Para a easyJet, o aeroporto Madrid Barajas atingiu uma carga fiscal incomportável. A companhia encerrou a base tendo por justificação o alto valor das taxas e à Hosteltur reafirma os argumentos.

A deslocalização de partida de voos e o corte rotas vão provocar a descida de 9% do número de passageiros no próximo exercício em Espanha. O diretor geral da easyJet para a Península Ibérica, Javier Gandara, prevê que se transportem 13 milhões de pessoas.

O responsável afirma que as taxas aéreas em Barajas aumentaram 112% em dois anos, valor incomportável para manter a operação no aeroporto. “As taxas por movimento subiram 20%, as que se aplicam por passageiro transportado triplicaram. Os operadores mais eficientes estão a ser penalizados com valores desproporcionados”, justifica Javier Gandara.