Em declarações proferidas ao Expresso, o director-geral do Turismo de Lisboa, Vítor Costa, confirma a necessidade da capital ter uma base de companhias aéreas baixo custo.
Os resultados negativos de hotelaria de Lisboa em 2009 e o perfil do novo turista, cada vez mais motivado pelo factor preço, motivaram as seguintes constatações:
“A acessibilidade aérea continua a ser o factor que mais encarece o destino Lisboa. Na hotelaria, já não se consegue esticar a corda, não há margem para os preços descerem mais”
“Porto e Faro vão agora ter bases de companhias low cost, e não o conseguiram sem grandes investimentos do Turismo de Portugal e da ANA. Achamos muito bem, mas queremos ter igual”
“Há condições para que o Terminal 2 do aeroporto tenha essa vocação. Há opções no aeroporto que vemos arrastarem-se sem definição, e estão a afectar directamente o sector do turismo. O que é que vai acontecer ao Terminal 2? Vão fechá-lo?”
“Sabemos que a Easyjet tem interesse em ter uma base em Lisboa e que a Ryanair também quer voar para cá”
“O preço vai ser o factor mais decisivo para o turismo nos próximos anos. As pessoas continuam a querer viajar, só que mais barato. A luz vermelha está a acender-se no segmento superior da hotelaria, e não podemos chegar ao sinal de alarme, com situações de encerramento”.
Sérgio Bastos, Janeiro 20th, 2010, Etiquetas:Faro, Lisboa, Porto, Portugal, Turismo2leep.com
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Fernando Silva
21 Janeiro 2010 at 17:18
Irado e desrespeitoso?? de rir… Olhe leia melhor outra vez!
Ficou sem resposta?
É a mais pura das verdades, não é? Realmente contra factos não ha argumentos.
Paulo Querido
21 Janeiro 2010 at 17:29
Senhor “Fernando Silva”, isso é tudo dor de corno? Não gosta de andar para sul? Quem o obriga? Faça como os “vossos” emigrantes e pire-se.
Sérgio Bastos
21 Janeiro 2010 at 17:42
O seu anonimato é a prova da sua cobardia. Não apresenta factos, mas actos infantis.
A resposta seguiu por email para o seu FALSO email, impedindo-me de responder pessoalmente.
Este site não é para guerras norte-sul como promove. O seu juízo é de exclusão, não o meu.
“Ai não gosta de andar 300km para cima ou para baixo..nós tambem não gostamos de andar para sul!!!”
O meu comentário foi de igualdade e de inclusão. Não concordo com comentários como “ryanair em lisboa? nunca!”, “portugueses nos açores em low cost? nunca!” ou de suposta inferioridade de uns. Não concordo mas aceito, desde que se explique com bons modos.
Quando digo q n gosto de andar 300 km é pq você tb n gosta. e merece tanta oferta como eu perto de onde mora. leia de novo.
Eu não gosto, nem o sr gosta de ter más acessibilidades. Se preza a igualdade dá-me razão.
“Mas como somos atraiçoados todos os dias, temos a certeza absoluta que se a Ryanair for para lisboa, o estado vai dar melhores condições financeiras do que da aqui no Porto, nós LUTAMOS por IGUALDADE.”
É a sua opinião, respeito mas não tenho provas e DETESTO queixume e victimização em vez de proactividade. Viu-me defender a “desigualdade” de tratamento entre aeroportos?
Não é uma questão de centralismo, é de absência do Porto. São os próprios comentadores do Porto que o dizem. Leia todas as versões e intervenientes no caso Red Bull e veja quem é que atraiçoou quem, por exemplo.
“Ao contrario de lisboa que mostra que não confia em si, a prova é do centralismo absordo que ha, pondo ao seu serviço de lisboa todas as empresas estatais TAP, EDP, PT, GALP..”
Não defendo Lisboa, defendo o meu país. Daí que a maioria dos posts do site que lê são sobre o Porto e Faro.
Lisboa é a região economica motora do país, quer queira quer não. Justifica que haja mais oferta de aviação? Para si, é uma cabala contra o norte. É pena que pense pela negativa.
Posto isto, passe bem, “Sr anónimo”.
jackslater
21 Janeiro 2010 at 18:40
O Sergio já me conhece de longa data e não sou nada a favor de “guerrinhas” apesar de entrar sempre na guerra da TAP Vs Lowcost´s, mas isso é ooutra história (dinheiro do meu bolso).
Quanto a este caso o aeroporto de Lisboa e/ou a ANA ou seja lá quem for tem tido contornos estranhos como é que eu vou explicar, existe muita confusão desde construir ou não outro aeroporto, passando pelos transportes públicos, pelas lowcost´s que parece que não eram bem vindas etc.
Isto tudo tem-me causado alguma repulsa a Lisboa (aerea), mais digo que apenas apanhei lá dois voos ou restantes foram todos todinhos no Porto.
E tenho de fazer mais 140 km (ida e volta) para o Porto, e com o passar do tempo cada vez me identifico mais com o Porto (aereo), apesar de ser mais longe gosto de apanhar lá os voos.
Quando a Rya (ao tempo que estavamos á espera) abriu a base no Porto foi uma alegria para todos nós, e não desprezando o pessoal de Lisboa(incluindo eu, fica mais perto), ficamos com a sensação de dever cumprindo e ficamos com aquela sensação agora voces que se desenrrasquem, custou-nos tanto aqui a base que nem queremos saber de Lisboa, isto foi a sensação que eu fiquei, aliás nem tenho procurado voos em lisboa é tudo no Porto.
Se abrir uma base quer easy quer rya em Lisboa é vantajoso para mim, mas neste momento nem quero saber, quero é disfrutar da “minha” base no Porto.
Aliás faço mais força para uma low cost no centro isso sim, agora no centralismo já não me afecta.
Peço desculpa se ofendi alguem mas este é o meu estado de espirito. Portugal não é só lisboa.
Um abraço lowcostiano
Diokhan
22 Janeiro 2010 at 15:14
Concordo totalmente contigo, Jackslater.
Nada contra Lisboa, nem gosto de guerras Norte/Sul. A Tap é outra história e também já entrei em algumas discussões.
Mas a verdade é que até há um ano atrás parecia ser mesmo maldade a forma como a ANA/TAP pareciam não querer permitir que o Porto e Faro se desenvolvessem, apesar de em Faro as operações da TAP serem mínimas com 3 voos diários para Lisboa e as do Porto não terem muito mais espaço de manobra.
Assim sendo e já que a TAP é de certa forma limitada em Faro e no Porto, porque não permitir que outras companhias se baseiem aqui e alarguem a nossa rede de destinos como deve ser?!? Era isto que me intrigava.
Mas pronto, entretanto a base no Porto abriu, a base de Faro está para abrir, e as coisas já se descentralizaram um pouco mais, não tendo o país todo que depender de Lisboa para viajar, o que acho ser justo.
Ric