Segundo o Diário Económico, o aeroporto de Beja poderá servir de centro de manutenção dos aparelhos da Ryanair.
Depois de perdida a oportunidade de instalar a manutenção de aeronaves da TAP, a Empresa para o Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB) afirma que as prosseguem as conversações com a Ryanair para o estabelecimento de rotas e base de manutenção a partir de 2009.
Sérgio Bastos, Junho 30th, 2008,2leep.com
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Rui
30 Junho 2008 at 11:33
Julgo que aqui já foi escrito.
O Aeroporto Internacional de Beja, vai ser a base no deserto do Mohawe, ou seja, caso a Ryanair venha a ter de parar aviões, vai fazê-lo em Beja, dando finalmente um argumento (possivelmente o único) para a construção do “aeroporto”.
Entretanto na falta de companhias aéreas interessadas em operar em Beja, a Força Aérea Portuguesa não deixará de marcar a sua presença na cerimónia de inauguração.
Mais uma que a blogosfera acertou:
A
Rui
Wilson Morgado
30 Junho 2008 at 11:43
se for como o centro de operações que era para ser instalado no Porto bem podem ficar sentados…
Viagens Lacoste
30 Junho 2008 at 13:09
Que a Ryanair tenha muita sorte em Beja, que os turistas venham em razoável número para o Alentejo que é bem bonito e tem vários pólos turísticos como Évora e toda a zona ao redor, o Alqueva, as próprias vilas do Baixo Alentejo como Serpa ou Moura e ainda o Litoral que com boas ligações é acessível de Beja. E caso as rotas sejam boas viajarei por lá porque infelizmente não temos Ryanair em Lisboa.
1 abraço
vanda
18 Abril 2011 at 20:51
tem toda a razao pois a Ryanair faz falta em beja pois eu vivo em evora e para apanhar o aviaõ para hollnd tenho de fazer 4 h de viagem ate faro e passar la a noite pois tenho de estar no aeroporta as 5 h da manhã fazia mas jeito aki em beja e quanto mas rapido melhor pois tenho k la ir este ano ainda
Rui
1 Julho 2008 at 23:13
Vamos lá ver se Beja não será um ponto terminal de muitos aviões, nomeadamente para os da ex-PGA, criado pelo Estebes Queiróz com a ajuda de Sousas Monteiros Augustos MAteus, mesmo sem o saberem.
Concretizando-se o estacionamento de aviões economicamente desinteressantes, só faltam os sucateiros para tratarem do resto.
Beja poderá ser um centro de Inspecção onde se adquire licenças para abate de aviões, quando logo ali ao lado, em Évora existe um pólo de excelência tecnológica para a construção e desenvolvimento de novos aviões.
A
Rui
Joao
4 Julho 2008 at 17:08
é impressionante a medicriocidade dos comentários. de pessoas que nem fazem ideia como funciona uma Low Cost como a Ryanair. Eu sou trabalhador da Ryanair, e admitindo que nem tudo é perfeito, por as vezes esticar-se demais a corda para poupar nas despesas, e isso condicionar o serviço aos clientes. Contudo, a Ryanair tem nos seus planos estabelecer uma base em Portugal, sendo isso muito complicado porque Portugal é um pais de tachos e num pais de tachos é muito complicado conseguir licenças para ter uma base no Porto, em Faro ou em Beja(os sitios que são falados entre o pessoal aqui na Ryanair). Faro já está na lista de briefings que os Pilotos tem de cada base espalhada na europa! Pelos vistos a Ryanair nao estava a mentir!? Mete-me confusão como não conseguem ver paises como a Polónia que tem já várias rotas, e à custa disso consegue desenvolver economicamente muitas zonas que dantes nao o eram. E eu que o diga pois falo com os passageiros todos os dias. Mete-me tambem muita confusao que em Portugal so possam existir aeroportos fora de série, quando ao contrario do o Sr. Fernando Pinto pensam ou deixa de pensar, talvez as LC nao sejam as primeiras a fechar portas, porque estas são as que tem os custos melhor controlados e sistematizados. Como se o petroleo fosse caro para uns e barato para outros!? E as pessoas em Portugal terao que aprender a olhar com outros olhos para as Low Cost, deem uma olhadela no mapa de destinos da Ryanair e vejam como é ridiculo Beja ainda nao ser uma base por nao haver regime de gestao definido pelo governo (a poucos meses da abertura!!!!!), Faro não receber mais destinos porque as taxas aeroportuaris fazem lembrar Heathrow (projecto de construçao muito arrojado?), e como o Porto tem o melhor aeroporto regional da europa, mas como isso serve muito pouco de consolo, pois o aeroporto está as moscas o ano todo! Isto claro comparando com a Europa inteira, onde pequenos aeroportos aeroportos tratam muito bem do assunto. A historia do novo aeroporto de Lisboa é de chorar a rir, quando o correcto seria ter uma politica de descentralizaçao (Beja, Covilha, Bragança) para receber trafego europeu low cost ( que é o que vai crescer mais no futuro, e é desta forma que a europa avança e Portugal fica atado a um desenvolvimento escasso e lento, muito devido á incompetencia dos governantes, que nao tem capacidade para escolher pessoas realmente capacitadas para fazer desenvolver este sector! e de uma vez por todas acabar com essa papa TAP-ANA, para finalmente deixarmos de ver em Portugal situaçoes como a do Ap. Faial vs Ap. Pico, únicas na Europa. E os Portugueses a dormir…
Andre C
18 Julho 2008 at 23:42
Não poderia concordar mais com o João. Pessoas falam daquilo que não sabem. Não espanta pois o “tolo diz o que sabe e o sábio sabe o que diz”. Quando é que Portugal vai finalmente entender que não é só Lisboa que constitui o nosso país?! O português é muito vaidoso! Esse é o problema meus amigos. Conduzem Mercedes e comem pão com manteiga, exibem “arrojados e pomposos trajes” todavia são os primeiros a correr para os Saldos…ACORDA PORTUGAL! Viajar já não é um luxo. Voar já não é fruto de luxúria e sinal de poder. Graças às companhias de lowcost como a Ryanair, a Easyjet…e muitas muitas mais. Chama-se a isto evolução. São estas as empresas que fornecem aos habitantes dos respectivos países viajar para as suas casas e famílias emigrantes por preços acessíveis aos “mais pequenos”. São estas as empresas que (por exemplo) possibilitam uma interligação de ilhas com o Continente por preços justos e aceitáveis. Sim porque há mais uma coisa que o imodesto português esquece. As áreas autónomas. E 500 a 600€ para um bilhete da Lisboa/Porto para o Funchal…(deixo este pensamento convosco caros leitores) Para não salientar os voos Lisboa-Porto. Pagar pequenas fortunas para viajar no meu pais numa distancia absolutamente “risória”. Mas quando toca a grandezas mentais o trajecto Lisboa-Porto torna-se Sydney-Heathrow. Afinal o nosso país é enooooooorme. Mas quem quer luxo e não concorda em viajar com lowcost…pois muito bem. Têm outras companhias à disposição! (apesar de continuar a achar (pelo que vejo no meu dia-à-dia) que as Senhoras “Louis Vuitton” são as primeiras a preferir embarcar nos aviões de lowcost…cof…cof)
É deveras importante desenvolver áreas fora das capitais e habilitadas para tal. O nosso governo terá de se mentalizar que existem muitos pólos e pontos estratégicos que poderão representar futuro frutos de desenvolvimento para o PAÍS inteiro.
Pegando no exemplo do João. A Polónia! Warsaw,Szczecin, Rzeszów, Wroclaw, Gdansk, Krakow, Lodz, Katowice, Poznan,etc,etc,etc são alguns dos destinos num país que (sinceramente….e tendo em conta o ordenando mínimo nacional) poderá ser comparado ao nosso país. Quem viu a Polónia há uns anos atrás e quem a vê agora!
Também trabalho para a Ryanair e também sou português. Se calhar não o diriam pelo que escrevi. Mas é inevitável não sentir orgulho na acção governante do nosso pais. É hora de evoluir PORTUGAL! Acordem! Espero que as negociações com Michael O’Leary estejam mesmo avançadas e que para breve Portugal abra os olhos a uma base para a competitividade positiva.
Helder
21 Julho 2008 at 0:14
Se o Norte ou o Algarve tivessem um Governo Regional eleito pela populaçao da Regiao e que se ocupasse da educaçao, saude, ambiente e politica de transportes da regiao, assim como gestao dos portos e aeroportos das respetivas regioes como sucede na Madeira e nos Açores ha muitos muitos anos que o Porto e Faro teriam uma ou mais base Low-Cost e o Norte de Portugal em lugar de ser a regiao do Pais com a maior taxa de desemprego do Pais seria a regiao que puxaria pelo resto do Pais.
Mas no continente é Lisboa e os Governantes da Republica de Lisboa que decidem pelo destino do resto do Pais.
Em 1998 os portugueses votamos que estavamos de acordo que fossem os Governantes de Lisboa a decidir tudo no continente quando votamos contra a criaçao de Governos Regionais eleitos pela populaçao da Regiao como existem na Madeira e Açores e que se ocupam da educaçao, saude, gestao de portos e aeroportos regionais assim reinvestimento dos impostos recolhidos na regiao.
Por isso no continente as decisoes sao mais lentas porque nao ha ninguem para decidir, nao existem Governos Regionais e o Governo de Lisboa nao olha para o resto do Pais.
Rui
21 Julho 2008 at 20:47
Parabéns SB,…, isto está a pegar fogo
Aqui no site bo SB, ninguém, mas rigorosamente NINGUEM adopta uma postura contra as Low Cost, nem contra ninguém, aceitando-se pontos de vista e opiniões diferentes. No entanto o “ponto de confluência” são as Low Cost / Fares.
De uma forma geral, TODOS, têm como os lideres das Low Cost pessoas capazes que fazem suportam as suas opções / actos de gestão em bases académicas, não estando por isso NO mercado empiricamente ou condicionados mediante determinada força politica / ou grupo de pressão (lobbi), no caso – A construção civil.
Na linha do acima, merece pouca sustentação, o cenário por exemplo de uma Ryanair encerrar a sua base em Valência para abrir um base em Beja. Caso sejam de facto colaboradores da Rya, devem estar bem cientes deste facto, ou então o marketing interno da Rya não funciona.
Para mais, compreende-se a necessidade (politica) da opção Beja se afirmar perfilada com um operador de Low Cost de grande prestigio, no caso a Ryanair. estando (eu) na pele da Rya, ficava muito honrado por isso.
Por outro lado, os colaboradores na Rya deve circular a informação, sendo por isso do conhecimento das negociações existentes entre a Maribel e o Aeroporto de Badajoz, o qual está a ser alvo de obras de remodelação, as quais estão a articular com o TGV – Liboa / Madrid. Logo aqui neste aspecto a “capital” manchega apresenta-se com mais vantagens competitivas que Beja.
Certamente que por falta de tempo, não houve oportunidade de pesquisar mais informação, pois se o houvesse, certamente haveriam de descobrir o suporte conceptual do Aeroporto Internacional de Beja, o qual assenta num “fantástico” estudo de Alberto Mateus e Consultores, admitindo por exemplo a importância da exportação de pescado a partir de Beja, bem como, o facto de ser Beja um aeroporto alternativo de Faro e da Ota. Exactamente isso,…., da Ota 8aquele foi chumbado pelo próprio “governo”.
Por outro lado, para a blogosgera merecem pouca credibilidade as noticias postas a circular de determinada fonte de informação, dado não ser credível que “aquilo que não é bom para a TAP é bom para a Rya”. Estamos a referir o caso da “transferência do Centro de Manutenção da TAP para Beja”, cenário que como se sabe não se virá a concretizar por manifesta falta de capacidade financeira da TAP, e como a Rya dá mais valor ao dinheiro,…
Et voilá,…., fica aqui um desinteressado “desmentido” da blogosfera.
De qualquer forma, um muito obrigado pelo desafio.
A
Rui
jackslater
21 Julho 2008 at 21:13
Mas a Ryanair vai mesmo desistir da base em valencia?
João Pedro
22 Julho 2008 at 2:29
Na Linha do acima, se se estava a referir a mim, creio que não respondeu a nada do que eu escrevi. Porquê a Ryanair fechar Valencia? Porque não abrir Beja ou noutro ponto do pais?
Marketing dentro da empresa? Confuso…
Ric
22 Julho 2008 at 15:32
Não vai desistir da base em Valencia. Vai apenas fechá-la temporariamente durante o periodo mais fraco do Inverno (4 de Novembro a 19 de Dezembro). Voos de Valencia para alguns dos destinos continuam durante esse periodo, mas os aviões a operar o voo em vez de estar baseado em Valencia estão em outras bases.
Rui
22 Julho 2008 at 19:35
Falta dizer que o custo da decisão da Rya relativamente a Valência representa cerca de 80.000 pax a menos.
Dado o clima em que actualmente operam as companhias aéreas, nada daquilo que “é tomado como seguro” até agora é facto consolidado para o futuro.
Estudos e análises que suportaram por exemplo a construção do novo aeroporto de Lisboa devem ser postos em causa devido às alterações “volatilidade do sector”.
Se atendermos aos modelos matemáticos da suposta evolução do mercado, ele (modelo matemático) assenta em séries matemáticas que até 2007 verificaram e PROJECTARAM aumentos de tráfego.
Contudo pessoas como o Prof. de Neufville defendem que todo o histórico deve ser “esquecidos” e partir-se de análises bem ponderadas face às mudanças que se conhecem por exemplo ao nível dos combustíveis.
Para os mais atentos, e nisso julgo que este “forúm” o compreende, reflexos das mudanças estão a verificar-se já nas viagens de laser no longo curso, como são os exemplos das viagens para o Brazil e Américas do Sul.
Como reflexo disso, no sentido de racionalizar custos, a Ibéria por exemplo (certamente aproveitando o interesse da BA na compra da própria Ibéria) estabeleceu acordo com a BA no sentido de acertarem uma estratégia concertada para a América do Sul e não só.
Por contra-ponto a TAP apenas se deslocou a Angola no sentido de tentar obter mais licenças e certamente “vender dívida” ao EDU sob a forma de troca de participações.
E é assim, pode-se ler hoje no Jornal de Negócios que a TAP em Junho chegou aos 4,1 mPax, não adiantando porque preço.
Ao passo que as outras companhias (de bandeira e low cost) projectam a sua actividade após 2009, por aqui fica-se com a sensação que se “pode dormir descansado” com as tremendas capacidades de gestão do Grande Timoneiro “Mau TSÉ Pinto”.
Da série “Acredite quem quiser”, vamos poder ficar plenamente descansados que a Rya vai mesmo operar a partir de Beja.
A
Rui