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Michael O'Leary desafia fundador da easyJet para duelo

Michael O’Leary, CEO da Ryanair, quer ajustar contas com Stelios Haji-Ioannou, fundador da easyJet, numa corrida à moda de Roma antiga na praça Trafalgar de Londres.

Em causa está uma disputa de argumentos. O CEO da Ryanair afirma que a companhia rival não é uma low cost, pois a sua tarifa média é 66 euros ao contrário dos 32 euros praticados pela sua. Por outro lado, Michael O’ Leary acusa a easyJet de esconder estatísticas de pontualidade de voos.

Michael O’Leary promete parar de chamar “high fare” à easyJet, se Stelios vencer na corrida. Entretanto, o fundador da low cost inglesa já tinha ameaçado o CEO da Ryanair com um processo de difamação.

“Actualmente, estou a realizar treino específico. Um regime diário de 40 cigarros, 24 cervejas e sessões de sofá a assistir TV, deixam-me em grande forma para bater Stelios numa versão moderna de “Chariots of Fire” em redor de Trafalgar Square”, afirma Michael O’ Leary da CEO da Ryanair.

, Fevereiro 11th, 2010, Etiquetas:, , , , ,

2leep.com

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12 Comentário sobre Michael O'Leary desafia fundador da easyJet para duelo

  1. Pedro Barros Responder

    11 Fevereiro 2010 at 18:24

    Tem piada e é original! E sempre a gerar polémica, uma forma diferente de publicidade – gratuita, claro.

  2. pedro Responder

    11 Fevereiro 2010 at 18:56

    A verdade é que a Easyjet é uma empresa muito mais transparente!

    Nunca tive de pagar taxas de cartão de crédito (na Ryanair já havia tanta gente a não pagar essa taxa que alteraram a política de cartões aceites).

    Durante a reserva nunca me apareceram seguros de viagem, a não ser que eu indique explicitamente que quero comprar (além de na Ryanair aparecerem esses seguros, ainda são difíceis de eliminar!)

    A Ryanair é que é a pioneira de taxas ridículas! Argumentam que as taxas servem para ter as viagens mais baratas. Mas a verdade é que hoje em dia pago o mesmo preço ou ainda mais caro por cada viagem do que pagava há uns anos, e ainda tenho de pagar taxa de bagagem e taxa de check in! :S Nem que faça o check in online!

    Ah, e também são os pioneiros em tornar as taxas mais caras!!! São sempre os primeiros a subir os preços.

    Michael O’Leary mente aos passageiros: sempre que se fala em taxas ele argumenta que as taxas não servem para fazer lucro. Servem simplesmente para educar os clientes a adoptarem comportamentos que tornem as viagens mais baratas. Pois bem, então eu pergunto em que medida é que um passageiro que pague a taxa de “Embarque prioritário” vai tornar o vôo mais barato para a Ryanair. E pergunto qual é a vantagem de não ser atribuído um lugar marcado no momento do check in (isto é, em que medida é que isso torna um vôo mais barato).

    A Easyjet tem serviços simples que tornam mais agradável a relação com o consumidor: sabiam que se chegarem cedo demais ao aeroporto podem apanhar um vôo mesmo antes do vosso, desde que haja lugares disponíveis nessa rota? Sem ter de pagar mais por isso?

    Sabiam que se marcarem duas viagens pela Easyjet, a fazer escala, e perderem o segundo vôo por atraso do primeiro a Easyjet aceita que vão no vôo seguinte?

    De resto… Não duvido que pontualmente a Ryanair tenha vôos mais baratos, mas é para aeroportos que ficam muitas vezes a 100 km da cidade (logo acaba-se muitas vezes por pagar a diferença de preço nos transferes).

    E quando é época alta… Não há Easyjet nem Ryanair que o valha… Mais vale ir por uma companhia de bandeira, que sai ao mesmo preço e o serviço é melhor.

  3. dobrarfronteiras Responder

    11 Fevereiro 2010 at 20:46

    Não consigo perceber quem diz mal da Ryanair… ou é inveja, ou têm a mania que são ricos e não gostam de viajar com os pobres.

    Epá, é certo que não é um mar de rosas, mas eu o ano passado fiz 5 voos a 6€, com todas as taxas incluídas, 3 deles a 15 e 30 de Agosto, e não foi para aeroportos a 100km das cidades.

    Digam-me qual é a companhia que consegue bater estes preços, que eu deixo de voar com a Ryanair!

    O melhor que consegui até hoje na Easyjet, foi 9€ Mad-Lis domingo passado de manhã. Vá lá que desta vez não implicaram com a mala de mão, coisa que me costuma acontecer com eles, e que com a ryanair nunca tive problema.

    Ah! O problema é que é preciso flexibilidade nas datas… querem viajar barato e não podem? como já cantavam os outros: “muda de vida se tu não vives satisfeito…” Claro que quem quer ter um salário fixo ao fim do mês, paga mais e viaja menos…

    Boas viagens Low Cost

  4. Pedro Barros Responder

    11 Fevereiro 2010 at 22:51

    Aeroporto a mais de 100 kms só conheço um: Hahn, a 120 kms de Frankfurt. E acho justo pôr a taxa de 1€ para quem quer utilizar o quarto-de-banho. E na única vez que viajei na easyjet, também paguei uma taxa de cartão de crédito.

  5. MV Responder

    12 Fevereiro 2010 at 1:18

    Só faltava o imbecil do O’leary a fazer mais publicidade gratuita à custa dos outros..
    Digam o que disserem, esta criatura representa tudo o que existe de errado na aviação e no seio empresarial em geral. Se faz dinheiro? Faz. Se tem sucesso? Tem.
    Se o faz à custa de um completo desrespeito ético? Sim.
    Que deixe de trazer para a conversa os outros que trabalham e dar-lhes nomes e considere antes em preocupar-se com a segurança dos seus aviões, com as condições dadas a tripulações e funcionários e com o serviço (?) aos passageiros.
    “Desculpem-me” os fanáticos Ryanair, mas o que é demais.. mete nojo!

  6. Diokhan Responder

    12 Fevereiro 2010 at 2:33

    Não percebo algumas coisas nestes comentários…

    1º- Porquê encarar com tanta seriedade/raiva um comentário do Michael O’Leary?

    2º- Porquê dissertar por aqui tudo o que aparentemente é enganador na Ryanair e é vantajoso na Easyjet? É suposto criar um duelo entre as duas já aqui no fórum também?

    3º- Cada pessoa sabe de si. Quando vai marcar uma viagem e se vai pagar por ela, calculo que a pessoa ao ver o preço final depois de incluir, ou não, taxas/extras decide se realmente quer pagar tal montante em tal companhia para tal aeroporto. Ou será que é tudo às cegas?! Acho que na actual crise não há espaço para pagar coisas às cegas pela net..(acho).

  7. Sérgio Bastos Responder

    12 Fevereiro 2010 at 8:54

    Certas afirmações do Michael O’ Leary não são para ser levadas a sério. Ao ler a info, imaginei logo a cena em Trafalgar num misto de Ben-Hur e música de Vangelis. :)

    O que MOL faz, fizeram outros. Perante uma concorrência instalada, só um mkt irreverente consegue distinguir uma marca. Foi o que aconteceu com a Virgin quando se lançou na aviação concorrendo com a BA. Foi Freddie Laker ou CEO da Southwest, não me recordo, a dar o conselho a Richard Branson de se demarcar sendo irreverente.

    É nada ético e arrogante? É, mas como dizia Teresa Guilherme “quem tem ética passa fome”. Frase que eu não gostei nada, mas a verdade é se a TVI não tivesse feito programas tipo Big Brother já tinha falido. Por outro lado, estas atitudes lembram-me a afirmação do Scolari através do conflito com meio mundo. Marginalizando Romário no Brasil e Baia em Portugal.

    É do conflito, do agitar das águas que, por vezes, o negócio se faz.

  8. jackslater Responder

    12 Fevereiro 2010 at 11:14

    O Michael O´ Leary para mim é um Srº é um mister, tá lá no topo.
    E nunca do que ele disse me ofendeu ou acho que já ofendeu algumas pessoas com algumas publicidades, caso dos ministros e presidentes de certos países mas para mim achei engraçado.

    Existe sempre dois pontos de vista da publicidade e não achei nada má este desafio, porque o que estava em causa era simplesmente o MOL deixar de chamar “high fare” á easyjet, se chama com razão ou não, não interessa o que acho é que são coisas inofensivas que dão publicidade ás duas empresas.

    Não vejam o MOL e a Ray como o bicho papão.

  9. Miguel Soares Responder

    13 Fevereiro 2010 at 12:47

    O que é certo é que das 2 low-cost europeias que foram “beber” o modelo à Southwest, uma companhia que tem o amor como lema – a easyJet será a que lhe é mais fiel – e digo isto apesar de nunca ter voado na Southwest, mas com base nas informações que li e já ouvi de amigos. É claro que é espectacular voar por nada, ou quase nada, como é possível na Ryanair, mas a companhia tem definitivamente um problema na relação com os clientes e com o próprio pessoal que emprega. Enquanto a Ryanair conseguir ser a mais barata ou aparentar sê-lo – já que nem sempre o é – o problema não será muito… problemático. Mas apesar de ter muitos fãs, e eu sou um deles, essa fidelidade e admiração vem unicamente do preço, é uma companhia de uma vantagem só – por mais que insistam nas campanhas de pontualidade ou perda de bagagens. E isso é sempre um risco, um dia que alguém desafie essa vantagem, não há fidelidade que resista..

    Creio que já era tempo da Ryanair pensar numa mudança de imagem e relacionamento com os clientes – o que não teria que implicar custos acrescidos. Mas não creio que tal seja possível durante o reinado de O’Leary.

  10. Pedro Leite Responder

    17 Fevereiro 2010 at 20:23

    E não é que hoje cancelei uma viagem da RYN e recebi o dinheiro todo de volta?

    Mas pronto, há para aí pessoas que dizem: fiz 5 voos a 6 euros.. bla bla bla.

    Sim amigo… mas é diferente viajar às 6h da manhã de Madrid ou às 19 :)

    Além disso, os 5 voos que tu fizeste… porreiro pá, mas eu só nas próximas 2 semanas já tenho 8 voos para fazer. Não há low-cost que me salve.

  11. Anubis Responder

    14 Março 2010 at 23:09

    Caro Sérgio Bastos, não se esqueça nunca duma coisa. É que quando falamos em Bransons’s , Lakers’s e companhias, falamos de verdadeiros gentlemans; agora quando falamos do Michael o’Leary estamos a falar de Orangotangos!!!

  12. Sérgio Bastos Responder

    15 Março 2010 at 10:47

    Anubis, como está Osiris? Tudo bem com ele? :)

    Agora a sério, num mercado aberto, shareholders, empregados e consumidores exigem a qualquer CEO crie lucro e serviços para a sua empresa, não que seja “gentleman”.

    Bernie Madoff era um gentleman e as aparências iludem. Os gestores do BPN, Lehman Brothers e AIG também eram gentlemen.

    Numa versão livre de uma expressão conhecida, “os cemitérios de empresas estão cheios de gentlemen”.

    Não quero defender MOL. A imagem dele é terrível para a competição, é rude. Mas foi ele que levou a empresa aérea regional falida à maior low cost europeia. Com e sem polémicas.

    Stelios, Richard Branson também já tiveram o seu quê de polémica. Hoje em dia são vistos como gentlemen (ok, vestem bem) pela concorrência. Estão passivos. Mas é essa mesma concorrência que perdeu 40% do mercado para as low cost de q MOL, Branson, Stelios foram instigadores… como Laker.

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