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Easyjet processada pela DECO

A Associação de Defesa do Consumidor (DECO) avança hoje com uma acção judicial contra a easyJet e TAP por “cláusulas abusivas nas suas condições gerais de transporte”.

A DECO junta-se à associação Test-Achats (Bélgica) e à Que Choisir (França), associações que realizam processos idênticos a companhias aéreas nos seus países.

Na semana passada a Comissão Europeia apresentou um estudo sobre regras em matéria de defesa do consumidor e o seu cumprimento por parte das companhias de aviação.

Este processo decorreu durante 18 meses e visou averiguar a publicidade enganosa, as práticas desleais, a aplicação da legislação comunitária, durante o qual investigadores efectuaram compras anónimas junto de dezenas de grandes empresas do negócio aéreo.

Entre 67 empresas averiguadas, 16 respeitavam a legislação. A TAP Portugal, SATA Air Açores e SATA Internacional estavam incluídas nesse grupo.

Fonte: Dinheiro Digital

, Maio 18th, 2009, Etiquetas:, , ,

2leep.com

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8 Comentário sobre Easyjet processada pela DECO

  1. Sérgio Bastos Responder

    18 Maio 2009 at 4:17

    in LowCost Portugal: Easyjet processada pela DECO http://tinyurl.com/qqnndp

  2. Sérgio Bastos Responder

    18 Maio 2009 at 5:47

    RT @lowcostportugal Easyjet processada pela DECO — LowCost Portugal http://bit.ly/2gaWU (via @tweetmeme)

  3. SilverEye Responder

    18 Maio 2009 at 9:36

    OOOHHHHHHHHHHHH!

    E o lobo mau da RyanAir nao esta nesta lista ???

  4. toucego Responder

    18 Maio 2009 at 14:56

    Ia dizer o mesmo SilverEyer…
    É como o AFSC e afins…como se passa no Porto não interessa para o país…se ao menos a Ryanair tivesse voos a partir de lisboa talvez fizesse parte do mapa nacional…

  5. Rui Responder

    18 Maio 2009 at 21:26

    Ainda recentemente a easy também foi processada pela TAP devido a alguns diferendos relativamente às fontes de financiamento da TAP.

    Pelos desenvolvimentos e (sucesso9 que a easy está a ter no Funchal, a coisa não será propriamente um problema de justiça, mas sim de gestão.

    Como o amigo Gaúcho se vai manter durante mais 3 anos, e pelo “andar da carruagem”, para salvaguarda dos interesses dos madeirenses, a melhor prenda do sucesso da easy seria um HUBzito no Funchal. Um avião (já) chegava.

    A

    Rui

  6. jpb Responder

    18 Maio 2009 at 22:13

    A ryanair não foi processada em Portugal, mas ja está a ser alvo de processos semelhantes por outras associações de consumidores europeias nomeadamente a equivalente francesa da DECO e a sua congénere britânica. Provavelmente esta acção terá sido consertada entre varias associações para ver se comissão europeia impõe uma directiva nesse sentido apoiando-se no parecer favorável de tribunais de diferentes estados da União Europeia. Espero que as coisas evoluam nesse sentido.

    Outra sugestão da minha parte seria de incluir os custos de pagamento com cartão de credito no preço de apresentação dos voos tal como foi efectuado com a inclusão das taxas aéreas no preço final pois e muito bonito andarem a venderem voos por preços atractivos e depois termos que pagar 10 euros ou 8 euros para PAGAR assim como a inclusão da taxa para o check in que foi introduzido pela Ryanair pois o mesmo também é obrigatorio e não um serviço opcional como uma mala no porao ou refeiçoes a bordo.

  7. jpb Responder

    19 Maio 2009 at 0:18

    Afinal as pressoes da DECO já estão a surtir efeito tal como da conta este artigo do IOL, é pena é a tap n-ao seguir o exemplo, atitudo de monopolio depois dizem que só as low costs desrespeitam os passageiros é tudo igual. Esperemos que outras companhias como ryanair sigam o exemplo aqui vai a transcrição do artigo:

    A EasyJet já veio garantir que vai alterar as cláusulas nos contratos de transporte que a Associação de Defesa do Consumidor considerou «abusivas», avança a «TSF».

    Esta é a resposta da companhia aérea à Deco que acusou a mesma de não respeitar os direitos dos consumidores, daí ter avançado com dois processos contra a TAP e a EasyJet em Portugal.

    Já a TAP, contactada pela Agência Financeira, garante que não está a proceder a práticas desleais e acusa a associação de estar a tentar causar «efeitos publicitários». «Esta iniciativa é lamentável. Tem que haver diálogo. A Deco enviou-nos uma carta no início do ano, à qual respondemos e não obtivemos mais respostas», diz fonte oficial.

    Segundo a entidade, os consumidores não podem cancelar um bilhete por motivo de força maior (sem perderem dinheiro), mas já as companhias podem cancelar um voo. Os passageiros não podem ceder o bilhete a outra pessoa, no entanto, podem ser transportados por outra companhia. Também a bagagem, há um prazo de reclamação», revelou a responsável jurídica da Deco, Ana Tapadinha, à saída do Palácio da Justiça, esta manhã, explicando que «não há um princípio de reciprocidade» entre as operadoras e os passageiros.

    Mas as queixas não ficam por aqui. Há outro tipo de situações que a associação considera que «lesam os consumidores». Por exemplo, pode haver um acréscimo do preço da viagem mesmo depois de comprado o bilhete. Ainda, quando a compra é efectuada pela Internet, o cliente «tem que dar vários passos e, para visionarem o contrato, tem que ir para outra caixa de diálogo». «Significa que as pessoas aceitam as condições sem as terem lido», adianta a responsável.

  8. Rui Responder

    19 Maio 2009 at 11:43

    Nesta trapalhada toda, o mais caricato é que a DECO segue a “linha politica do PS”, e resolve “bicar” na TAP.

    Imagino que a nova politica comercial e de marketing da TAP – “1 voo, 5 formas de viajar” deve-se ter traduzido em muitas reclamações enviadas à DECO.

    Por outro lado, o convite aos utentes para que alterem as suas datas de viagem devido à politica de supressão de voos programados também deve ter deixado a caixa de correio da DECO a 100%.

    O que os clientes querem é serviços com poucas “letras pequenas”, …., e em boa relação “preço / qualidade”.

    A

    Rui

    PS. Não creio que a TAP precise dessa publicidade, muito pelo contrário.

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