1time: Cuidado com a cabeça
Publicado a 31 Janeiro 2008 13:40 por Sérgio Bastos em Video.Hoje de manhã falávamos de companhias “low cost” na África do Sul.
Fica um anúncio de um dos “players” do mercado: a 1time.
Sugestão dos voos mais baratos a partir de Faro, Funchal, Lisboa e Porto
Hoje de manhã falávamos de companhias “low cost” na África do Sul.
Fica um anúncio de um dos “players” do mercado: a 1time.
so podia ser uma low cost…..
PQ mj?
é mais barato do que os da tap??
esgrabilhau, cuidado com a cabeça…podes ser o proximo…..
lol
mj, que comentário mais “fraquinho” (sem ofensa)… Onde andam as “teses de defesa” da companhia nacional?
Só para veres que nós não andamos aqui contra ninguém, contra as “companhias de bandeira” acabei de comprar um bilhete Funchal-Londres-Funchal numa companhia de bandeira, a British Airways, por 150€… Nas mesmas datas, na nossa querida, extremosa Tap ficava pela módica quantia de 283€… (em vez de 1 bilhete dava para 2)…
Morte à TAP
=)
Se a Tap não parar para pensar, não duvido que pode falir
podes ser o proximo a que?
se queres fazer ameaças da-me o teu numero de telefone que eu telefono-te e assim ja me explicas melhor.
Relax people… esgrabilhau… podes ser o próximo a não conseguir fechar o compartimento
por isso vê se não estás a esmagar os a cabeça do mj.
esgrabilhau, ….cuidado e com a tua cabeça…pode te cair e uma malinha nessa cabeca!alem disso nao dou o meu numero a esgrabilhaus…deves pensar k es mto mau…relax anLuarc ja k gostas tanto de viajar nas low cost comeca a e olhar para cima dps de correres para dentro do aviao,pois pode te cair algo em cima
D. Rodrigues, nao estou aki para defender a tap, estou apenas a trocar algumas impressoes…nao venho e para aki estar sp a falar mal do mmo….cuidados e com os aumentos dos preços naar na verdadeira low cost(ryn) .
forte abraço para voces e um especial para o mauzinho esgrabilhau
AH AH AH
ui ui ui
tao bem que ele fala….
” nao dou o meu numero a esgrabilhaus ”
sabes o que é um esgrabilhau?? nao existe, por isso como podes nao dar o teu numero a uma palavra que nao existe ou seja eu nao existo por isso adios ate nunca mais…para ti claro
realmente, esgrabilhau …descansa em paz..RIP coisa que nao existe….
Aos pontos que chegamos..
Vamos mas é ter todos muito juizinho que o objectivo deste site/forum é viajar em lowcost.
Deixem as picardias e digam quando é que a easyjet voa para a madeira? e quando é que a ryanair tem a base no Porto?
Podia ser já amanha que fica contentissimo.
mj, D. rodrigues já disse tudo: a tap é das companhias mais rascas q eu conheço…
conordo cntg jackslater, a easyjet ja voa para madeira ja a algum tempo, mas so para alguns aeroportos de inglaterra.
Sera que teremos a ryn para a madeira tb?o podemos fazer para que mais companhias deste tipos viagem para a madeira?alguma opinao?
Helooooooooooo mj, já sabemos q a easyjet, há algum tempo, q voa pra madeira desde Londres. O jackslater quis saber qd é q a easyjet voa pra madeira desde Portugal continental!!! Percebeste agora???
sim pedro,hello,so percebi pq tu explicaste…es mmo mto inteligente…deve ser dos premios nobeis de inteligencia k ja ganhaste…mtos parabens
A easy tem tido bons resultados na Madeira ao que parece com os primeiros voos a manter uma taxa de ocupação de 75%… nada mau para inicio de operações… com a compra da GB a easy passou a ter 2 rotas para londres (Gatwick e Stansted). Suponho que uma será suprimida… mas até agora mantem-se tudo na mm! Não sei no entanto se haverá espaço para uma grande expansão na madeira! Logo veremos.
A RYR no porto… uiiii isso é que vai dar muito que falar ainda… um colega a comentar aqui no LCportugal disse que em breve seria anunciada a base em SCQ e um mes depois no OPO… que “aterrariam” cá 2 aviões o que significaria pelo menos umas 10 rotas novas!
Já ouço que a base é um dado garantido há meses mas ainda ninguém disse nada que convencesse!
Temos de esperar para ver!
Já é garantido…
Não vai haver base no Porto meus amigos…
Ainda não foi desta
=(
A sério? xiii que má noticia
Não é nada garantido…a base de Santiago vai ser anunciada em Março e em Junho a do Porto…
Tens a certeza Miguel? posso ficar descansado?
Miguel isso já mudou um bocado… então n era um mês uma e no seguinte outra?
.” Continuo a pensar que este fenómeno comercial relativamente novo — que presta um serviço com características muito próprias, realizado por empresas que na sua maioria possuem frotas bastante limitadas (por exemplo, um atraso com um aparelho origina imediatamente uma espiral de contrariedades com outras ligações, de solução bastante difícil) e assente na viabilidade económica das opções tomadas (as ligações escolhidas) pelas companhias “low cost”, cuja gestão assenta, compreensível e logicamente, num primado economicista — tem tido alguma influência positiva na mudança em centros turísticos europeus mais tradicionais e mais procurados, assim como têm originado o aparecimento de novas alternativas, facto que também prejudica destinos mais tradicionais como a Madeira e as Canárias que em 2007 sofreu uma queda abrupta de entradas.
Mas sobre este assunto, e para que se perceba do que estamos a falar, deixo-vos a opinião de Douglas Wires, um brasileiro com larga experiência empresarial na aviação comercial e operadores turísticos, e que no seu blog pessoal tem emprestado contributos interessantes sobre diversas matérias relacionadas com o turismo e em particular com o transporte aéreo:
“O marketing agressivo de vendas de passagens aéreas por 1 euro, iniciada na Europa com o surgimento de companhias aéreas operando nesse conceito de administração, reflectiu no Brasil e no resto do mundo essa nova tendência. Entretanto, 1 euro é apenas uma isca (1 a 8 assentos dos 50 a bordo de um avião de médio porte) porque o preço médio praticado por voo é de aproximadamente 100 Euros. Mesmo assim, ainda é barato! Às vezes, o mesmo preço ou um pouco a mais do valor de uma passagem de autocarro. Quais os factores que contribuem para a compra de passagens aéreas baratas em companhias aéreas “low cost”: a eliminação de todos os serviços gratuitos a bordo (refeições, bebidas e jornal), a não marcação de lugares, a não transferência de bagagem e passageiros entre voos de ligação, os seguros de viagens, o atendimento electrónico (não há “call center”, porque tudo é feito pela Internet) e a franquia de bagagem diferenciada (volume de malas e quantidade de peso menor) das demais companhias aéreas regulares. Na prática, transformaram o que seria um custo para uma companhia regular (Air France, TAP, TAM, etc) numa oportunidade de receita, cobrando por todos os serviços extras, que são dispensados pela maioria dos passageiros. Entre os problemas encontrados nas companhias aéreas “low cost”, podemos citar: as partidas e chegadas de seus voos, são na sua maior parte, em aeroportos regionais, o que implica gastos acrescidos com táxi, os voos menos rentáveis não são diários, e geralmente, são apenas um por dia (em caso de atraso de voo ou perda de voo que faz ligação com o de outra companhia aérea, prepare o bolso…), os voos não oferecem refeições a bordo (quando oferecem elas são de baixa qualidade), dado que não são empresas credenciadas pela IATA, não emitem bilhetes aéreos, mas sim recibos de compra pela Internet que não são reembolsáveis nem endossáveis, o seu cartão de crédito pode ser alvo dos “hackers” que tentam utilizar as suas informações confidenciais no momento da compra do bilhete nos sites destas companhias aéreas e o horário de seus voos não são regulares, ou seja, podem ser cancelados e marcados para o dia seguinte ou ter a partida adiada para mais de 6 horas devido o facto de possuírem, em certos casos, 1 ou 2 aviões (o que torna inviável reprogramá-los para embarcar os passageiros que tiveram o seu voo cancelado).
Problemas à parte, o factor preço acaba pesando mais no orçamento fazendo com que o viajante ignore todos esses detalhes, esquecendo-se que mais adiante o barato poderá custar caro. Quando a filosofia de voos “low cost” chegou ao Brasil, muitos brasileiros motivaram-se para viajar de avião, acreditando que seria possível realizar seu sonho de voar. Muitas empresas “low cost” surgiram. Umas já faliram. Outras que não eram “low cost”, adoptaram esse conceito para se manterem no mercado, mas acabaram por desaparecer. Outras ainda, que eram “low cost”, deixaram de ter tal conceito. Quer saber por quê? Os custos com a aviação são altos. Não há condições de um empresário abrir uma empresa aérea “low cost”, porque ele venderá real mas pagará o “leasing” da aeronave, o seguro, a reposição das peças e demais equipamentos em dólares ou euros. Aos poucos, a falência surgirá, tendo como reflexos a má conservação da aeronave, a falta de manutenção, a insegurança de voar, a insatisfação dos funcionários que atendem os passageiros com má vontade e falta de atenção porque seus salários estão atrasados, etc.
Vale a pena lembrar, que o crescimento turístico dos últimos anos se deveu sobretudo ao advento das companhias aéreas “low cost”, e não a uma política de promoção sustentada pelos governos. Porém, cada vez mais as companhias aéreas “low cost” actuam em rotas mais rentáveis, ocasionando o cancelamento de outras rotas devido aos custos de operação e à concorrência com outros meios de transporte (comboio). Isso quer dizer que a sua permanência num destino não será duradoura e que o cancelamento de uma das suas rotas poderá apanhar desprevenidos muitos passageiros com passagens aéreas já compradas”.
Acabei de transcrever a opinião de uma pessoa profissionalmente ligada ao sector e que certa e compreensivelmente conhece melhor que eu, e muitos de nós, a sua realidade e os desafios que permanentemente são colocados a um sector em clara mudança.”
O Sócrates é 1º ministro e isso não quer dizer que valha alguma coisa como tal…
o facto de ser “uma pessoa profissionalmente ligada ao sector” não quer dizer que seja dono da verdade absoluta, nem nós aqui pretendemos ser também…
O artigo revela algumas verdades, mas é um pouco tendencioso e nalguns aspectos os problemas levantados não são exclusivos das “low cost”. Atrasos nos voos, problemas na gestão de frota, refeições foleiras, etc..´aliás, em muitos dos aspectos tocados, as low cost estão bem às frente das “companhias tradicionais”, não digo de todas, porque há muito boas companhias “de bandeira” por todo o mundo….
Mas se for para fazer comparações com o que temos… (Tap) vamos discutir ponto por ponto e não sei se a Tap ganha em algum às “low cost”. Uma coisa é certa: em muitos pontos não ganha…
anLuarc…sim era isso mas a ANA não ajuda muito aos planos da Ryanair…
Assunto Ryanair base no Porto…está encerrado. Agradeçam á querida TAP.
Santiago de Compostela será base nos próximos dois meses e preve-se Malaga e ou Sevilha.
Ando atenta a este forum e li alguem a dizer que tinha uma fonte segurissima que ia abrir base no porto e 1 mês antes ou depois em santiago..
Temos muita pena…principalmente quando é por causa da merda da Tap (peço perdão pelas palavras!)
Pois bem meu caro mal informado… confirma-se:
NÃO vai abrir base da Ryan no Porto nem irá abrir num futuro próximo e longinquo graças à nossa “cara” TAP.
Irá sim abrir agora em Fevereiro/Março em Santiago e depois abrirá Sevilha; Málaga e uma das ilhas espanholas. O objectivo é ter 11 bases da Ryan em Espanha.
Eu sim…posso dizer que tenho fontes seguras pois sou uma Insider
Sra Anonimo se isso se vier a confirmar é uma grande perda para Portugal em prolo dos nosso Hermanos.
Há-de acabar o reinado da Tap
Bem, do Porto a Santiago são 250 km´s!!Parece-me de “bom tom” lançarmos a petição para que a HUB da Galiza seja em Vigo
poupam-se uns €´s. De todo lamentável se tal informação se confirmar…Começamos a ter mais motivos que os Moçambicanos para organizar barricadas e destituir pela força os governates deste país de brincar.Escrevo estas palavras com toda a lucidez.
Mais uns anos de atraso para o nosso Pais é triste para ter que viajar para o Mexico como ja me aconteceu a mim ter que me deslocar a Espanha pq fica mais barato, e agora isto…mais uma para Espanha enfim é triste.
então… mas nós somos todos ricos pá! Na precisamos cá destas lowcost… isso é para pobres… eu quero é viajar na TAP e comer aqulas entradinhas de pão recesso com paté de figado de ganso e pagar 300€ por ir a Madrid.
lol…
=)
Tiveste bem anLuarc
Pois, é triste que continuemos num país de terceiro mundo onde nem quando a possibilidade de criar milhares de empregos na área dos serviços e turismo faça abrir os olhos aos nossos governantes.
Era preciso uma ETA em Portugal, mas daquela que só faz “malinho” àqueles que merecem…tipo o Sócrates, o presidente da Tap, da ANA, etc…a lista é demasiado vasta =)
Eu própria sonhei todos os dias com a possibilidade da base no Porto mas a partir do momento em que a notícia me foi confirmada…parece que tenho de ir para Santiago =S
Viva a ETA tuga
(anónima)
Já agora e perguntando ao anónimo como é que ficam as rotas a partir do AFSC irão sendo deslocadas para Santiago de Compostela à medida que vão acabando os acordos com a Adeturn?
Será que nos abandonam?
“A Ryanair e a Associação de Turismo Norte de Portugal (ADETURN) renovaram o contrato de promoção turística até 2009.”
“Em comunicado refere que a Ryanair “foi a primeira companhia de baixo custo a voar para o Porto, na sequência de uma parceria entre a ADETURN e o Aeroporto do Porto. (…) a ADETURN Turismo Norte de Portugal dá mais um importante passo no sentido de divulgar e de consolidar o nome do destino nos mercados para os quais voa a mais importante transportadora aérea de low cost da Europa”.
Angelo tens de estar mais atento ao Low Cost Portugal…esta notícia é de 14 de Janeiro de 2008!!!
E Jackslater…nada disso..Só porque não são base..nem significa que nos vão abandonar.
Bem dizia a SE de Estado dos Transportes que não é necessária nenhuma ligação ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Ela lá sabe como vai ser o futuro do AFSC.
tac,finalmante uma opiniao sensata….
Então como ficamos? Haverá ou não base no Porto? Nem que não seja este ano…há essa possibilidade ou não?
Base no RYR no Porto? Não. Neste momento e depois da tentativa de negociação com os autistas que gerem a ANA, a Ryanair decidiu que os espanhois são bem mais flexiveis, inteligentes e abertos à perspectiva de investimento estrangeiro. A base de Reus abre já em Outubro (facto já oficialmente confirmado) e continuam a levar a bom porto negociações em outros aeroportos. A ANA continua muito mais preocupada em entupir o aeroporto de Lisboa e, com isso, justificar o investimento faraónico a ser feito em Alcochete. Lentamente, condena os aeroportos do Porto e Faro a tornarem-se em aeroportos regionais, nega a possibilidade de emprego, directo e indirecto, a centenas de pessoas e condena uma região já de si empobrecida a mais um passo na direcção errada. É imperdoável, criminoso e revoltante como a impunidade se mantém e decisões deste porte passam ao lado da maioria da população. A região Norte não podia ter perdido esta oportunidade e não há como justificar terem negado os 4 Euros de deconto que a RYR pedia. Em qualquer parte do mundo o negócio rege-se pelo mesmo princípio: quem compra em mais quantidade, tem direito a um maior desconto; foi isso que foi proposto à ANA, foi oferecerem um volume de passageiros jamais visto e, como contrapartida, exigiam um deconto de QUATRO EUROS!!!!!! A ANA desculpabiliza-se, atenta contra o senso comum de todos nós e justifica-se dizendo que tem de dar as mesmas condições a todas as companhias aéreas, independentemente do contributo real que qualquer uma delas dê para o aeroporto. Passam um atestado de estupidez à população, saem incólumes depois da imundice que fizeram e ninguém faz nada. Não é pois de espantar que as vozes moderadas do Norte de comecem a revoltar e se difundam opiniões extremistas e aparentemente descabidas. O que me parecia absurdo, parece-me cada vez mais plausível e campo fértil: o Norte não faz parte de Portugal e essa ideia deve ser cultivada. A seu tempo e caso as coisas continuem como se tem visto, a democracia irá legitimar essa ideia e os grilhões que nos mantêm ligados à liderança Lisboeta serão cortados. Hoje, na minha humilde opinião, esta é ainda uma opinião de “caverna” mas que lentamente germina tanta é a lenha que nos dão para queimar. O caso da Ryanair é só mais um, infelizmente de uma dimensão bem maior do que a que que se possa imaginar, mas a lista é longa e ilustre. Pessoalmente, vou renunciar à minha cidadania, optar por um passaporte cujas cores me deem orgulho e fazer o mesmo com os meus filhos. Sigo o exemplo da Ryaniar e cago p’ra Portugal.
Apoiado J. assim é que se fala (escreve).
Boa tarde
tambem ando muito atenta a este assunto porque sou uma grande interessada a que seja implantada uma base da ryanair no porto porque o meu marido é um insider em Marseille e hoje cheguei de lá com a certeza que daqui a 4 meses irá abrir uma base aqui no porto.
somos duas insiders com duas certezas, afinal, em que é que ficamos, gostaria muito de saber se poderei saber de outra forma mas que seja mesmo seguro.
Obrigada.
Bom dia,
Uma vez que trabalho na Ryanair como “Cabin Crew” e sou da zona norte do País, uma base no Porto seria de vital importância para mim.
Neste momento a minha base é em Stansted.
Agradecia a alguém com “informações privelegiadas”, que as partilhasse no que á eventual base do Porto diz respeito.
Muito obrigado.
A base no Porto não vai acontecer, pelo menos, num futuro próximo. O aeroporto de Beja, que ainda nem está terminado, já foi sondado pela RYR e a disponibilidade das entidades alentejanas é total. Assim, sendo, segundo fontes internas da RYR, Málaga e Beja são as próximas bases a ser abertas. De Málaga, eu nem desconfio, já de Beja, essa cidade cosmopolita e tão cobiçada por tudo o que é investidor… eh pá… na sei, não…
Que me perdoem os alentejanos!
Na minha opinião Beja é um ponto muito estratégico, por causa da aproximação do Algarve e Lisboa não fica assim tão longe, não me admiro nada a criação de uma base rya lá.