Mercado de viagens de negócio mudou com companhias “baixo custo”

Entre 12 e 13 de Fevereiro de 2008, vai ser organizado pela TravelStore-American Express a primeira edição do Salão das Viagens de Negócio.

Foi o CEO do grupo TravelStore, Frédéric Frère, que confirmou a importância das tarifas "baixo custo" na mudança deste sector. Afirma que “há novos padrões de consumo motivados pela entrada das low-cost” (…) há mais pessoas a viajar, a um custo mais acessível”.

Mais pormenores devem ser revelados no evento que decorrerá no Hotel Altis Lisboa.

Fonte:
Público

, Dezembro 7th, 2007,

2leep.com

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3 Comentário sobre Mercado de viagens de negócio mudou com companhias “baixo custo”

  1. Rui Responder

    7 Dezembro 2007 at 23:59

    O que é mais fantástico em todas estas questões está no imobilismo lusitano face às novas realidades, situação que dá no atordoamento e na baralhação das mentes como foram as recentes afirmações do (em)Cravinho referindo-se à Ota relativamente a Alcochete.

    É claro que o Mário Lino não se ficou atrás ao referir que o TGV ia passar por Viseu. Se calhar deve ser para aproveitar as boas relações que o caceteiro Fernando Ruas tem com os ambientalistas. Ainda há tempo afirmou que os “corria à pedrada”. Mas prontos a gente ouve, percebe, mas não leva a sério.

    Na Suiça (sim na Suiça) a falência da Swissar (uma das paixões da TAP) abriu uma janela de oportunidades ao governo helvético para reestruturas a sua companhia aérea de bandeira.

    Pois queiram os meus amigos saber, que o governo cometeu a heresia de ir falar com o Stelius da Easyjet.

    Foi então criada a “easyJetSwizerland”, com a condição da easy constituir na Suiça um HUB onde “pernoitam” cerca de 5 aviões, forçando à permanência das tripulações em território Suiço, gerando emprego.

    Dai, fomentou o governo suiço uma ponte aérea entre Geneve e Londres, colocando logo de manhã homens de negócios e executivos em ambas as capitais.

    Ao mesmo tempo remodelou a Swissair na Swiss, com a aquisição por exemplos dos A330 em vez dos A340 da TAP.

    Agora por causa da “volatilidade” do transporte aéreo e da falta de dimensão da Swiss negociou com a Lufthansa, libertando-se (privatizando) o sector aéreo.

    Claro que por cá o confronto é fantástico.

  2. Pingback: Life Insurance blog

  3. Solange Venegas Responder

    28 Abril 2009 at 0:59

    Blog sobre gestão de viagens corporativas

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