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Segurança

Semanas atrás despenhou-se em Bruxelas um avião de carga da companhia Kalitta Air. Na notícia publicada no portal Iol gerou-se discussão com um comentário que associava esta companhia ao perigo das “low coast”. (sim, “coast”)

Na história de mais de 30 anos de aviação “low cost”, só houve um desastre sério de uma destas companhias, a ValuJet. Após o problema de 1998 mudou de nome para AirTran.

A segurança tem sido uma mais-valia para as companhias de baixo custo. Um novo acidente poderá abalar seriamente este sector da aviação comercial.


    9 Responses to “Segurança”

    1. 1 esgrabilhau

      a tap tb teve um grande acidente na Madeira e que eu saiba nao é low cost…..

      • 2 jarbas

        MAS DP DESSE ACIDENTE MUITA COISA MUDOU NA TAP!EM TERMOS D SEGURANÇA!

        • 3 nanto

          Não faço a mínima ideia se a manutenção e a assistência técnica das Low-cost é melhor ou pior do que a de algumas companhias de bandeira. Infelizmente quando esgotamos as justificações para as nossas ineficiências podemos recorrer ao medo e ao boato… funciona sempre.

          • 4 jarbas

            NAO ESTOU A DISSO ISSO KOMO JUSTIFIKAÇAO!!!!!!!!!ESTOU ADIZER AKILO K AKONTECEU D VERDADE!!!!

            • 5 Tabordas

              N me venham com tretas. qualquer companhia aerea pode ter um acidente, mas claro k as low cost, estao mais sujeitas, devido a n ter manutençao nos destinos k voam, é td uma questao de sorte ou de boa manutençao dos avioes. Eu trabalhei no ramo da aviaçao e ja vi companhias de renome, com certos avioes k pareciam k se iam desmanchar. Mas a maioria delas, respeita a segurança e manutençao dos avioes, apenas algum precalço pode acontecer e manchar a imagem da companhia aérea! K os avioes voem smpr seja qual for a companhia, seja de bandeira ou low cost, pk o k ta em jogo é a vida das pessoas!

              • 6 Ric

                Quando o assunto é a segurança e neste caso, relativo a ambos passageiros frota, ser low-cost ou bandeira não tem absolutamente nada de relevante, porque nem uma nem outra arriscam ao ponto de ter altas probabilidades de ter um acidente fatal e manchar o nome da companhia para sempre por algo que poderia ser evitado ou ao menos ter sido feito algo que diminuisse as hipoteses de acontecer. Questionam vezes sem conta a Ryanair, que é a mais “criticada” mas tem das frotas mais modernas do mundo e nunca teve um acidente fatal desde que entrou em serviço, e dos pequenos incidentes que teve recentemente não foi culpa de manutenção nem dos aviões. O facto de os aeroportos para que a companhia opera não tenham as mesmas condições que grandes aeroportos não diminui os níveis de segurança. Se o avião tem permissão para lá aterrar é porque o aeroporto tem o básico assegurado pela lei e consegue controlar a maioria dos incidentes como foi o caso de Lodz, Carcassone e Limoges (os tais incidentes recentes da Ryanair). Em todo o caso acidentes podem acontecer por 1001 razões.

                • 7 Jo

                  “A União Europeia tem agora uma abordagem coerente em relação à proibição de
                  companhias aéreas”, declarou Jacques Barrot, Vice-Presidente da Comissão e
                  responsável pela pasta dos transportes. “Esta lista negra afasta da Europa as
                  companhias duvidosas e garantirá que todas as companhias aéreas que operam no
                  céu europeu cumprem as mais rigorosas normas de segurança”.

                  • 8 Rui

                    Recorrendo ao Marketing (sem qq tipo de pretenciosismos) para “abordar” o tema dos acidentes, recorda-me a questão da McDonads.

                    O valor da marca “McDonalds” envolve biliões.

                    Será que a McDonalds quer arriscar a sua imagem / marca por causa de um hamburger estragado fornecido por um qualquer parceiro “paraquedista”.

                    O mesmo se aplica a uma AirBerlin, Ryanair, easy,…. .

                    Acreditem que em termos de gestão, os colaboradores das 3 acima, “não fazem aquilo que o patrão manda, mas aquilo que ele controla”.

                    Um modelo de gestão um pouco diferente do “convencional”.

                    A

                    Rui

                    • 9 marcia

                      bem devido ao preço esta interressada e ir para birmingham
                      atravez da bmi baby
                      mas talvez nao fosse o melhor
                      podem me aconcelhar?

                      Leave a Reply





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