A Publituris realizou uma série de mesas redondas sobre o turismo no Algarve tendo por intervenientes, os directores dos hotéis cinco estrelas da região.
A conversa que se pode ver de em seguida, visou averiguar o impacto da recentemente inaugurada base Ryanair de Faro, sobretudo, na óptica da hotelaria.
Jacques Lecouis (Blue & Green Hotels, The Lake Resort e Vila Lara Resort), Mário Candeias (Tivoli Victoria), Alessandro Cabella (Hilton Vilamoura) convergem nas suas opiniões. O turismo é composto por vários segmentos e as companhias low cost cumprem um deles. O tráfego misto (regulares, low cost e charter) é o melhor dos cenários.
Sérgio Bastos, Abril 9th, 2010, Etiquetas:algarve, Hotel, hotelaria, ryanair, Turismo2leep.com
Siga-nos no Facebook:
Silver-Eye
9 Abril 2010 at 10:40
Gostei da parte em que o jornalista diz algo como “o facto de ser uma companhia lowcost baseada aqui, nao vai depreciar o destino (Algarve)? “
Sérgio Bastos
9 Abril 2010 at 11:16
O estigma persiste… há 20 anos as charter também eram vistas como perigosas em termos de segurança, etc etc…
Silver-Eye
9 Abril 2010 at 12:12
Estigma, e falta de pesquisa sobre os passageiros das lowcost… mas nada de novo..
Silver-Eye
9 Abril 2010 at 12:12
Estigma e falta de pesquisa sobre os passageiros das lowcost… mas nada de novo..
A T
9 Abril 2010 at 23:46
A Ryanair ja voava para Faro de varias bases Europeias (inclusive o Porto), so nao era base.
max
10 Abril 2010 at 20:09
Com o devido respeito, a dita pergunta e o “estigma” são um disparate. Os senhores empresários do turismo algarvio gostam de falar como se vivessem num mundo perfeito em que só teriam clientes da Fist Class da Emirates.
Mas a verdade é que o grosso dos seus lucros vem já da comum “populaça” dos arredores de Liverpool ou Dublin. São esses é que enchem o Algarve e fazem circular dinheiro. Porque o dinheiro da Quinta do Lago e sítios semelhantes, fica sempre nos bolsos dos mesmos.
Mais: os estudos académicos feitos na região indicam que maior parte da classe média/alta que a visita , fá-lo utilizando os serviços de low costs.
Nota-se, por exemplo, nas informações dadas pela easyjet: Faro é o aeroporto onde operam para onde transportam mais…tacos de golfe. O que, convenhamos, não é um desporto propriamente popular ou de massas. A verdade é que a região já não passa sem a easyjet e a Ryanair. E esta dicotomia legacy carriers/low cost não passa de um anacronismo: acaso alguém pensará que o passageiro da easyjet tem menos poder de compra do que aquele que viaje, por exemplo, na Iberia?
Ric
10 Abril 2010 at 23:26
Isso é tudo preconceito que ainda existe face às low costs por parte de quem ainda não percebeu que não são só os backpackers e os “pobres” que as usam. Bons horários, ligações directas e o facto de ao pouparem na viagem que na maior parte das vezes não ultrapassam as 2/3 horas de duração, permite gastar mais dinheiro no destino e cada vez mais pessoas em negócios e pessoas de classe média/alta se apercebe disso e usa as low costs. A base da Ryanair em Faro tem sido um sucesso e com certeza terá impacto para o turismo do Algarve. Este ano ao contrário dos ultimos, com certeza se verificará um aumento no tráfico e numero de passageiros o que só irá beneficiar a região.
Pedro
11 Abril 2010 at 3:59
Aumento no tráfico de droga ou no tráfego de passageiros?!