Noticiava o Jornal de Notícias no início do mês que, com a cada vez maior oferta de rotas “low cost” para o Porto, os emigrantes portugueses utilizam menos o carro e viajam mais de avião.
“Aproveito, sempre que posso, os voos das companhias de baixo custo, são os melhores nos preços. É muito melhor assim. Uso o carro que tenho aqui e, na hora da partida, volto a guardá-lo e regresso à Alemanha de avião”, refere Adelino Silva emigrante na Alemanha há 41 anos.
Daniel de Carvalho, director de Comunicação da companhia da Ryanair é peremptório: “dantes, os emigrantes só vinham de avião a funerais. Hoje, nós democratizámos o ar para eles e oferecemos viagens ao preço de um euro”. Acrescenta também que desde o anúncio da constituição de base no aeroporto Francisco Sá Carneiro que várias cidades francesas e alemãs têm solicitado a ligação aérea com o Porto.
2leep.com
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Sérgio Bastos
21 Agosto 2009 at 6:29
RT @lowcostportugal Emigrantes viajam cada vez mais em “low cost” http://bit.ly/Dab9y
Jpb
21 Agosto 2009 at 13:56
Pois e agora a TAP uma companhia publica, que tem dado na maior parte dos anos prejuizo, ou seja paga com os nossos impostos e dos emigrantes que tem ca bens e mandam para Portugal remessas de milhoes de euros que tambem sao taxados, tivemos estes anos todos esperado por uma compania PRIVADA e com sede em Dublin IRLANDA, para democratizar o transporte aereo e prestar esse dito servico publico com lucros, que a TAP nao presta e ainda por cima paga com os nossos impostos ?
Ponho aqui este repto espero que me ajudem a esclarecer esta questao pois estou confuso, e isto tudo parece me muito irracional…
jackslater
22 Agosto 2009 at 0:29
Em Portugal tudo é possivel. Se roubas um pão és ladrão e vais preso, mas se levas uma empresa a perder milhões de euros, é gestão enganosa e renovam-te o contrato.
É o que cá temos.
MV
22 Agosto 2009 at 14:32
Triste é pensar que estamos sempre dez passos atrás.
Para proteger tachos e tachões continuamos a nem sequer equacionar uma low-cost nacional, continuando a apostar no cavalo do costume, cheio de vícios e de patas doridas… shame!!!
Zé
23 Agosto 2009 at 0:35
A maior parte dos países europeus têm low costs, nós não. Mas vamos ter o TGV que tanta falta faz (para enriquecer os bolsos duns quantos)…
jackslater
23 Agosto 2009 at 0:45
O TGV é outro. Não tenho comboio decente á porta, passa um de vez em quando e tenho de fazer transbordos em tudo o que é lado, fica-me mais caro e demoro 3x mais do que ir de carro. Mas vou ter TGV á porta, nem quero imaginar o preço do bilhete.
João Ferreira
24 Agosto 2009 at 11:59
Uma questão aos entendidos: ainda há espaço para mais novidades Ryanair no Porto?