Segundo a Ambitur, o Administrador do Turismo de Portugal, Frederico Costa, referiu num encontro com jornalistas que o Aeroporto de Lisboa “em 2009 tem condições para ser um hub de uma companhia low cost”.
Já o Presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, afirmou que as metas actuais passam por fazer crescer a Portela “com low cost ou companhias regulares” pois 50% dos objectivos definidos no fundo criado para a captação de novas rotas foi cumprido.
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Rui
23 Maio 2008 at 11:08
Com a TAP já não está na Portela, mas sim nas Pampas, das 2 uma:
1 – Nomeação de Luis Patron como novo CEO da TAP, “sacrificio” irrecusável ao Sr. Sousa;
2 – Compra da TAP pelo EDU – Eduardo dos Santos, e consequente oferta a uma das filhas pelo Natal, contornando-se assim o problema da TAP.
A
Rui
PS1. Não acredito que a Ibéria queira agarrar na TAP.
Rui
23 Maio 2008 at 11:09
Da “TAAG”.
jackslater
23 Maio 2008 at 11:14
hub low cost??? só se a TAP abrir falência.
anLuarc
23 Maio 2008 at 12:39
ahahaha… que noticia cómica…
Se abrir é para provar que a ANA n tem nada contra as LC… chega a ser cómico dp de tudo o que se passou no AFSC.
jarbas
23 Maio 2008 at 12:44
O GAJO NAO TOMOU AS PASTILHAS CERTAS!
zemvc
23 Maio 2008 at 15:10
Nova low cost na Portela?
Com viagens a 74 o trajecto taxas taxa de combustível, já sei quem é!
É a TAP.
lol lol lol lol
nanto
23 Maio 2008 at 16:12
Que usem e abusem da Portela porque so me trará vantagens.
Não acredito nesta notícia, este espaço já tem pretendentes e o Stanley Ho tratará de desmantelar a Portela quando chegar a altura certa! …e o dinheiro rolará nos bolsos de mais alguns políticos………..assim como a nova travessia do tejo e a…e a…
Helder Santos
23 Maio 2008 at 20:56
Acredito bem que a Easyjet se queira aventurar em colocar um ou dois avioes em Lisboa pois teem quase 160 avioes e teem muitos encomendados.
Ja teem 20 bases na Europa, todas em Aeroportos bem centrais e muitas vezes congestionados.
Gostam de apostar nos principais Aeroportos de um Pais, onde estao os seus clientes habituais (city-breakears, de negocios e emigrantes), sem medo dos congestinamentos, combatendo cotovelo a cotovelo a companhia de bandeira do Pais.
Se lhes dao condiçoes e tratamento especial no Aeroporto nao tardam em instalar-se.
Para Portugal seria positivo pois aumentaria o numero de turistas, mas para a TAP seria perigoso pois os seus custos sao bem superiores a Easyjet que ja deu prejuizo no final de 2007, imaginem o prejuizo que a TAP podera dar este ano com o aumento do petroleo e da concorrencia?
Vamos ver se o interesse de uma companhia aerea a TAP vai prevalecer sobre o interesse do resto do Pais.
Vamos ver o que a ANA que é detida pelo Governo Central assim como o Tap fara?
Se o Norte ou o Algarve tivessem Governos Regionais com estrategias regionais de turismo a que vidas que em Faro ou Porto haveria uma base aerea da Ryanair e talvez da Easyjet.
D.Francisco
26 Maio 2008 at 2:47
É só rir…:-)
Rui
27 Maio 2008 at 18:13
…., a chorar por mais.
Atendendo a que toda a estratégia rosa relativamente à politica (!) – se é que isso se pode chamar – aérea e ferroviária esteve dependente da Ota, que depois acabou por ser transferida para Alcochete, de que o F.Pinto deu um forte apoio à Ota, “sonhando com um novo aeroporto”, de que o anúncio dos fantásticos resultados de 2007 quando já se sabia que desde o final do ano passado o negócio estava a ir pelo cano, que a sedução das Low Cost para Beja foi um flop – monumental, agora todos os (ir)responsáveis desataram a disparar em todos os sentido.
No caso, o amigo do Sr. Sousa a que o post se refere, ontem foi o Prof. Doutor Paulo Campos “cuspindo para o ar” dizendo que subscrevia os despedimentos na TAP e PGA.
Por acaso (apenas por acaso) sabe o D. Francisco quantas pessoas dependem da TAP directa e indirectamente, e que estão agora como nunca expostos a uma cenário de desemprego.
Junte-se o pessoal da TAP PGA, Goundforce, Portway, CateringPor,…., e chega-se a um cenário de que ninguém agora quer ser directamente responsável por não ter tido a atenção suficiente sobre as Low Cost.
Só na TAP são 8.000 o que a multiplicar por um agregado de 4 pessoas dá, nada mais nada menos de 32.000 pessoas.
É muita gente, e isso deverá merecer a atenção de todos, os quais diga-se desde já acabam por ser vitimas da ausência de qualquer estratégia para o sector, estando ao sabor de interesses de terceiros.
A
Rui.
PS. Se ler com atenção anteriores post e comentários, está lá o cenário daquilo que agora se está a passar. Literalmente tudo.
PS2. Agora finalmente com o Dr. Jorge Colho na Mota-Engil (infantaria pesada) vai-se finalmente repor a ordem das coisas e dar à Mota-Engil (construtora do regime rosa) aquilo que ela tem direito, mesmo que 50.000 ou mais estejam em causa.