>
<p>A melhor solução de NÃO dependência passava por uma outra TAP.</p>
<p>Quanto ao poder negocial das Low Cost (subestimado por cá), julgo não estar muito enganado se referir por exemplo que na mudança do nome do novo Aeroporto de Madrid (a inaugurar em dezembro / janeiro) - de Aeroporto de Don Quijote para Madrid Sur esteve a Ryanair.<br />
Soube-se hoje (1-10-2007) que o nome do aeroporto voltou à primeira forma - Don Quijote).<br />
Contudo, nada invalida por exemplo que no site da Ryanair esta coloque &#8220;Lisboa / Badajoz&#8221; como defendeu &#8220;Madrid Sur&#8221;.</p>
<p>Nesta questão da &#8220;volatilidade&#8221; das Low Cost, o seu desinteresse por uma Ota ou Alcochete seria complicado para a gestão dessa infraestrutura, sabendo-se que a TAP não tem capacidade por si só para o justificar.</p>
<p>O agravamento do cenário financeiro internacional referido pelo &#8220;António Maria&#8221; também não deixa muita margem de manobras às operadoras de bandeira que voam para Lisboa vindas da Europa. Vamos ver como se vai aguentar uma AirCanadá do mesmo grupo que a TAP.</p>
<p>A nível do marketing / comercial sente-se igualmente que algo não vai bem. As LowCost realizam campanhas de promoção dos seus serviços em época baixa, comunicam/ oferecem atempadamente o verão de 2008, a TAP opta por cancelar voos, ao mesmo tempo que se &#8220;mete em bicos de pés&#8221; na Madeira tentando reconfortar os operadores turisticos.</p>
<p>Pelo que se leu hoje (1-10-207), a SATA quer fazer qualquer coisa com o Turismo da Madeira. Certamente que não querem ficar totalmente dependentes da TAP ao mesmo tempo que uma &#8220;PGA&#8221; está compradora de novos aviões do tipo Shokoi / Embraer / Canadair.</p>
<p>Enfim.</p>
<p>Pessoalmente aceito uma Ota, Alcochete, Montijo ou Rio Frio. O meu &#8220;interesse&#8221; neste assunto é apenas académico ao nível do marketing e o pouco mais.</p>
<p>Os &#8220;alertas&#8221; e algumas apreciações manifestadas resultam de pesquisa realizada não filtrada e conhecimento de alguns factos.</p>
<p>É  claro que tudo isto não passam de formulações a ser testadas no curto/medio prazo. Infelizmente o grau de erro tem sido nulo, &#8230; .</p>
<p>rs
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-568</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 22:41:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-568</guid>
		<description>Ainda que fala de Valente de Oliveira a meu ver um ministro com M grande que foi substituído por um ministro Ferreira do Amaral com m pequeno que substituiu a construção de uma linha nova para norte (TGV) que  Valente de Oliveira defendia  pela remodelação da velha linha do norte que já custou 4 vezes o que estava previsto e dava para ligar Lisboa ao Porto 2 vezes, ainda bem que comprou os alfa para depois andarem a 40 como já andei neles a estragar dinheiro.
Claro que eu sei que o Metro tem a mesma bitola, mas não me parece racional colocar tgv e metro na mesma linha, especialmente quando o serviço é claramente suburbano (veja-se o caso da linha da Póvoa que amigos meus se queixam de ter perdido boa parte da utilidade) e se se vir pelo caso francês as linhas de TGV são quase todas exclusivas do me,
 A 3ª via  na ponte 25 de Abril permitia aumentar a velocidade. não me parece. Também não defendo a ligação via  OTA como me parece que entendeu Rui, mas seria possível.&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda que fala de Valente de Oliveira a meu ver um ministro com M grande que foi substituído por um ministro Ferreira do Amaral com m pequeno que substituiu a construção de uma linha nova para norte (TGV) que  Valente de Oliveira defendia  pela remodelação da velha linha do norte que já custou 4 vezes o que estava previsto e dava para ligar Lisboa ao Porto 2 vezes, ainda bem que comprou os alfa para depois andarem a 40 como já andei neles a estragar dinheiro.<br />
Claro que eu sei que o Metro tem a mesma bitola, mas não me parece racional colocar tgv e metro na mesma linha, especialmente quando o serviço é claramente suburbano (veja-se o caso da linha da Póvoa que amigos meus se queixam de ter perdido boa parte da utilidade) e se se vir pelo caso francês as linhas de TGV são quase todas exclusivas do me,<br />
 A 3ª via  na ponte 25 de Abril permitia aumentar a velocidade. não me parece. Também não defendo a ligação via  OTA como me parece que entendeu Rui, mas seria possível.
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-567</link>
		<dc:creator>Rui</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 19:46:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-567</guid>
		<description>Viva Carlos Santos

Pelo menos resolvia-se de imediato a solução dos actuais e futuros trabalhadores da PGA despedidos, bem como alguns da TAP, isto pelo caminho que as coisas estão a tomar.

Não no Montijo, mas em Madrid Sur já lá estão a trabalhar ex-colaboradores da PGA.

rs&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Viva Carlos Santos</p>
<p>Pelo menos resolvia-se de imediato a solução dos actuais e futuros trabalhadores da PGA despedidos, bem como alguns da TAP, isto pelo caminho que as coisas estão a tomar.</p>
<p>Não no Montijo, mas em Madrid Sur já lá estão a trabalhar ex-colaboradores da PGA.</p>
<p>rs
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Santos</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-566</link>
		<dc:creator>Carlos Santos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 00:41:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-566</guid>
		<description>TODOS PARA O MONTIJO E EM FORÇA&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TODOS PARA O MONTIJO E EM FORÇA
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-565</link>
		<dc:creator>Rui</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 21:53:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-565</guid>
		<description>Viva Carlos.

Por uma questão "prática" e de VISIBILIDADE UTILIZEI O POST, embora compreendendo o incómodo derivado da sua (maior) "visibilidade", agradecendo desde já o seu tempo e interesse.


Umas perguntas ingénuas, o que tem a resposta a ver com o post?

Tem, na medida em que Lisboa TERIA de garantir a sua competitividade face a Madrid, e neste particular reveste-se de especial importância a questão do "Novo Aeroporto de Lisboa".

Os ministros com "M" ou "m", prende-se com a decisão do Min. Ferreira do Amaral ter por exemplo decidido da compra dos Pendulares. Se não o tivesse feito, ainda hoje o Lisboa / Porto era feito a "máquina de carruagens".

Sim o TGV é compatível com a linha do Metro. Têm a mesma bitola, sendo neste caso de aplicação a solução encontrada no túnel sob a Mancha.
Não, os "metros não encostam às bermas", aliás, pela quantidade de TGV's entre Lisboa e Madrid capacidade é coisa que não irá faltar ao túnel para o serviço urbano de Metro.

Sim, a ida a Pinhal Novo tem como objectivo ligar a aeroporto à rede ferroviária convencional e de Alta Velocidade, salvaguardando por exemplos investimentos que estão a ser realizados em Setúbal / Tróia.

Levar o TGV de Évora à Ota, desviar a Linha do Norte para a Ota, e incluir a Linha do Oeste na Ota, sinceramente não me parece, a não ser que coisas como a "rentabilidade" do transporte ferroviário sejam perfeitamente dispensáveis.

A ponte 25A poderá ter a sua capacidade aumentada alterando o cantonamento (espaçamento) entre comboios, dando mais capacidade. Infelizmente a opção do modelo de estação que foi implantado na Linha da Fertágus (com plataformas laterais) é limitadora quanto à construção de uma 3ª via.
Nas horas de ponta, a ocupação dos comboios já justificava maior frequência de comboios, situação que indirectamente valida a opção Metro Montijo / Oriente.

Sim,   30 min. (em cada sentido) entre Pinhal / Novo e Lisboa é penalizante para qualquer tipo de exploração (aérea ou ferroviária).

Tróia teria melhores acessibilidades caso a opção seja o Montjo. Beja exige no mínimo boas ligações ferroviárias para poder competir com Badajoz.

Politicas de integração regionais?
Sim, confesso que gostaria de saber quais são as "politicas de integração regional" do MOPTC. Será que o Sr. Sousa (e a Elisa Ferreira) aprendeu(ram) alguma coisa de Ordenamento do Território com o Prof. Valente de Oliveira?!? Olhe que não é aquilo que se vê!



Lamento se parecerá uma crítica, que não é, mas por critérios subjectivos como verdade insofismável não é de todo correcto

De "subjectivo" toda esta questão das Low cost / novo aeroporto não tem nada. Ainda hoje Fernando Pinto veio publicamente anunciar que a Portela Montijo não vai ser a opção.



rs&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Viva Carlos.</p>
<p>Por uma questão &#8220;prática&#8221; e de VISIBILIDADE UTILIZEI O POST, embora compreendendo o incómodo derivado da sua (maior) &#8220;visibilidade&#8221;, agradecendo desde já o seu tempo e interesse.</p>
<p>Umas perguntas ingénuas, o que tem a resposta a ver com o post?</p>
<p>Tem, na medida em que Lisboa TERIA de garantir a sua competitividade face a Madrid, e neste particular reveste-se de especial importância a questão do &#8220;Novo Aeroporto de Lisboa&#8221;.</p>
<p>Os ministros com &#8220;M&#8221; ou &#8220;m&#8221;, prende-se com a decisão do Min. Ferreira do Amaral ter por exemplo decidido da compra dos Pendulares. Se não o tivesse feito, ainda hoje o Lisboa / Porto era feito a &#8220;máquina de carruagens&#8221;.</p>
<p>Sim o TGV é compatível com a linha do Metro. Têm a mesma bitola, sendo neste caso de aplicação a solução encontrada no túnel sob a Mancha.<br />
Não, os &#8220;metros não encostam às bermas&#8221;, aliás, pela quantidade de TGV&#8217;s entre Lisboa e Madrid capacidade é coisa que não irá faltar ao túnel para o serviço urbano de Metro.</p>
<p>Sim, a ida a Pinhal Novo tem como objectivo ligar a aeroporto à rede ferroviária convencional e de Alta Velocidade, salvaguardando por exemplos investimentos que estão a ser realizados em Setúbal / Tróia.</p>
<p>Levar o TGV de Évora à Ota, desviar a Linha do Norte para a Ota, e incluir a Linha do Oeste na Ota, sinceramente não me parece, a não ser que coisas como a &#8220;rentabilidade&#8221; do transporte ferroviário sejam perfeitamente dispensáveis.</p>
<p>A ponte 25A poderá ter a sua capacidade aumentada alterando o cantonamento (espaçamento) entre comboios, dando mais capacidade. Infelizmente a opção do modelo de estação que foi implantado na Linha da Fertágus (com plataformas laterais) é limitadora quanto à construção de uma 3ª via.<br />
Nas horas de ponta, a ocupação dos comboios já justificava maior frequência de comboios, situação que indirectamente valida a opção Metro Montijo / Oriente.</p>
<p>Sim,   30 min. (em cada sentido) entre Pinhal / Novo e Lisboa é penalizante para qualquer tipo de exploração (aérea ou ferroviária).</p>
<p>Tróia teria melhores acessibilidades caso a opção seja o Montjo. Beja exige no mínimo boas ligações ferroviárias para poder competir com Badajoz.</p>
<p>Politicas de integração regionais?<br />
Sim, confesso que gostaria de saber quais são as &#8220;politicas de integração regional&#8221; do MOPTC. Será que o Sr. Sousa (e a Elisa Ferreira) aprendeu(ram) alguma coisa de Ordenamento do Território com o Prof. Valente de Oliveira?!? Olhe que não é aquilo que se vê!</p>
<p>Lamento se parecerá uma crítica, que não é, mas por critérios subjectivos como verdade insofismável não é de todo correcto</p>
<p>De &#8220;subjectivo&#8221; toda esta questão das Low cost / novo aeroporto não tem nada. Ainda hoje Fernando Pinto veio publicamente anunciar que a Portela Montijo não vai ser a opção.</p>
<p>rs
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Martins</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-564</link>
		<dc:creator>Martins</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 22:46:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-564</guid>
		<description>Entreguem o resto que falta ao espanhois!!!!!!!!!!!!!!
Eu não quero ir a badajoz tomar o plane!!!!!!!!!!!!!!&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entreguem o resto que falta ao espanhois!!!!!!!!!!!!!!<br />
Eu não quero ir a badajoz tomar o plane!!!!!!!!!!!!!!
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-563</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 19:03:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-563</guid>
		<description>Esqueci-me de mencionar que o Rui tem toda a razão num ponto: "- Aquilo que era uma possível pecha ambiental para um aeroporto de Low Cost no Montijo, não se aplica a uma ponte, ou seja, vale para o Aeroporto, já não vale para a possível ponte".
Nos estudos de impacto ambiental da ponte Vasco da Gama ao analisar os dados chega-se à conclusão que a construção da ponte Vasco da Gama foi benéfica!!! As populações de Macrozoobentos aumentaram com a construção da mesma. Porquê? O estudo preliminar foi feito já com as obras a decorrer há 3 semanas (devia ter sido feito 2 meses antes) e portanto as populações estavam no mínimo (pudera a extracção de terras, levar com cimento...), após a abertura da ponte ao tráfego e como já não era possível piorar as ditas populações registaram um aumento. Portanto não estranhem se ouvirem dizer que a ponte até nem teve grandes impactos, é como tudo depende do método de análise. :P é vergonhoso mas o país funciona assim&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueci-me de mencionar que o Rui tem toda a razão num ponto: &#8220;- Aquilo que era uma possível pecha ambiental para um aeroporto de Low Cost no Montijo, não se aplica a uma ponte, ou seja, vale para o Aeroporto, já não vale para a possível ponte&#8221;.<br />
Nos estudos de impacto ambiental da ponte Vasco da Gama ao analisar os dados chega-se à conclusão que a construção da ponte Vasco da Gama foi benéfica!!! As populações de Macrozoobentos aumentaram com a construção da mesma. Porquê? O estudo preliminar foi feito já com as obras a decorrer há 3 semanas (devia ter sido feito 2 meses antes) e portanto as populações estavam no mínimo (pudera a extracção de terras, levar com cimento&#8230;), após a abertura da ponte ao tráfego e como já não era possível piorar as ditas populações registaram um aumento. Portanto não estranhem se ouvirem dizer que a ponte até nem teve grandes impactos, é como tudo depende do método de análise. <img src='http://www.lowcostportugal.net/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> é vergonhoso mas o país funciona assim
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-562</link>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 18:02:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-562</guid>
		<description>Umas perguntas ingénuas, o que tem a resposta a ver com o post?
O fórum é lugar para classificação de ministros com m's maiúsculos e minúsculos? Se é vou ter que escrever uns post´s de várias páginas sobre alguns deles que não serão simpáticos com a opinião da maioria.
Não sabia que o TGV era compatível com o metro a circular na mesma linha, quando tiver que passar o dito os metros encostam à berma? Se calhar uma ponte com as duas bitolas para circularem suburbanos fosse mais razoável, não?
A ida ao Pinhal Novo não será já para ligar as duas redes ferroviárias? Senão a 3ª ponte podia ser feita na OTA ligando as duas linhas no aeroporto (caso fosse feito lá como acontesse com o aero de Frankfurt) com custos muito menores porque o Tejo nesse ponto é um ribeiro e distância até Évora não difere grandemente.
Pensava que a ponte 25 A tinha problemas actualmente de alguma sobrelotação e que pagar composições que andam a 350 km's hora para circular a 50 era uma irracionalidade económica, pelos vistos engano-me, certo?
Tróia que fica no distrito de Beja não pode ser acessível pelo aeroporto de Beja? As políticas regionais de integração ficam na gaveta?
Lamento se parecerá uma crítica, que não é, mas por critérios subjectivos como verdade insofismável não é de todo correcto&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Umas perguntas ingénuas, o que tem a resposta a ver com o post?<br />
O fórum é lugar para classificação de ministros com m&#8217;s maiúsculos e minúsculos? Se é vou ter que escrever uns post´s de várias páginas sobre alguns deles que não serão simpáticos com a opinião da maioria.<br />
Não sabia que o TGV era compatível com o metro a circular na mesma linha, quando tiver que passar o dito os metros encostam à berma? Se calhar uma ponte com as duas bitolas para circularem suburbanos fosse mais razoável, não?<br />
A ida ao Pinhal Novo não será já para ligar as duas redes ferroviárias? Senão a 3ª ponte podia ser feita na OTA ligando as duas linhas no aeroporto (caso fosse feito lá como acontesse com o aero de Frankfurt) com custos muito menores porque o Tejo nesse ponto é um ribeiro e distância até Évora não difere grandemente.<br />
Pensava que a ponte 25 A tinha problemas actualmente de alguma sobrelotação e que pagar composições que andam a 350 km&#8217;s hora para circular a 50 era uma irracionalidade económica, pelos vistos engano-me, certo?<br />
Tróia que fica no distrito de Beja não pode ser acessível pelo aeroporto de Beja? As políticas regionais de integração ficam na gaveta?<br />
Lamento se parecerá uma crítica, que não é, mas por critérios subjectivos como verdade insofismável não é de todo correcto
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-560</link>
		<dc:creator>Rui</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 16:03:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-560</guid>
		<description>Boas tardes ao pessoal do MOPTC.

Julgo ter visto ontem, ou Domingo à noite na SIC Noticias (a horas fora o "prime time"), a rentree do "nosso" ministro (com "m" pequeno) expressando qualquer coisa sobre o virtual Aeroporto de Alcochete, a 3 travessia do Tejo, a Lusoponte, o "negócio" que o estado português celebrou entre o Estado e a Lusoponte, e para rematar a ligação que o ex. Ministro (com "M" GRANDE) Ferreira do Amaral tem com a Lusoponte.

No meio daquilo tudo, foi passada uma imagem (tipo PowerPoint) de uma possível nova travessia (igualmente em "S"), a qual corria a zona ribeirinha da Moita, Rosarinho, e espante-se, confinava com a actual base aérea do Montijo. A localização apresentada era imediatamente da sul da ponte Vasco da Gama.

Com uma cajadada, matam-se varios coelhos:

- Aquilo que era uma possível pecha ambiental para um aeroporto de Low Cost no Montijo, não se aplica a uma ponte, ou seja, vale para o Aeroporto, já não vale para a possível ponte quiçá, os aviões poluem mais do que os carros, muito embora os heli lá estacionados provocam mais danos do que os aviões;

- O "esquiço" (esboço) da possível 3ª travessia até parece que foi encomendado pela LusoPonte,..., certamente não andam por cá a dormir, e logicamente tomaram a dianteira "condicionando" à sua maneira a decisão, reforçando aquilo que já se sabe, ou seja, temos um poder politico nesta área "fraco". Parabéns ao pessoal da Lusoponte.

- Do acordo que está celebrado entre a Lusoponte e o estado, cujo ministro duvidou da sua "oportunidade", resulta que qualquer ponte rodoviária a ser construída terá sempre o direito de preferência da Lusoponte.
- Do mesmo acordo, caso seja uma ponte ferroviária, a Lusoponte poder esse direito.
- Acessoriamente, todos os gabinetes de estudos pendem para que a ponte seja sempre de alguma forma "rodoviária". Tendências,..., estando agora na moda "estudar" a problemática do taxista, nomeadamente qual a avaliação que o cliente lhes der, se estes (os taxistas) forem apanhados a ler a "Maria". Manobras de diversão!

Do acima, é licito concluir que uma solução simples, barata e imediata como o Aeroporto do Montijo para as Low Cost, ao mesmo tempo que Portela vai assegurando um oferta comercial em queda por via do "seu sucesso" não interessa, porque não há muita gente a ganhar. Uma questão de $.

Do sucesso espanhol que nos fala o "Post" do Sérgio, está toda uma estratégia de mobilidade, onde se procura não "haver dinheiro morto".
Madrid terá a curto prazo um novo aeroporto (privado) de Madrid Sur, ligado à rede ferroviária de alta velocidade, ao mesmo tempo que Barajas está por via metropolitano.

Lisboa também poderá ter a mesma solução, solução simples, barata e que toda a gente entende.

Dignifique-se a Portela, sem luxos;
Operacionalize-se o Montijo, convidando para lá as Low Cost (ao mesmo tempo que se dá mais um balão de oxigénio à TAP-resta saber até quando!);
Os acessos a Lisboa serão assegurados pela frota de catamarãs da Soflusa (comprados com a bronca do concurso que se sabe!) e da Transtejo, os quais estão neste momento em excesso, ou seja sem serviço;
Entregue-se ao Metro (com uma fiscalização da obra e das finanças correcta e séria) a construção do Metro entre o Montijo e a Gare do Oriente, em cuja linha (em botola europeia) poderão circular comboios do Metro e TGV. Nesta solução, e dado continuidade à linha do Metro até à Portela, ficarão ligados os dois aeroportos.

Ganhava quem mora na margem sul, e mais cedo ou mais tarde o Metro terá de lá chegar (ao Montijo), e "perdiam" a Lusoponte, pois mais pessoas deixavam de usar o carro e os taxistas do aeroporto.

Atendendo ao mapa, Montijo é a infraestrutura aeroportuária que mais perto se encontra da rede ferroviária convencional e de alta velocidade (Madrid / Pinhal Novo / Lisboa). Recorde-se que ainda se mantém a plataforma ferroviária do Ramal do Montijo (embora sem carris).

Dados os investimentos na região ao nível do turismo (Sonae em Troia), a existência das Low Cost é fundamental, sendo a sua não existência um factor de desmobilização da preferência turistica, estando nesta caso Lisboa em competição com Madrid. Neste aspecto ainda, a vinda da linha de alta velocidade (pelo menos) ao Pinhal Novo é uma realidade, dado esta vila ser um importante nó ferroviário e rodoviário da margem sul, a 20 Km de Setúbal, 30 Km de Lisboa (Fertágus), isto caso não seja adoptado a solução intercambiador para que o TGV passe pela Ponte 25/04.

De tudo isto, é claro que não existe uma politica aeroportuária séria e competente, a qual oferece todas as oportunidades a Espanha, que, e muito bem sabe aproveitar as oportunidades, e igualmente os erros dos outros.

Por aqui, 8 em cada 10 euros gastos no sector do equipamento social, são perdidos. Exemplos não faltam.

Sorry, ter-me alongado, mas foi para fazer um "ponto de situação".


rs


PS1: Parabéns ao Sérgio por ter sido citado pelo Paulo Querido no Prós e Contras de ontem, cujo site regista um número de "Page views" superiores aos da televisão do estado.

PS2: Com um voo Low Cost anunciado entre Faro e Paris, imaginam o que vai acontecer ao voo da TAP (kaput). Alguma Low Cost que assegure o Faro / Amesterdão para se ficar com o "problema resolvido".&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boas tardes ao pessoal do MOPTC.</p>
<p>Julgo ter visto ontem, ou Domingo à noite na SIC Noticias (a horas fora o &#8220;prime time&#8221;), a rentree do &#8220;nosso&#8221; ministro (com &#8220;m&#8221; pequeno) expressando qualquer coisa sobre o virtual Aeroporto de Alcochete, a 3 travessia do Tejo, a Lusoponte, o &#8220;negócio&#8221; que o estado português celebrou entre o Estado e a Lusoponte, e para rematar a ligação que o ex. Ministro (com &#8220;M&#8221; GRANDE) Ferreira do Amaral tem com a Lusoponte.</p>
<p>No meio daquilo tudo, foi passada uma imagem (tipo PowerPoint) de uma possível nova travessia (igualmente em &#8220;S&#8221;), a qual corria a zona ribeirinha da Moita, Rosarinho, e espante-se, confinava com a actual base aérea do Montijo. A localização apresentada era imediatamente da sul da ponte Vasco da Gama.</p>
<p>Com uma cajadada, matam-se varios coelhos:</p>
<p>- Aquilo que era uma possível pecha ambiental para um aeroporto de Low Cost no Montijo, não se aplica a uma ponte, ou seja, vale para o Aeroporto, já não vale para a possível ponte quiçá, os aviões poluem mais do que os carros, muito embora os heli lá estacionados provocam mais danos do que os aviões;</p>
<p>- O &#8220;esquiço&#8221; (esboço) da possível 3ª travessia até parece que foi encomendado pela LusoPonte,&#8230;, certamente não andam por cá a dormir, e logicamente tomaram a dianteira &#8220;condicionando&#8221; à sua maneira a decisão, reforçando aquilo que já se sabe, ou seja, temos um poder politico nesta área &#8220;fraco&#8221;. Parabéns ao pessoal da Lusoponte.</p>
<p>- Do acordo que está celebrado entre a Lusoponte e o estado, cujo ministro duvidou da sua &#8220;oportunidade&#8221;, resulta que qualquer ponte rodoviária a ser construída terá sempre o direito de preferência da Lusoponte.<br />
- Do mesmo acordo, caso seja uma ponte ferroviária, a Lusoponte poder esse direito.<br />
- Acessoriamente, todos os gabinetes de estudos pendem para que a ponte seja sempre de alguma forma &#8220;rodoviária&#8221;. Tendências,&#8230;, estando agora na moda &#8220;estudar&#8221; a problemática do taxista, nomeadamente qual a avaliação que o cliente lhes der, se estes (os taxistas) forem apanhados a ler a &#8220;Maria&#8221;. Manobras de diversão!</p>
<p>Do acima, é licito concluir que uma solução simples, barata e imediata como o Aeroporto do Montijo para as Low Cost, ao mesmo tempo que Portela vai assegurando um oferta comercial em queda por via do &#8220;seu sucesso&#8221; não interessa, porque não há muita gente a ganhar. Uma questão de $.</p>
<p>Do sucesso espanhol que nos fala o &#8220;Post&#8221; do Sérgio, está toda uma estratégia de mobilidade, onde se procura não &#8220;haver dinheiro morto&#8221;.<br />
Madrid terá a curto prazo um novo aeroporto (privado) de Madrid Sur, ligado à rede ferroviária de alta velocidade, ao mesmo tempo que Barajas está por via metropolitano.</p>
<p>Lisboa também poderá ter a mesma solução, solução simples, barata e que toda a gente entende.</p>
<p>Dignifique-se a Portela, sem luxos;<br />
Operacionalize-se o Montijo, convidando para lá as Low Cost (ao mesmo tempo que se dá mais um balão de oxigénio à TAP-resta saber até quando!);<br />
Os acessos a Lisboa serão assegurados pela frota de catamarãs da Soflusa (comprados com a bronca do concurso que se sabe!) e da Transtejo, os quais estão neste momento em excesso, ou seja sem serviço;<br />
Entregue-se ao Metro (com uma fiscalização da obra e das finanças correcta e séria) a construção do Metro entre o Montijo e a Gare do Oriente, em cuja linha (em botola europeia) poderão circular comboios do Metro e TGV. Nesta solução, e dado continuidade à linha do Metro até à Portela, ficarão ligados os dois aeroportos.</p>
<p>Ganhava quem mora na margem sul, e mais cedo ou mais tarde o Metro terá de lá chegar (ao Montijo), e &#8220;perdiam&#8221; a Lusoponte, pois mais pessoas deixavam de usar o carro e os taxistas do aeroporto.</p>
<p>Atendendo ao mapa, Montijo é a infraestrutura aeroportuária que mais perto se encontra da rede ferroviária convencional e de alta velocidade (Madrid / Pinhal Novo / Lisboa). Recorde-se que ainda se mantém a plataforma ferroviária do Ramal do Montijo (embora sem carris).</p>
<p>Dados os investimentos na região ao nível do turismo (Sonae em Troia), a existência das Low Cost é fundamental, sendo a sua não existência um factor de desmobilização da preferência turistica, estando nesta caso Lisboa em competição com Madrid. Neste aspecto ainda, a vinda da linha de alta velocidade (pelo menos) ao Pinhal Novo é uma realidade, dado esta vila ser um importante nó ferroviário e rodoviário da margem sul, a 20 Km de Setúbal, 30 Km de Lisboa (Fertágus), isto caso não seja adoptado a solução intercambiador para que o TGV passe pela Ponte 25/04.</p>
<p>De tudo isto, é claro que não existe uma politica aeroportuária séria e competente, a qual oferece todas as oportunidades a Espanha, que, e muito bem sabe aproveitar as oportunidades, e igualmente os erros dos outros.</p>
<p>Por aqui, 8 em cada 10 euros gastos no sector do equipamento social, são perdidos. Exemplos não faltam.</p>
<p>Sorry, ter-me alongado, mas foi para fazer um &#8220;ponto de situação&#8221;.</p>
<p>rs</p>
<p>PS1: Parabéns ao Sérgio por ter sido citado pelo Paulo Querido no Prós e Contras de ontem, cujo site regista um número de &#8220;Page views&#8221; superiores aos da televisão do estado.</p>
<p>PS2: Com um voo Low Cost anunciado entre Faro e Paris, imaginam o que vai acontecer ao voo da TAP (kaput). Alguma Low Cost que assegure o Faro / Amesterdão para se ficar com o &#8220;problema resolvido&#8221;.
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dublin</title>
		<link>http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-561</link>
		<dc:creator>Dublin</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 13:30:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lowcostportugal.net/uncategorized/quatro-em-dez-passageiros-chegam-a-espanha-em-baixo-custo/2007/09/#comment-561</guid>
		<description>e como é que são os números para Portugal ?&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e como é que são os números para Portugal ?
<ul></ul>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
