As low cost têm perseguido a TAP. São responsáveis pela grande redução das receitas?
Também. No início não acreditava que fosse um mercado tão grande e que surgissem tantas low cost a operar em Portugal, umas 30 empresas quase. É claro que existe aí um mercado, que é variável e com rotas que se iniciam e param. A TAP teve de competir nas tarifas e mudar o sistema tarifário para permitir usar os lugares que não preencheríamos de outra forma. A grande vantagem que trouxeram foi terem criado um novo mercado, com origem na Internet, que nos beneficiou, porque o cliente pesquisa os preços das low cost e descobre que a TAP tem uma tarifa extremamente interessante e acaba por voar connosco.
Fernando Pinto, CEO da TAP, in DN – 31.01.2010

2leep.com
Siga-nos no Facebook:
jackslater
31 Janeiro 2010 at 19:44
Sou gajo para comprar umas acções.
Pedro Barros
2 Fevereiro 2010 at 16:22
A fama é tal, que até o entrevistador perguntou ao Fernando Pinto se acha que os funcionários da tap não são simpáticos para com os passageiros. E o pior é que não é só fama, é mesmo a realidade…
Pingback: O ataque das low cost | LowCost Portugal