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Comércio açoriano quer aviação low cost

Mário Fortuna - CCIPDNo final de 2009, um documento da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada (CCIPD) alertou para que a viabilidade de cerca de 70% da capacidade turística do arquipélago está risco se não forem criadas operações aéreas “low cost”.

O presidente do CCIPD, Mário Fortuna, afirmou à agência Lusa: “não é possível adiar mais a revisão do modelo [de transportes aéreos para os Açores] sem causar mais danos ao sector do turismo, um dos poucos em que a região ainda pode crescer e em que ainda tem infra-estruturas construídas para rentabilizar. [O modelo actual está] formatado em função do consumo interno, da conveniência dos residentes viajantes, o que anula por completo a competitividade do destino turístico Açores”.

A abertura dos Açores à aviação “baixo custo” continua em discussão.

, Janeiro 4th, 2010, Etiquetas:, , , , ,

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21 Comentário sobre Comércio açoriano quer aviação low cost

  1. arroba Responder

    4 Janeiro 2010 at 11:29

    Para uma lowcost operar para lá era necessário mudar radicalmente o modo de financiamento da SATA Air-Açores dentro do arquipélago (quando com ligação de/para outros voos fora dos Açores), e da SATA Internacinal + TAP! Não me parece que o Governo Regional dos Açores ponha em causa a viabilidade económica das suas meninas só para ter uma lowcost a trazer alguns turistas, e sem garantias de sucesso. Penso até que as vantagens no fim seriam quase nulas. ou até negativas para os Açoreanos
    Para encher hotéis com turistas de lowcost era necessário que os Açores (pelo menos algumas ilhas – Terceira, S Miguel) fossem idênticas à Madeira em condições-qualidade, e isto ainda está longe de acontecer. Têm um tipo de turismo diferente, e por mim ainda bem.
    Mesmo o ‘mercado’ de passageiros residentes só é significativo nas épocas altas.
    Acho que agora o único interesse está apenas em voos charter, já que é sazonal. Lowcost não opera para sítios só porque alguém o deseja, mas porque dá dinheiro garantido às transportadoras.

  2. Joao Guerreiro Responder

    4 Janeiro 2010 at 15:47

    Duas ou três ligações semanais era melhor que nada!

  3. Pedro Leite Responder

    4 Janeiro 2010 at 17:25

    De acordo com o “arroba”.
    O turismo dos Açores não pode ser de “pé rapado”.
    Ninguém quer estragar os Açores ou querem?

    Vá lá… aquilo até dá bastante lucro e assim deve continuar.

    • Turbofan Responder

      10 Maio 2011 at 1:16

      Mas qual turismo de pé-rapado? Conheço emprersários que voam em lowcost. Conheço gente rica (são espertos e por isso é que chegaram a ricos) que voam em lowcost. Turismo pé-rapado é o que vai em charters aos Açores, já com tudo incluido avião/hotel/transfers e não gastam um tusto para além do que já pagaram. Há clientes de hoteis de 5 estrelas em Portugal que viajam em lowcost. Os Açores não são um destino de hóteis de 5 estrelas por isso deixe-se de manias anti "pé-rapado". Turismo "pé-rapado" é o que já têm nos Açores, baseado em hóteis de 3 estrelas (no máximo 4 estrelas), ou na maioria em pensões e estalagens. Seja realista.

  4. Pedro Responder

    4 Janeiro 2010 at 17:45

    Ainda não percebi as criticas aos subsidios dados às LC quando as companhias de bandeira também os recebem, com a diferença que as LC têm os aviões cheios!
    Não sei qual o problema dos turistas que viajam em LC. Se viajam é porque têm dinheiro para gastar no local de destino como para o hotel, etc. Isso é mau? mais dinheiro a entrar, mais emprego…ou há lá excesso de trabalho e não precisam de mais?!

  5. ROLANDO Responder

    4 Janeiro 2010 at 19:27

    Boa Noite,
    É com prazer que volto a opinar novamente sobre este assunto.Afirma-va há algum tempo que a sociedade Açoreana movimenta-se para que o comceito Low Cost nos Açores fosse uma realidade (2010). É com orgulho que vejo este assunto neste forum a ser novamente comentado.
    Sr Arroba, não percebe o seu comentário e se me quiser explicar ficava-lhe grato. Contudo posso dar-lhe 3 motivos para ter-mos nos Açores LC,
    1-Região ou lugar que não optar por este conceito deixa ter ter turismo e julgo que os Açores não isso .
    2-Com os preços que são praticados se a Ryanair concorrer ao concurso ganha de certeza absoluta.
    3-E o mais provavel os dois sistemas com SATA/tap a cobrarem 300 euros média, e Ryanair os seus preços, vinha ou não aos Açores, pois eu ia Várias vezes ao Continente.
    Julgo que as vantagens não seriam quase nulas, as vantagens seriam muitas para as companhias aéreas, hotelaria, restauração, emprego , se o governo regional subsidia a vinda de turistas porque não faze-lo a uma companhia LC o destino entrava no circuito e era gente de todo o lado a visitar-nos ex: PAR.LIS.PDL.OPO.PAR.
    Para terminar eu viajo em companhias LC á partida de LIS e OPO mas não sou turista lowcost a diferença é que antes pagava uma viagem cara e tinha que ficar num hotel barato, agora é exactamente ao contrário.
    Saudações que venham as LC o sucesso é garantido.

  6. arroba Responder

    5 Janeiro 2010 at 9:36

    Rolando, começo por desejar um óptimo ano a si e a todos os compatriotas do arquipelago dos Açores.
    Não tenho dados oficiais, mas geralmente os passageiros usuais nas lowcost não são do tipo de turista mais apecetivel aos hoteleiros – óbvio que se alguém pagar por uma viagem 5€ a 50€ não estará muito disposto para se instalar num dos novos hotés de luxo da marginal de Ponta-Delgada, criados a pensar nos turistas de cruzeiros, mas que estão em vias de ficar às moscas (não será esta a razão da notícia?).
    É claro que para os Portugueses que desejam viajar mais barato AçoresContinente do que ir de comboio de Lisboa ao Porto seria uma excelente notícia. Mas porquê criar ligações lowcost à ilha que tem melhores e abundantes ligações e não à Terceira, Faial ou mesmo Pico para promover o turismo aí?

    Agora pergunto porque o Governo (incluindo o Regional) não adopta o mesmo príncipio que a Madeira têm (abertura do mercado = preços mais baixos para todos mesmo os da TAP & SATA)?
    Talvez porque tem duas meninas Xatas… quase certo que uma iria entrar em crise rapidamente pois são subsidio-dependentes, quer dos subsídios da região como do governo central.
    O sistema actual não está montado para turismo e sim para dar a oportunidade aos açoreanos de terem ligações ‘fáceis’ diárias ao continente e entre ilhas a um preço ‘acessível’.

    Sobre o seu último parágrafo, o turismo actual não é subsidiado (apenas quando o destino é uma ilha dos Açores sem ligação directa ao Continente ou Madeira) mas sim regulamentado. Por isso as actuais niveis tarifários – como as tarifas mais altas são restritas a um determinado preço (que para muitos já é alto) as tarifas mais baixas são relativamente caras para compensar isto, e ainda há a obrigatoriedade da reguilaridade nas ligações mesmo se não houver muitos passageiros (e que no inverno é regra!).
    Sem dúvida um mercado apetecível nas épocas altas, mas muito diminuto no restante ano – logo deduzo que o ideal continua a ser voos charter, como foi durante muitos anos na Madeira até serem criadas condições para as lowcost.

    Se acha que alguém deve pagar para ter estas oportunidades só espero que seja o Governo Regional na totalidade!

    • Miguelx Responder

      8 Maio 2011 at 10:59

      Criar hotéis a pensar em turistas de cruzeiro é um tremendo tiro no pé, o cruzeiro por si só já fornece alojamento, eu já fiz vários cruzeiros e nunca dormi fora do navio, acho que há aí qualquer coisa nesse pressuposto que não bate certo! E dentro da Europa tento sempre viajar em LC dando-me isso oportunidade de ter mais dinheiro para gastar no destino em hotéis e restaurantes, por isso não vejo de modo algum que o LC para os Açores seja prejudicial antes pelo contrário! Acho que se devia era acabar com estas regulamentações governamentais e as subsidiodependências e deixar o mercado funcionar!

  7. Tiago Silva Responder

    5 Janeiro 2010 at 16:34

    Sou residente em SãoMiguel há 6 anos. Acho incrível pensar-se que as Low Cost não sejam viáveis na região. O objectivo de um comércio livre é servir da melhor forma o cidadão. E no que concerne ao espaço aéreo açoreano isso não acontece porque não há um princípio comum das novas sociedades: Concorrência!!! Julgo ser escandaloso o que se passa e mais incrível é não ver um movimento cívico na região que se oponha a este problema.
    É óbvio que uma pessoa a viver no continente quando vai pensar nas suas férias ou numa escapadela de alguns dias e vê as viagens para o centro da Europa a 70 ou 80 € e para Ponta Delgada a 250 €, qual será a que ele vai escolher??? Parece tão óbvio que nem sequer merece discussão. Depois não se podem admirar com a perda de turistas.
    Mesmo para quem reside no arquipélago, a entrada das LC permitiria ir ao continente muitas mais vezes, havendo um maior fluxo de pessoas entre o continente e a região.
    Em suma, enquanto a SATA for um negócio para explorar os residentes da região, o turismo nunca se desenvolverá e as “pontes” entre Portugal Continental, Europa e a própria região, nunca serão efectuadas.

  8. ROLANDO Responder

    5 Janeiro 2010 at 23:57

    arroba, muito obrigado pelos desejos o mesmo para si e seus.
    Começo por lhe dizer que foi com agrado que recebi o seu novo comentário pela forma simpática que o fez (pouco habitual em alguns foruns), e com algumas pessoas. Sou leigo em termos técnicos de aviação,mas é uma paixão viajar, e no caso dos Açores julgo que intervir neste forum e outros não é nada mais do que exercer a minha cidadania, falar, denunciar, dar a conhecer o que está mal e os “governantes” afirmarem exactamente o contrário. Julgo que ambos sabemos que a politica aérea nos Açores não está bem, (e mais alguns milhões).
    Gostaria de lhe dizer que não sou sectarista, mas a começar provavelmente por S.Miguel pela dimenção, Terceira em segundo lugar, pelo mesmo motivo e Pico/Horta, porque a distribuição pelas outras ilhas pode ser feita de avião ou barco (Maio a Outubro). Contudo nunca serão os residentes as encherem os aviões.
    Concordo com quase tudo no seu comentário, só discordo do sistema charter, que está a ficar ultrapassado pelo LC as pessoas cada vez mais querem decidir as suas férias.
    O preço das tarifas serem tão altas por causa do serviço publico é comversa de politico, se é assim tão mau, porque é que temos todos que pagar 20 milhões de euros à falida Air Luxor que ganhou o 1º concurso concorrendo e ganhando o mesmo sem indeminizações, podiam ter deixado o mau para os outros a SATA INT. éra só uma companhia charter. e no concurso seguinte inventaram o Pico e Santa Maria e fizeram acordo com a Tap (politicas)
    Dou sempre este exemplo: S.Miguel época baixa 17 ligações semana PDL LIS PDL e 3 PDL OPO PDL. Se a média dos preços fosse metade de 250 euros e as pessoas gastassem o mesmo valor, então teriamos 34 PDL_LIS_PDL e 6 PDL OPO PDL, ou seja 40 voos semanais, nada mau, os mesmos passageiros a gastarem o mesmo valor viajando 2 vezes, julgo que é aceitavel . Será que um destino com 40 voos semanais é assim tão mau.
    Um grande abraço, aguardo um seu comentário ,e se conhecer alguém na Ryanair mostre-lhe este quebra cabeças que não deixa de fazer sentido.

  9. Ventanilla Responder

    6 Janeiro 2010 at 11:23

    As empresas de low cost serão muito bem vindas, pelo simples facto de trazerem para a região a “concorrência” em termos de preços e qualidade de serviços. Basta ter conhecimento do comportamanto vergonhoso da SATA nos voos processados durante o regresso das férias de Natal para perceber o quão importante seria. Capitais da Europa a menos de 100 euros, Açores a 250 euros, ridículo e altamente prejudicador para os residentes. Em relação ao turismo ele só é realmente efectivo a partir de Maio e até Outubro, nos outros meses o clima nunca irá permitir um turismo de massas como acontece na Madeira.

  10. Pedro França Responder

    6 Janeiro 2010 at 14:43

    É graças à liberalização do comécio em geral, que conseguimos hoje em dia obter alguns produtos, quaisquer que eles sejam, a preços bastante em conta. Sendo assim, não consigo encontrar os motivos para que o mesmo não aconteça ao nível dos transportes aereos nos Açores. Se com uma maioria absoluta na assembleia foi notório o controlo absoluto ao nível da governação, estando com isso o país a atravessar os graves problemas que atravessa, o mesmo acontece com a monoplização do comércio ao nível do tráfego aéreo, mais concretamente na região autónoma dos Açores, isto é, estando “o povo” privado de optar por outra companhia aéra, qualquer que ela seja, leva a que quem gere actualmente (e à já muito tempo) o mercado, o posso fazer a seu belo prazer. BASTA, deixem trabalhar as empresas do ramo de transportes aéreos, de forma a podermos optar por qual oferece melhor qualidade de serviço.

  11. arroba Responder

    6 Janeiro 2010 at 19:33

    Rolando, tiro o meu chapéu às suas considerações, que penso serem do melhor em termos de contribuição aqui no sítio. Não sei se chega a ler este comentário mas aqui o tem:

    As minhas divagações sobre as lowcost nos Açores não se deve a achar que elas seriam más, até seria vantajoso onde tal ocorra. Acho que a médio-longo prazo seria mau para os residentes das ilhas com menos população, abrir o mercado aí como existe na Madeira fará com que as companhias passem a operar só quando lhes convem ao preço que lhes convem.
    Imaginemos uma lowcost a fazer ligações a S. Miguel x4 por semana; certo ver os preços das actuais operadoras TAP+SATA baixarem drásticamente nesses dias, mas a subir nos outros. Certo também NÃO haver baixa de preços para as restantes 8 ilhas (se continuasse a haver vôos)!
    E quem se lixa mais no fim? Os Açoeranos dessas outras 8 ilhas!

    Sobre a diferença de preços.. simples relação oferta vs procura! E isto aconteçe também nas lowcost.

  12. Luís Onça Responder

    6 Janeiro 2010 at 23:20

    Uma história engraçada que ocorreu nos finais de 2001 foi quando houve um novo concurso público para a rota de Lisboa e Porto para Ponta Delgada. Nessa altura a AirLuxor apresentou uma proposta que sobrepunha as das restantes companhias (SATA incluida) sem ter que usufruir do tal subsidio que o governo paga à companhia por cada passagem.

    Feitas as contas qualquer leigo na matéria compreenderá que o governo central teria enormes benefícios económicos ao optar por esta proposta com a consequente poupança inerente ao não pagamento da taxa. Ora se se trata de um concurso público em que há regras a respeitar, em que o numero de voos semanais para os vários destinos estariam salvaguardados, e estes seriam iguais para todos, quando soube da exclusão da Air Luxor do concurso presumi que algum critério não tivesse sido respeitado. Mais espantado fiquei quando o Supremo Tribunal Administrativo deu a razão à Air Luxor, e, em definitivo, no diferendo com o Estado português quanto ao afastamento da companhia do concurso para operar a rota dos Açores, num processo que a companhia pedia 105 milhões de indemnização. O estado teve que dar razão à Air Luxor que fazia viagens mais baratas, sem as indemnizações compensatórias e ainda tem que lhe pagar a indemnização.

    Se isto não é monopolizar, o que será?! Se é o próprio governo que intervém em seu próprio desfavor e dos seus contribuintes, o que fazemos agora? Guerra civil? Anda por aí muita gente a usufruir desta situação ao abrigo do serviço publico…

    Que é bom para a economia e para os açorianos ter uma grande companhia aérea a servir-nos e a servir os outros, sem dúvida, mas tal não pode nem deve acontecer às custas dos próprios contibuintes. É a tal historia da galinha dos ovos de ouro…

    Compreendo os comentários anterior em relação à entrada das LC e que a médio longo prazo os açorianos em geral pagariam a fatura do mercado livre, mas “melhor é (certamente) possivel”.

  13. arroba Responder

    7 Janeiro 2010 at 9:35

    Luís Onça, minha última contribuição:
    Está correctissimo no ponto de que o Estado + Governo Regional protegeram as companhias do costume; mas sei que tal foi ao abrigo de um pareçer do INAC de que a AirLuxor concorreu sem poder garantir as ligações mínimas nas rotas que propunha – dizia qualquer coisa como ‘não tenho aviões qb mas vou comprar’ – ao contrário da SATA+TAP que, ao apresentar-se em conjunto, garantiram as ligações diárias impostas para PDL, TER & x5HOR.
    Certo que na prática foi um subterfugio para negar a entrada dela nos Açores, mas a AirLuxor entrou nas rotas da Madeira (esta sim sem subsídio) com comentários constantes de ‘vamos dar cabo da TAP’ e foi o que se viu. Uma companhia para fazer preços lowcost ou de dumping TEM algum tipo de subsídio (directo ou indirecto).

  14. Pingback: Petição por voos low cost nos Açores — LowCost Portugal

  15. ROLANDO Responder

    7 Janeiro 2010 at 20:16

    arroba, muito boa noite, é claro que esperava um seu comentário.
    Como lhe disse não sou sectarista, e a começar a opção seria S.Miguel o que não pode ficar de parte se o processo resulta-se era a continuação para Terceira, Pico/Horta estas 5 ilhas representam 210 mil dos 235 mil habitantes dos Açores. A constatação é esta ,não tomar uma decisão politica que pode beneficiar 210 mil habitantes porque 25 mil não poderão beneficiar. É complexo mas não é argumento suficiente.Contudo de Maio a Outubro as ligações de barco atenuariam um pouco esta situação, se as viagens forem programadas com antecedência também, e se os preços inter-ilhas fossem menores ai sim era beneficio todo o ano.
    Ex.PDL SMA PDL 100euros uma viagem PDL LIS PDL 80 euros total 180, é inferior ao que se pratica actualmente SMA PDL LIS PDL SMA 255 pago pelo passageiro logo ai um beneficio 75euros se somarmos os 93 da indemenização que todos pagamos 163euros de diferença, porque não subsidiar fortemente as ligações inter ilhas com estes 93 euros.
    É um ponto de vista ,que faz algum sentido.
    Aguardo seu comentário e opinião

  16. Pedro Responder

    7 Janeiro 2010 at 20:38

    estou a favor das lowscost e acho que seria mt bom para toda a gente….claro eu entendo que para as outras ilhas o preço provavelmente não iria ser mt diferente…mas era uma questão de fazerem acordos..Acho que teria mercado, o aeroporto de S.Miguel e Terceira sem querer de modo algum tirar mérito às outras ilhas..mas só pelo facto de nas outras ilhas os aviões grandes não poderem aterrar.

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  19. Pedro Claro Responder

    10 Maio 2010 at 1:31

    Os Açores são hoje uma miragem para a maioria dos Portugueses.

    Uma família com 2 crianças paga quase 1000 Euros para voar açores-lisboa.

    Trabalho nos Açores e sou do continente. Quanto mais caro é o voo, mais distante estou da minha família. Mais triste e mais vontade de regressar tenho.

    Alguém sabe quanto dos nossos impostos são gastos por ano a sustentar a manutenção da exclusividade TAP-SATA?

    Vivo cá a 5 anos. Isto é ridículo.

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