
Na passada quinta-feira uma proposta do eurodeputado Miguel Portas, que pretendia acabar com as viagens em classe executiva em voos com menos de quatro horas, foi rejeitada por 402 votos contra, 216 a favor e 56 abstenções.
Dos 22 eurodeputados portugueses, nove votaram pelo fim do “privilégio” (Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares – Bloco Esquerda; Ilda Figueiredo e João Ferreira da CDU; Luís Paulo Alves, Elisa Ferreira, Ana Gomes e Vital Moreira do PS). Representantes portugueses do PSD votaram contra (José Manuel Fernandes, Paulo Rangel, Regina Bastos, Carlos Coelho, Mário David, Maria do Céu Patrão Neves e Nuno Teixeira).
Edite Estrela e Capoulas Santos do PS abstiveram-se e Maria da Graça Carvalho (PSD) e os dois eurodeputados eleitos pelo CDS-PP, Nuno Melo e Diogo Feyo, não participaram na votação.
A proposta de Miguel Portas pretendia promover uma poupança no orçamento do Parlamento Europeu, em viagens de média distância dependendo da idade e estado de saúde do eurodeputado.
Sérgio Bastos, Abril 11th, 2011, Etiquetas:eurodeputados, parlamento europeu2leep.com
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Anabela
11 Abril 2011 at 16:30
Pois claro, para continuarem com as benesses os sacrifícios(????como se andar a passear de avião o fosse) são sempre para os mesmos.Será o POVO a pagar, mas os da classe média e baixa.POVO PORTUGUÊS está na hora do BASTA!!!JÁ!!!!
Hernandez
12 Abril 2011 at 9:44
"Se querem mudar as leis entao deixem o povo votar atraves de referendo." – quer me parecer absurdo um referendo para decidir as viagens dos Eurodeputados.
Corte nisso tudo já! No money no funny!
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