“Não somos grandes adeptos desta nova mania das companhias low-cost. Muitas vezes os baixos custos no transporte aéreo baseiam-se na diminuição de direitos sociais, no desrespeito de normas de segurança e não podemos pactuar com isso de maneira nenhuma”
Eduardo Chagas, secretário-geral da Federação Europeia dos Sindicatos dos Transportes (ETF) in Diário dos Açores
Sérgio Bastos, Junho 5th, 2009, Etiquetas:Açores, diario, low cost2leep.com
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MV
6 Junho 2009 at 23:02
Há “senhores” que abrem a boca sem pensar e depois saem considerações falaciosas como esta.
Há que proteger acima de tudo os bons tachos, senão o que virá a ser uma dia destes da vida de gente assim?
Pedro Leite
9 Junho 2009 at 10:52
As Low-cost tb cortam nas custas do aeroporto de destino e origem.
E é por isso que nao as uso, porque so voam para aeroportos secundarios.
Em Portugal tudo é secundário portanto voam para todos.
Pena que na Bélgica, França, UK e Alemanha não sejam
MV
10 Junho 2009 at 6:16
O senhor Pedro Leite poderia não ter generalizado e reparado que existem várias low-cost que utilizam sim os aeroportos principais. Talvez não Heathrow na sua maior medida, mas França, Alemanha e qualquer outro aeroporto do UK estará coberto por uma easyJet, Aer Lingus e afins.. basta confirmar!
A Ryanair por sua vez tem uma aproximação diferente e mais nos moldes do que o Pedro foca, ainda que em alguns casos estejam cobertos aeroportos principais ( corrijam-me se estou errado ).
Bons vôos!
Pedro
12 Junho 2009 at 19:15
Estes 2 acidentes foram relatados, com base no relatório oficial, no programa “May-Day desastres aéreos” no canal National Geografic. Para ser ainda mais completo e pormenorizado, além do relatório oficial, tem ainda a participação dos pilotos, tripulação e passageiros, no caso de terem sobrevivido, como foi, felizmente, o caso destes 2 acidentes. Por acaso, nestes 2 documentários só houve participação dos passageiros já que as respectivas companhias aéreas proibiram as tripulações de fazer quaisquer declarações. No caso da Air France, já aquando do acidente de concorde (em que não houve sobreviventes) todo e qualquer elemento da companhia foi proibido, uma vez mais, de fazer qualquer declaração pública. Teve participação de pilotos já reformados da Air France que põem as maiores dúvidas sobre o relatório oficial… falam em graves omissões e colocam a hipótese de outros factores como tendo contribuido para o acidente do concorde.
O programa em questão, além de muito completo, é extremamente agradável de se ver (dura apenas 50m) e aprende-se muito.