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Tempos de mudança?

Poderemos estar a entrar num novo paradigma das “low cost” no mercado europeu. Esta é a principal conclusão de um estudo da Germanwings analisado ontem no DN.

Segundo o artigo, as rotas europeias começam a estar saturadas, sendo que as novidades serão poucas de agora em diante. A competição que moviam as “low cost” contra as companhias regulares, vai passar directa entre empresas do mesmo sector.

Na Europa, 261 aeroportos servem “low cost”. Estas têm mais de 1748 conexões e 25.686 frequências semanais.

O facto da easyJet e Vueling estarem a aderir aos sistemas de distribuição de agências de viagens é, para a o estudo da Germanwings, prova que o mercado está perto da consolidação. Da competição feroz entre “low cost”, a registar-se nos próximos tempos, algumas companhias não deverão resistir.

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10 comments to Tempos de mudança?

  • Rui Rui

    No seguimento do comentário de ontem ao post anterior, não resisto em fazer o copy past de um artigo de opinião publicado Hoje (13/11/2007) da autoria de Miguel Mendes Pereira.

    http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/columnistas/pt/desarrollo/1056817.html

    A insustentável leveza da TAP

    A questão que obviamente se coloca ao accionista Estado é: justifica-se manter uma companhia de bandeira?

    De acordo com os dados publicados na passada semana pela “Association of European Airlines”, a TAP foi a pior companhia aérea europeia no terceiro trimestre de 2007 em termos de atrasos na entrega de bagagens e pontualidade, 25ª entre as 25 transportadoras que (com louvável transparência) divulgaram dados. Não é feito de pequena monta …

    O relatório da A.E.A. não faz mais do que confirmar no papel aquilo que qualquer passageiro poderia testemunhar sofridamente de cada vez que perde uma reunião de trabalho em Bruxelas por atraso na partida do avião ou chega atrasado a um encontro em Lisboa por ter que esperar 50 minutos pela sua bagagem.

    Quem viaje frequentemente para destinos europeus já se terá acostumado ao ritual bizarro de apanhar um avião da TAP. O atraso de 20 minutos é ‘standard’, 30 minutos não é estranho e uma hora é frequente. Mais do que uma hora também acontece. Formada a fila ordeira de passageiros para embarcar, não há forma de a dissolver: a fila mantém-se escadas abaixo e estagna, desconfortavelmente de pé, à espera do autocarro, cuja chegada nunca – mas mesmo nunca – coincide com o movimento dos passageiros (a coordenação será assim tão difícil?). Suponho que deixar as “mangas” de embarque directo para as companhias aéreas estrangeiras seja uma boa forma de rentabilizar o aeroporto e poupar custos à TAP mas tal não impede que ser passageiro da TAP a partir de Lisboa equivalha automaticamente ao modo de embarque mais desconfortável possível.

    O surpreendente na actual TAP é a divergência crescente entre a melhoria dos resultados financeiros e a manutenção de um nível de serviço lamentável. Pelo menos o desastre já só prejudica os passageiros e deixou de ir comer ao bolso dos contribuintes, como é, por exemplo, o caso crónico da Alitalia ou da Olympic. Mérito indiscutível de Fernando Pinto e de quem o segurou no embate com Cardoso e Cunha. O que não impede a TAP de inspirar um desconcertante sentimento de irremediável falta de propósito.

    É verdade que a fortuna não tem acompanhado a transportadora nacional. A estrondosa falência da Swissair estragou inesperadamente um casamento que se anunciava salvífico. Depois, Fernando Pinto, ao visar a Varig, apontou inteligentetemente para uma estratégia que dotaria a TAP de sentido próprio na Europa e que a poderia catapultar para um outro campeonato. Vítima das reticências do governo brasileiro que preferiu uma falência remendada a uma tomada de controlo por parte dos “tugas”, a TAP parece ter caído num beco sem saída, para o qual já não parecem ser suficientes as soluções que pode oferecer a gestão. Trata-se agora de um problema do accionista, ou seja, do Estado. E a questão que obviamente se coloca é: justifica-se manter uma companhia de bandeira?

    Como passageiro, confesso que me é redondamente indiferente a bandeira que ostente um avião, desde que me coloque no destino escolhido a tempo e horas por um preço razoável, sem me perder a bagagem. Aliás, o sucesso das ‘low cost’ – operações puramente comerciais sem ligação evidente a determinado país – demonstra eloquentemente que a maioria dos passageiros é insensível à nacionalidade da transportadora.

    Como português, não vejo que valor acrescentado traz a TAP para o prestígio nacional. Mas sou obrigado a testemunhar os danos que lhe inflinge de cada vez que tenho de ouvir as graçolas de estrangeiros ao explicar o acrónimo: Take Another Plane …

    Pergunto-me se o capital público investido na companhia e o seu possível retorno em caso de privatização não poderia ser utilizado para melhorar alguns dos nossos hospitais ou tornar o sistema judicial em algo de sério. E pergunto-me também se as dezenas de milhar de euros que anualmente – em virtude de instruções oficiais ou oficiosas – são gastos pela Administração Pública ao comprar bilhetes da TAP a preços mais elevados do que os da concorrência não poderiam ser usados para colmatar outras tantas falhas dos serviços públicos.

    E pergunto-me, por fim: até quando?

  • TAC TAC

    Boas!Axo que como bons portugueses devemos defender o que é nosso acima de tudo! na minha opiniao sim é verdade a TAP tem a imagem 1 pouco manchanda,mas tudo isto é 1 bola de neve,é a degradaçao do serviço do handling e a saturaçao do aeroporto de lisboa !no aeroporto é aquilo que se ve, nao tem muito tempo houve 1 tap que teve a esperar uns vinte minutos num taxi way pk nao tinha stand disponivel!e na parte no handling e a porcaria d prestaçoes d serviços que foi aplicada,que so prejudica td o serviço prestado pelo agente d handling e tds os trabalhadores que aind lutam pelo um lugar e a sua valorizaçao profissional nos quadros da empresa!e outros interesses k existem por tras, so pa encher os bolsos de alguém,como é o caso da escala do funchal onde andam trabalhadores prejudicados por essas prestaçoes d serviços!Tudo isto só vem prejudicar quem viaja!
    Sim tb concordo que a concorrencia é bom para tds!pra que sejam praticados preços cada vez mais acessiveis , mas nunca devemos perder a nossa identidade!Sim acho que a TAP PORTUGAL é uma companhia de prestigio e é uma identidade a ser valorizada e a ter em conta pelo seu passado!e pelo que aind acredito, daquilo que possa vir a ser no futuro!

  • Martins Martins

    Pois a factura continuamos nós a pagar, quantos milhões mais serão necessários para transformar a tap em low cost!!!
    Até acho uma boa ideia!!

  • Pato Donald Pato Donald

    É pá, chegou a censura?

    Metam lá os meus posts

  • Pato Donald Pato Donald

    TAP.

    Nunca como agora se aplica o dizer.

    TAKE ANOTHER PLANE

  • Pato Donald Pato Donald

    Chegou a censura aos fóruns portugueses?

  •  admin

    Eu não sou o Sérgio. Eu sou o admin.
    Vocês estão doidos. Não há nenhuma censura aqui. Alguma vez ouviram falar de ataques informáticos? Tenham calma.

  • JackSlater JackSlater

    Porque é que a tap não parte para low cost secalhar para já remediava a situação e mais tarde quem sabe se não voltava triunfante

  • Rui Rui

    Ataques informáticos não há. Mas hoje até o “maçarico de bico direito” se pronunciou contra outra opção que não fosse a Ota.

    O diacho da questão é dizem que o maçarico só voam para Portugal depois do anúncio do Otário Lino (Sic. Contra Informação) lá para Dezembro. A (minha) dúvida, é que nos fins de semana acompanho os meus garotos em Belém quando praticam vela, e reparo que existem uns passacoros (não pardais) que demandam aquelas zonas,…, parece que são maçaricos.

    Será que os maçaricos de bico direito já chegaram ao Padrão dos Descobrimentos e os ambientalistas “PS” de serviço ainda não descobriram o mistério dos maçaricos.

    Rui.

    PS: Aproveito para alertar os “ambientalistas de serviço” para a chegada para breve dos patos patolas. Corro o risco de afirmar que um garoto com idade de Optimist percebe mais de avifauna do que os ditos “ambientalistas de serviço”. Pelos menos sabem os meus garotos sabem o que é uma tainha (de serviço) . :)

  • Rui Rui

    Um “sabem” a +,…, o que não poderá significar um “maçarico” a mais.

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