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Bragança quer cativar aviação “low cost”

É ambição do presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, que o aeródromo que está sob a alçada da cidade se torne um aeroporto regional.

“Este aeródromo poderá, para alguns voos de média dimensão, servir de alternativa a uma situação de impossibilidade de aterragem no Porto", constata.

Entre outras medidas, encomendou um estudo para a ampliação deste equipamento aeroportuário que, com enfase no fazer chegar mais turistas à região, se propõe avaliar a melhor forma de cativar mais vôos de companhias aéreas de baixo custo e de "tradicionais".

“No final deste quadro comunitário de apoio gostava de ver voos de baixo-custo a operar em absoluta regularidade neste aeródromo”, afirmou

Fonte: O Primeiro de Janeiro

, Julho 6th, 2007,

2leep.com

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7 Comentário sobre Bragança quer cativar aviação “low cost”

  1. Rui Responder

    6 Julho 2007 at 22:53

    Adoráveis estes “nossos” autarcas apenas comparáveis aos governadores civis.

    Quando percebem que a pouco e pouco estão a definhar é que se olham a si mesmos e percebem que ganharam a “Doença dos pezinhos”.

    Especialmente quando não tem cura, e quando não há “caroço” para pagar a AIRCONDOR inaugurada pelo “nosso” ex GUTERROS.

    em http://www.esnips.com

    pesquisar

    Caminando Por La Calle.mp3

  2. Martins Responder

    7 Julho 2007 at 9:20

    Palavras para quê, são artistas portugueses!!!!!!!

  3. aviator Responder

    7 Julho 2007 at 17:10

    Vamos la por ordem nas ideias deste Sr.autarca que parece ter muito pouco bom senso acerca desta matéria!

  4. . Responder

    9 Julho 2007 at 12:17

    Eu por acaso sou a favor da ideia, não voo entre grandes cidades, até porque confesso não sei o factor cultura, historico, turistico num raio de 100/150km do aerodromo.
    Mas já viajei para aeroporto piores na ryanair, aterrei em bolonha que aquilo parecia mais uma paragem de autocarro, mas a verdade é que me fez chegar a londres, que era isso que me interessava e a qualquer pessoa que apanha um avião. Digo eu..

  5. j Responder

    15 Julho 2007 at 14:56

    Parece-me uma optima ideia do Sr. Jorge Nunes.A região transmontana tem muitas potencialidades turisticas e com a auto-estrada que está projectada até ao Porto, a opção faz ainda mais sentido.A AEROCONDOR encontra-se na situação em que está porque nunca se actualizou e faltou ao respeito “anos a fio” aos seus passageiros na linha Lisboa-Bragança.Foi a OMNI a unica companhia que encarou o servço com seriedade, mas devido a interesses politicos foi substituida pela vergonha da AEROCONDOR e os seus short´s maravilhosos!!Como o aérodromo de Bragança tem condições, é importante que a região de turismo se esforce em fazer “pactotes turisticos” com as camas k tem ao dispor.Avante com a ideia!

  6. victoria Responder

    26 Junho 2010 at 10:29

    eu sou a favor 100 % portugal nn deve ser um pais costeiro …a extremadura precisa de incentivos …..este aeroporto facilitara sem duvida a minha locomoçao. bem melhor que ir naquelas caminhonetes .

  7. RAASN Responder

    16 Janeiro 2011 at 15:52

    Le Castellet (Circuito Paul Ricard) tem uma faixa de 1750m de extensão e recebe o B-737 e o A-319, logo não entendo a obsessão pelos 2300m de faixa, quando mais importante seria reforçar o piso da já existente para receber maior tonelagem, bem como alargá-la para 45m. Também não entendo a obsessão por 2 faixas paralelas sem taxiway!!!, quando é muito mais importante um taxiway em toda a extensão dotado de saídas em número suficiente para permitir o escoamento mais rápido do tráfego.
    Querem gastar dinheiro em LPBG? Comecem por enterrar os cabos eléctricos existentes na zona de aproximação, parece-me ser muito mais racional, é que sabem meus amigos, acho muito bem que haja aeroportos no interior, mas se o resultado final for como parece já ser o caso um elefante branco (como aliás há outros) eu como contribuinte estou no meu direito de dizer não muito obrigado !
    Olhem para o exemplo de Castellet , isto é, primeiro criem condições para atrair operadores, eles que venham, e depois então à medida que o volume de tráfego assim o justificar efectuem obras de expansão estritamente necessárias.

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