A Ryanair suspendeu as reservas das rotas de Tours (França). A partir 1 de Setembro em diante é impossível adquirir voos para Dublin, Londres (Stansted), Porto e Marselha. A companhia afirma não ter sido ressarcida das subvenções contratualizadas com as autoridades locais.
Segundo o site Maville.com, a Ryanair aguarda há dois meses pelo financiamento correspondente a “acções de marketing” por parte da sociedade Semaval e do Conselho Geral de Indre-et-Loire. Outros dois consórcios que contribuem para que a companhia voe naquele aeroporto, a Câmara de Comércio e comunidade urbana de Tours, não têm dívidas.
Alain Dayan, ex-presidente da Semaval, assegura que o montante em dívida, 438 mil euros, será pago até 16 de Agosto. Já o Conselho Geral de Indre-et-Loire, lançou recentemente um comunicado no qual afirmava que o aeroporto de Tours estava “refém” da Ryanair.
Porto – Tours é uma das quatro rotas operadas pela companhia low cost. Para o Inverno 2010/2011 tinha previsto, até há poucos dias, realizar três voos por semana.
Sérgio Bastos, Agosto 11th, 2010, Etiquetas:Porto, Portugal, ryanair, Tours2leep.com
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João Moreira
11 Agosto 2010 at 9:47
Bom Dia!
Para quando aqueles grandes anúncios que seriam divulgados em breve, que alguém da Ryanair tanto propalava? Será que este de Tours, já é um deles?
Cumprimentos
Low Cost Portugal
11 Agosto 2010 at 10:08
Apresentaram a base de Sevilha… consta que possam apresentar mais duas bases. Sair de tours, não creio que seja uma novidade que anunciem
João Moreira
11 Agosto 2010 at 11:44
Claro que não, eu estava de certa forma a criticar a decisão (mas lá terão a sua razão)!
Espero é mais bases, mais aviões, mais rotas preferencialmente de e para Portugal.
A possibilidade de voos para Cabo verde, que foi falada à algum tempo, foi esquecida de vez? e Lisboa não há novidades?
Cumprimentos
Jpb
11 Agosto 2010 at 12:46
Enfim este tipo de situações que permitem a ryanair aproveitar se de subsidios e fazer chantagem a seguir, como aconteceu já em Valência devia ser proibido ou nenhuma região deveria poder pagar subsídios para eles, assim veríamos o que eles faziam.
CarlosC
11 Agosto 2010 at 14:27
Pois, acho que estamos todos na expectativa sobre as tais novidades. Pergunto-me se o aumento dos aviões em roma e Madrid também faziam parte desse lote de novidades, ou se pelo contrário não chegando a acordo com novos aeroportos decidiram reforçar estas bases.
Sobre a hipótese de Cabo Verde é melhor nem ficar a pensar nisso. A Ryanair opera em mercados aéreos liberalizados (UE e entre UE e Marrocos e eventualmente no futuro Reino Unido- Turquia).
No caso de Cabo Verde para serem concedidas permissões seria necessário um acordo internacional entre a Republica da Irlanda (sede da Ryanair) e a Republica de Cabo Verde em que uma companhia cabo-verdiana teria que ter o mesmo numero de voos.
Também me pergunto sobre a tal nova base da easyjet. Até agora também não houve novidades !!!
Pedro
11 Agosto 2010 at 14:43
Dizer que "brevemente serão anunciadas grandes novidades" faz parte da estratégia de marketing da ryanair, para que as pessoas fiquem ansiosamente à procura/perguntar pelas tão esperadas grandes novidades (que é precisamente aquilo que estamos a fazer neste momento, a falar deles). Como nunca definem um prazo para revelá-las, ninguém os pode acusar de estarem a criar falsas expectativas ou de enganar alguém, porque mais mês menos mês surge sempre alguma novidade. É como duas pessoas numa paragem de autocarro quando uma pergunta à outra: "o autocarro não chega?" e diz a outra:" sim, chega. Já está quase a chegar". Mas que no fundo podem ser 2 minutos como 2 horas ou mais…
João Moreira
11 Agosto 2010 at 18:00
Turquia ainda me acredito, agora Cabo Verde acho muito dificil!
:( mas mais vale tarde do que nunca….
Porque não seguir o exemplo de easy e voar para israel e egipto?
já agora, para outros paises do norte de África (argélia, tunisia, etc).
No outro dia soubesse que pensam começar a voar para os states só daqui a 5 anos