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A fusão entre a Vueling e a Clickair poderá ser uma realidade no próximo Outono. Segundo o presidente da Iberia, Fernando Conte, as negociações estão “muito avançadas”, mas ainda está falta a assinatura de um memorando de entendimento.

O diário espanhol Cinco Dias, revelava na semana passada que o actual CEO da Vueling, Josep Piqué, poderá ser o presidente e o CEO da Clickair, Alex Cruz, o CEO da nova companhia.

As negociações avançaram nas últimas semanas e a distribuição de capital da nova empresa já deixou de ser um problema.

Fonte: Presstur


    1 Response to “Vueling-Clickair no Outono 2008?”

    1. 1 Rui

      Sendo o mercado da Portela para Madrid de 30%, a união destas duas companhias as quais compartilham a mesma base de outsousing da Accenture não pode ser boa para a TAP.

      Não que a Accenture cometa qualquer inconfidência relativamente à TAP de que também é fornecedora de serviços - Fusão da TAP Portugália, …., apenas o facto do prato pender demasiado para o lado de lá.

      A

      Rui

      PS. O atraso que o Ministério de Fomento espanhol está a dar às ligações ferroviárias em Alta Velocidade de e para Portugal (Lisboa) face ao Levante espanhol, sugestionam que Portugal, para além de relegado para segundo plano, está a ser dado à Ibéria mais à sua subsidiária Clikair (Vueling) para exploração comercial, compensando as perdas que estão a verificar-se devido à exploração ferroviária renfe - AVE entre as principais cidades espanhola.

      É claro que não é preciso ser-se muito inteligente para se constatar que a aposta de Espanha relativamente a Portugal é “marginal”, esperando-se que em Badajoz seja construido um parque de estacionamento para quem quiser apanhar aviões da Rya em Badajoz, e um “Porto Seco” para as mercadorias descarregadas por comboio e avião nesse aeroporto ou nas proximidades do mesmo. Nesse aspecto a opção da localização da estação ferroviária de Alta Velocidade de Badajoz deve ter sido determinante.

      Não é Espanha que exclui Portugal, mas o contrário. Para Espanha, o tempo é um “bem” escasso. Para Portugal o tem é algo que promove a especulação imobiliária, financeira, sanitária, social, educacional…. :D

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