
O Iniciative.pt, fundo de captação de rotas lançado pelo Governo anterior, irá prolongar-se até 2015 num valor total de 23 milhões de euros, informa hoje o semanário Sol.
O programa iniciou-se a Dezembro de 2007 e, até Outubro de 2011, tinha ajudado à implementação de 43 rotas, num investimento de 15 milhões de euros. Prevê-se que nos próximos três anos sejam aplicados outros 7,9 milhões de euros.
O fundo é comparticipado em 40% pela ANA Aeroportos, outros 40% pelo Turismo de Portugal e os restante 20% por agências regionais de promoção turística.
O iniciative.pt é programa de fomento do turismo criado por Portugal, que está aberto a todas as companhias aéreas. Até outubro de 2011, na interpretação do low cost portugal, 23 rotas low cost (Ryanair e easyJet), 10 de companhias híbridas / charter ou regionais (Jet2, TuiFly, SkyEurope, Aer Lingus, Aigle Azur e ThomsonFly) e 10 de nacionais (SATA e TAP).
Programas de apoio a lançamento de novas rotas são criados por outros governos centrais e regionais de países fortes do turismo europeu e mediterrânico. Só há poucos dias foram conhecidos dados do iniciative.pt, dados que, segundo o semanário, são confidenciais e nunca deveriam ser divulgados ao público.
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helder
11 Novembro 2011 at 14:54
Obrigado pelo teu trabalho de Investigaçao.
Agredeço imenso como descobriste estes fundos destinados a promoçao de novas rotas dos aeroportos portugueses.
Acho muito interessante conhecer e dar a publico estas negociaçoes a porta fechada em que sao decididos quais os beneficios que uma e outra companhia vao ter e quanto dinheiro publico é investido em cada rota.
Ja percebemos que o sucesso do Aeroporto do Alentejo esta agora condicionado pela atribuiçao massiva de fundos as poucas companhias aereas que para la voam. é este um processo democratico e igual para todas as companhias?
é este um processo adequado para promover os aeroportos portugueses?
Como veem os portugueses que se gastem milhoes de euros dos seus impostos para promover rotas e bases aereas em Portugal por companhias aereas que nem sequer pagam os seus impostos em Portugal.