A Ryanair transportou 5.3 milhões de passageiros em Portugal, valor registado de Março 2003 a Janeiro 2010. A notícia está hoje em destaque no portal nacional da companhia de voos low cost. Para celebrar, associa o número redondo à sua promoção semanal. Desta vez, disponibiliza 1 milhão de lugares a 5 euros.

A companhia aérea de voos baratos está presente no nosso país em dois aeroportos. Começou a operar em Faro a 30 de Março 2003 com um voo semanal para Dublin, e no Porto a 19 de Janeiro 2005 com dois movimentos por semana para Londres (Stansted). Em 2009, promoveu ambos os destinos a bases Ryanair e transportou 1.8 milhões de passageiros só em Portugal.
Para assinalar a cifra dos 5.3 milhões de passageiros, a companhia de transporte económico lança uma promoção de 1 milhão lugares a 5 euros para voos às terças, quartas e quintas-feiras no final de Março e Abril em mais de 500 rotas. As tarifas a baixo custo excluem a semana da Páscoa e podem ser reservadas a partir da meia-noite de hoje, 22 de Fevereiro até sexta-feira, 26 de Fevereiro 2010.
Para comprar ao mais baixo preço, a Ryanair sugere que os clientes façam uso de cartões pré-pagos MasterCard, transportem só a mala de mão e não optem pelo embarque prioritário.
Sérgio Bastos, Fevereiro 22nd, 2010, Etiquetas:promoção, publicidade, ryanair, saldos2leep.com
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Pedro
23 Fevereiro 2010 at 0:25
Vôos às terças, quartas e quintas a 5€. Então porque aparece também Pisa a 5€, quando só há vôos às segundas e sextas?!!!
rubenm
23 Fevereiro 2010 at 1:14
Pois… mais uma publicidade enganosa! Sinceramente a Ryanair para mim já começa a meter nojo!!!
Jackslater
23 Fevereiro 2010 at 9:38
Nojo, nojo é comprar viagens a 5 euros.
Nota: Apesar de cada vez encontrar menos voos a preços “free”.
rubenm
23 Fevereiro 2010 at 13:56
Cada vez se encontra preços “free” e a 5€ tb não é fácil.
E já viram o que a Ryanair fez ao pessoal que ia para Lanzarote??
É por estas e por outras é que ultimamente para mim a Ryanair sucks!!!
Canárias/Mau tempo: Ryanair levou passageiros para a ilha errada e choveram críticas
Na quarta-feira passada, centena e meia de passageiros da Ryanair deu por si… na ilha errada: o mau tempo que se fazia sentir em Lanzarote levou a que um voo, com origem em Bournemouth (Reino Unido), divergisse para a vizinha Fuerteventura. Depois de deixar os passageiros na ilha, onde a Ryanair não tem serviços (só se estreia ali em Março), e assim que o tempo melhorou, o avião levantou voo e foi à sua vida: curiosamente, para Lanzarote, mas sem os passageiros. Os cerca de 160 clientes, esses, com férias programadas para Lanzarote, ficaram mesmo, sem apoio e obrigados a “safarem-se” sozinhos, em Fuerteventura. Uma família comentou à BBC que ninguém da Ryanair ajudou os passageiros a encontrar hotel (a família em questão, os Wright – mãe, três crianças de 3, 5 e 6 anos e uma enteada adulta –, acabaria por gastar 400 libras em hospedagem). A Ryanair veio entretanto pedir esclarecer a situação, salientando que providenciou a carta europeia de direitos aos passageiros, além de bilhetes gratuitos de “ferry” para Lanzarote para a manhã seguinte. A companhia sublinha que garantiu também a devolução do dinheiro dispendido.
Jackslater
23 Fevereiro 2010 at 14:32
Isso é verdade a Rya é safe-se quem puder. Um bocado mau, eu vou aproveitando as “borlas” que eles dão apesar de cada vez encontrar menos.
paulofer
23 Fevereiro 2010 at 15:23
Estas atitudes de desprezo para com os passageiros parece-me que vão levar no futuro a problemas graves para a Ryanair… eu já sei do que a casa gasta e estou precavido, mas muita gente não! Principalmente porque antes só praticamente jovens iam nestas viagens, mas agora com as agências cada vez mais a marcarem também lowcost vai tudo e há gente que não está para sofrer com estes problemas!
As promoções são cada vez mais uma miragem(penso que pelo aumento exponencial da sua procura), apesar dos anúnicos enganosos, em algumas rotas nem uma viagem ao preço indicado no periodo indicado. Ainda assim para mim continua a valer a pena viajar na Ryanair, se bem que quem não tem disponibilidade de datas, cada vez menos a ryanair seja lowcost.
rubenm
23 Fevereiro 2010 at 15:28
Será que as reclamações que são dirigidas à Ryanair (e não devem ser poucas) caem em “saco roto”? Não há nenhuma entidade que penalize as companhias pela quantidade de reclamações? Não deve haver com certeza porque se houvesse as coisas já deveriam ter mudado o que não aconteceu, aliás, o O’Leary é muito explicito nesse sentido: “Não queremos saber se a sua avózinha morreu”, subentende-se “Interessa-nos é encher os bolsos, os passageiros que se amanhem”!!! Eu continuo a marcar voos na Ryan mas cada vez que o faço fico sempre com uma sensação de incerteza se chegarei mesmo a embarcar ou o pfrejuízo qu epoderei vir a ter, enfim!
Pedro
23 Fevereiro 2010 at 21:23
Ele pode ter dito isso da boca para fora, mas no site da ryanair é dito que se um familiar direto morrer até 14 dias antes da viagem, é devolvido o dinheiro da viagem. E mais, diz também que se a pessoa já tiver iniciado a viagem e entretanto morrer um familiar, deverá contactar a ryanair que irá enviar todos os meios para a sua viagem de regresso
Pedro
23 Fevereiro 2010 at 21:44
Acho que as pessoas devem andar precavidas (com €) para qualquer situação imprevista que possa acontecer, pois a ryanair vai dar apenas o que fôr obrigada por lei. O que é perfeitamente normal da parte deles, devido aos preços baixos que praticam. Só que as pessoas julgam que os imprevistos só acontecem aos outros!
Pedro
23 Fevereiro 2010 at 22:04
Mas também existem situações positivas que a ryanair faz. Como por exemplo já vi acontecer uns aeroportos estarem fechados devido à neve e em vez de cancelarem os vôos, encaminharem os passageiros por camioneta para um aeroporto perto, onde a ryanair não opera.
rubenm
24 Fevereiro 2010 at 13:35
Pois, já tive um voo cancelado devido à neve e não me encaminharam para lado nenhum….
Pedro
24 Fevereiro 2010 at 16:25
Claro que não é em todos! Só acontece nos aeroportos que têm outro perto!
rubenm
24 Fevereiro 2010 at 18:55
No meu caso foi Birmingham que tem vários aeroportos por perto e isso não aconteceu. Claro que cada caso será um caso