A Ryanair anunciou o corte de 16% das operações de Inverno no Reino Unido. A companhia acusa o governo britânico de prejudicar o crescimento do tráfego aéreo ao não reduzir a taxa turística, que tem um valor de 11 libras.
O aeroporto de Londres (Stansted) é o mais afectado pelas reduções da Ryanair. A companhia retira 17% da sua capacidade o que se repercute em menos: 1.5 milhões de passageiros, dois aviões e 135 frequências. Ainda assim, ficam a operar 22 aparelhos durante o Inverno 2010 / 2011.
Edimburgo e Leeds Bradford não serão afectados pelas medidas da Ryanair ao invés de outros aeroportos do Reino Unido.
À semelhança do Reino Unido, a companhia encontra causalidade entre a descida de tráfego na irlanda e a taxa turistica, que neste caso é de 10 euros. Em Dublin a Ryanair reduzirá em 15% as suas operações de Inverno.
Às queixas autoridades britânicas o CEO da Ryanair, Michael O’ Leary, sugere exemplos de “boas” práticas: “Análises independentes revelam que o tráfego belga, holandês e espanhol cresce após os governos baixarem ou retirarem taxas aeroportuárias”.

A oferta do Porto e Faro não será afectada pelos cortes de rotas britânicas, dado que os voos são realizados com aviões baseados em Portugal.
Actualizado a 8 Julho
Sérgio Bastos, Junho 30th, 2010, Etiquetas:irlanda, low cost, michael o leary, reino unido, ryanair2leep.com
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