A Transavia inovou na sua imagem e comunicação. Apresentou a sua nova identidade de marca nova identidade da marca, bem coo os objetivos para o futuro.

O mote passa a ser “Hospitalidade e serviço ao cliente” – independentemente do local onde este se encontra. No balcão da companhia, no avião ou online – os elementos-chave por trás da sua ambição de fazer crescer o negócio para servir 10 milhões de passageiros por ano em lazer ou em negócios.

“A Transavia é uma companhia dinâmica que tem mantido o espírito dos tempos ao longo dos anos. Continuamos a fazê-lo, seguindo a construir com base nas nossas forças do passado e do nosso DNA. Mas estamos a acrescentar e a integrar novos elementos e, agora, a começar um novo capítulo. Antes de fazê-lo, ouvimos muito atentamente o que os nossos colaboradores e os nossos clientes tinham a dizer. Tomámos agora uma série de opções claras e aguçámos o nosso foco estratégico para os próximos anos”, explica o Presidente Diretor-Geral, Antoine Pussiau.

São objectivos da companhia:

– Tornar-se a número um na Europa, em termos de acessibilidade e conveniência nas áreas de hospitalidade e serviço, incluindo serviços online;
transavia nova
– Alargar o foco e público, para incluir os viajantes de negócios, bem como os de lazer;

– Otimizar a experiência online de viagem dos clientes pela criação de uma nova plataforma digital;

– Focar nos operadores turísticos e, em conjunto com os parceiros,  desenvolver e associar novos produtos e serviços para melhorar o conforto e a flexibilidade, renovar os uniformes da tripulação, fornecer uma nova App de Entretenimento para incitar o prazer de viajar,lançar uma nova Identidade Visual (ver abaixo) e/ou (iv) integrar o sistema de milhas Flying Blue, premiando e reforçando a ligação dos nossos passageiros com todo o Grupo Air France KLM;

– Continuar a investir nos colaboradores, que são quem melhor sabe comunicar a mensagem e experiência;

– Estar acessível e reativo em todos os campos, incluindo preço de bilhetes e localizações aeroportuárias.


A companhia aérea pretende voltar a ser rentável a partir de 2017, expandindo o negócio até aos 20 milhões de passageiros e gerar um volume de negócios de 2 mil milhões de euros.