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Estudo “Portela + 1″ em Novembro

O estudo "Portela + 1", a ser financiado pela Associação Comercial do Porto (ACP), deverá estar concluído em Novembro de 2007.

Quem o diz é Rui Moreira, líder da associação, numa entrevista publicada da revista NS, que saiu sábado passado com o DN e JN.

Resta saber se o executivo da República se mostrará receptivo em lê-lo, tal como fez relativamente ao de Alcochete, encomendado por membros da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP).

, Julho 2nd, 2007,

2leep.com

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6 Comentário sobre Estudo “Portela + 1″ em Novembro

  1. Martins Responder

    2 Julho 2007 at 20:19

    Infelizmente temos um governo teimoso……..
    Nem se vão dar ao trabalho de ler!!!!!!!
    A ota está mais que certa, pois os terrenos circundantes nesta área, ganharam valores incalculáveis e os compradores quem são????????
    Eu não sei………………

  2. Rui Responder

    2 Julho 2007 at 20:38

    Martins

    Gostava de ter o teu email para te enviar material.

    rmvsantos@gmail.com

    é o meu email.

    Estou de acordo contigo no sentido da “discussão pública” estar a ser enviesada para não dizer outra coisa.

    Abraço

    Rui

  3. Martins Responder

    2 Julho 2007 at 21:23

    Rui já enviei o meu email.
    Para a tua caixa de correio.
    Só tenho pena de não haver ninguem com eles no sitio para explicar a esta cambada realmente o que é low cost!!!!!!!!

  4. Rui Responder

    3 Julho 2007 at 22:29

    É esquisito a ACP querer resolver o “problema” do Aeroporto de Lisboa.

    Agradece-mos, mas se a ANA (privatizada) praticar taxas em Pedras Rubras mais altas que em Espanha as LC irão reposicionar-se do outro lado da fronteira.

    Corre-se o risco de se ir a Espanha comprar caramelos e apanhar o avião.

    O problema está no modelo de privatização, e não na rentabilidade (negativa por certo) de Pedras Rubras.

  5. Martins Responder

    4 Julho 2007 at 21:09

    Rui de facto dá gosto falar contigo ….
    Sabes mesmo do que falas e temos ao que parece as mesmas ideias.
    É que a ser assim vou ter que começar a ir a Badajoz tomar o avião , pois é mais perto que o Porto…
    Mas vamos aguardar por Beja!!!!!!!!
    Desde já agradeço o material que me enviaste ..
    E enviei-te agora um emai para ver se me ajudas num campo.
    Obrigado!!!!!!!!!!

  6. Rui Responder

    6 Julho 2007 at 22:23

    Beja nunca será solução para coisa nenhuma.

    Beja constitui o facto deste governo ser reactivo aos projectos que o governo de Espanha tem para Badajoz. Um aeroporto “estratégico”

    Beja enferma do problema das acessibilidades, sendo a opção pelo aeroporto um “rebuçado” na “ordenação” do território.

    Se olharem no mapa, no geral todas as capitais de distrito estão servidas por este ou aquele meio de transporte. Essas ligações são o sentido transversal do País.

    Beja está sem qualquer tipo de ligação directa a Lisboa. nem uma auto-estrada, e o comboio com as taxas de ocupação que verifica,…, o melhor seria a CP, ou os seus responsáveis mudarem de negócio.

    Tem assim Beja o direito a um rebuçado sob a forma de um aeroporto teoricamente para Low Cost.

    O porquê de ser em Beja e a 200 Km relativamente a Lisboa.

    Pela lógica que se pretende quanto à privatização da ANA, tudo o que são aeroportos a uma distância inferior à distância entre Lisboa e Badajoz, são rivais à privatização da ANA e da Ota.
    É verdade, a “bitola” é Badajoz.

    Beja só seria alguma coisa em função do Alqueva, e dentro de um possível modelo de exploração, o aeroporto de Beja deveria fazer articulação ferroviária com uma nova estação de Beja, bem como a reactivação dos antigos ramais ferroviários de Moura (a sul) e o ramal de Reguengos de Monsaraz (a norte por Évora). Ficava desta forma “abraçada” a albufeira do Alqueva.

    Beja vai ser mais um custo. Badajoz beneficia de excelentes acessos rodoviários, sendo por muita gente conhecida a estrada de Badajoz / Olivenza onde se pode comprar uma bilha de butano por 11,20€.
    Por outro lado, foi realizado um acordo entre a Junta de Extremadura com a Renfe (operador ferroviário espanhol para via larga) no sentido do reforço das ligações ferroviárias não só com Madrid (comboios série 598 de velocidade máxima 160 Km/h), como no eixo “Placência / Cárceres / Mérida / Badajoz”. Deste lado Elvas, Évora, Borba, Estremoz, Portalegre estão igualmente sob influência (benéfica) da Extremadura.
    Determinante nesta questão está a construção da Linha de Alta velocidade entre Madrid / Cárceres / Mérida / Badajoz / Évora / Pinhal Novo. Lisboa fica para a próxima geração.

    Daqui a 2 anos, a Ryanair prevê a utilização de voos de Badajoz para Inglaterra e Itália.
    No autocarros RES, a viagem da Gare do oriente a Badajoz são para um adulto 21 €. Mais 20€ de viagem na Easy (já com taxas) chega-se a Inglaterra.
    Deste facto, não estou a ver alguém de Beja ou Évora viajar até Lisboa para tomar o avião para Londres.

    Haja coragem politica e faça-se o “Spin Off” do Alentejo.

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