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Manias

“Não somos grandes adeptos desta nova mania das companhias low-cost. Muitas vezes os baixos custos no transporte aéreo baseiam-se na diminuição de direitos sociais, no desrespeito de normas de segurança e não podemos pactuar com isso de maneira nenhuma”

Eduardo Chagas, secretário-geral da Federação Europeia dos Sindicatos dos Transportes (ETF) in Diário dos Açores

, Junho 5th, 2009, Etiquetas:, ,

2leep.com

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24 Comentário sobre Manias

  1. Sérgio Bastos Responder

    5 Junho 2009 at 5:19

    in LowCost Portugal: Manias http://tinyurl.com/o9y8xz

  2. jackslater Responder

    5 Junho 2009 at 11:26

    Outra vez a bater na tecla da segurança.

  3. Viagens Lacoste Responder

    5 Junho 2009 at 12:20

    Veja-se o que aconteceu com a “low cost” francesa…

  4. Pedro Responder

    5 Junho 2009 at 12:55

    Ainda há poucos anos, um avião da air france ficou reduzido a cinzas em Toronto, quando não tendo condições de segurança para aterrar, os pilotos decidiram arriscar para não terem de ir para outro aeroporto . Só por milagre é que não morreu ninguém. Em todas as companhias (sejam LC ou de bandeira) há pressão para resultados e cumprimento de horários

  5. Pedro Responder

    5 Junho 2009 at 13:07

    E aquele voo charter que conseguiu aterrar milagrosamente nos Açores sem combustivel, tendo inclusivé batido o record mundial de maior distância percorrida a planar? Como não chegou uma peça do motor Rolls Royce a tempo decidiram pôr outra “equivalente”. Para além de que os aviões charter normalmente têm cerca de 20 anos ou mais. A charter Yes só por milagre não teve nenhum acidente: os aviões levantavam e passados 30 minutos voltavam para trás aos solavancos

  6. Martins Responder

    5 Junho 2009 at 14:44

    Peço desculpa, pela ignorância do comentário deste Sr.
    Pois as lowcost são recentes mas é na nossa terra!

  7. mj Responder

    5 Junho 2009 at 15:30

    Finalmente uma opiniao realista!!!!

  8. in_side_r Responder

    5 Junho 2009 at 15:36

    é mais que claro que este senhor nunca viajou numa low cost! ora vejamos… tony blair, a rainha de espanha já viajaram nas low costs, entre outros, e acho que pessoas como estas não teriam problemas em fretar um avião privado para viajar pra onde fosse. ora se lhes fosse negado algum direito acho que estas pessoas tinham o poder para actuar contra as companhias de baixo custo…. porque será que não o fizeram?

  9. jackslater Responder

    5 Junho 2009 at 16:22

    Posso estar enganado mas estive a pesquisar e a air france não é uma companhia low cost.

    Porque é que sempre que á um acidente aereo vão chamar as low cost.

  10. rubenm Responder

    5 Junho 2009 at 16:44

    Quem desdenha…. ;-)

  11. Viagens Lacoste Responder

    5 Junho 2009 at 18:17

    Jackslater,
    Claro que a Airfrance não é nenhuma low cost daí ter posto as aspas…
    1 abraço

  12. jackslater Responder

    5 Junho 2009 at 19:21

    Como tambem tinha dito que a Spanair não era low cost e parece que feri susceptibilidades, fui um pouco irónico.

    Será que existe uma perseguição ás lowcost´s? Será por inveja dos lucros? Será inveja por não se atrasarem? Será porque os clientes pagam o preço justo pelos serviços que querem? Será que quem fala mal das lowcost´s não faz ideia do que esta a falar.

    Aconteceu á airfrance, podia ter acontecido á TAP, á raynair á easy e a tantas outras, pergunto-me o porque da descriminação.

  13. Rui Responder

    5 Junho 2009 at 21:31

    Na verdade se o infeliz acidente que se verificou com o voo da AirFrance caso tenha ocorrido com uma LowCost certamente os oportunismos do acidente seriam utilizados para “desgastar” as LowCost, e isto apesar das LowCost darem um bom empurrão à justificação de um novo aeroporto em Lisboa (a Ota em Alcochete).

    O voo da Air Transat foi uma situação que ocorreu e apenas por milagre, não teve outras consequências.
    Apesar do Canadá ser um País “modelo” a todos os níveis, reza a história que o Cmdt Pichet antes de integrar a AirTransat dedicava-se ao transporte de materiais ilicitos (droga) utilizando para tal avonetas, e nesses transportes utilizava várias estratégias. Julga-se que entre elas, o voar com o motor desligado.
    Sendo o Canadá um País com a vastidão que tem, a falta de pilotos levou a que Pichet fosse para a AirTransat.
    Dessa experiência resultou o “milagre”, e o seu reconhecimento público.

    No entanto, o Governo Canadiano não “brinca em serviço”, e como Pichet não cumpriu os procedimentos acabou despedido.

    Relativamente ao avião da AirFrance que aterrou em Toronto, foi elaborado um completo relatório que está disponível na internet, mas quem quiser em formato PDF, …., faça o favor de pedir. No entanto posso adiantar que um das causas foi a calibragem do nível de travagem aplicado ao A340.

    Na verdade as Carter – caso da YES verificaram problemas nos finais dos voos realizados com o L-1011-500 (ex-TAP). Apesar de os aviões em termos gerais verificarem avarias de diferentes níveis, existen “avarias” não impeditivas da utilização do avião. No caso do L-1011 os níveis de avaria implicaram a imobilização do avião nas Américas Latinas com a penalização do nome da Yes.

    Por outro lado, e isto acelerou o fim da frota L-1011, foi o facto da AirTransat deixar de operar com este tipo de avião.

    Parte da operacionalidade dos L-1011 da Yes (ex avião da TAP) era garantido pela “simpatia” e “abertura” da AirTransat que nas escalas em Lisboa colaboravam na manutenção do avião da YES.

    A própria AirTransat operou com L- 1011 que integrou a frota da TAP.

    A

    Rui

    PS. Não neste computador, mas julgo que tenho igualmente o inquérito ao Cmdt Pichet. Quem o quiser, …., manifeste o seu interesse. Aqui, ou em e-mail enviado ao Sérgio.

  14. Pedro Responder

    5 Junho 2009 at 21:35

    E posso também falar do acidente que aconteceu há bem poucos meses em Amesterdão com a companhia aérea da Turquia e que fez vitimas mortais. Á semelhança da Spanair também ela faz parte da Star Alliance, que segundo o Fernando Pinto obedece a critérios de segurança rigorosíssimos. Sejamos realistas, há-de chegar o dia (pode ser amanhã ou sómente daqui a 20 anos) em que acontecerá um acidente aéreo numa LC, ninguém está imune, pode acontecer a qualquer uma: e aí vai cair o carmo e a trindade, vão vir com tudo para cima das LC. Nem quero imaginar o que dirá esse comentador, que só aparece nestas alturas para fazer comentários e em que mais parece um ABUTRE, é isso que ele é; à espera da desgraça alheia!

  15. Rui Responder

    5 Junho 2009 at 21:39

    “Pedindo” desculpas pelos erros na escrita do comentário acima, os quais não estão contemplados no “Acordo ortográfico”, aproveito para deixar uma antevisão do novo Aeroporto Internacional de Beja.

    http://www.youtube.com/watch?v=bOKgSYbMg2s

    Imperdível.

    A

    Rui

  16. Pedro Responder

    5 Junho 2009 at 22:12

    O relatório pode dizer isso, mas o certo é que estava um grande temporal (certamente não teria acontecido num belo dia de sol). O controlador aéreo também ajudou ao escolher a pista mais curta para a aterragem. Isto somado à agua na pista e ao facto do piloto ter posto as rodas na pista bastante tarde (devido à dificuldade em controlar a aeronave nestas condições meteorológicas adversas) fez com que fosse um acidente parecido com o da TAM em S. Paulo.

  17. Rui Responder

    6 Junho 2009 at 0:34

    Pelo menos a ryanair, tem a frota mais jovem da Europa. A ryanair elimina tudo o que é custo eliminavel, menos no que toca a segurança.

    Esta gente sabe disso muito bem, mas como as LCC lhes mordem os calcanhares todos os dias….

  18. Rui Responder

    6 Junho 2009 at 0:40

    De volta.

    Aqui está o endereço onde o relatório ao acidente no aeroporto de Toronto pode ser obtido:

    http://www.tsb.gc.ca/en/reports/air/2005/a05h0002/a05h0002.pdf

    A

    Rui

  19. Rui Responder

    6 Junho 2009 at 0:49

    Entrando dentro do site oficial do “Bureau de Safety”, o mesmo encontra-se neste link, totalizando 150 páginas.

    http://www.tsb.gc.ca/eng/rapports-reports/aviation/2005/a05h0002/a05h0002.pdf

    Para além do conteúdo, atente-se na forma como o documento está elaborado (igualmente em francês), revelador do profissionalismo com que as situações são encaradas, fonte de informação para que acidentes como esse não se venham a repetir.

    Se “subirem” na árvore do directório, encontra-se outros relatórios do ano de 2005 como de outros anos, bem como relatórios relativos ao caminho de ferro, pipelines e marinha mercante.

    Um mundo de informações disponibilizada a quem quiser investir um pouco do seu tempo, e é claro “aprender”.

    A

    Rui

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