O que faz descer os preços nao é a liberalizaçao do mercado, mas a concorrencia efectiva nesse mercado.
O mercado entre o continente e a Madeira continua a ser um monopolio porque so existem duas companhias a operar a rota SATA e TAP e as duas teem um acordo economico pelo que nao concorrem entre si.
A Tap decidiu descer os preços pontualmente agora no principio do mercado livre entre continente e madeira, mas se nao tiver concorrencia e na ausencia de leis podera subir o preço quando e como bem entender.
Com esta descida dos preços da Tap, a Tap avisa eventuais concorrentes interessados em fazer a rota continente-madeira de como tem capacidade para descer os preços e esvaziar a rentabilidade da rota continente-madeira, prevenindo a apariçao de eventuais concorrentes internacionais que operam em toda a Europa e que buscarao mercados onde a rentabilidade da rota esta mais assegurada que no caso do continente-madeira.
Cabe ao Aeroporto da Madeira, com gestao regional de atrair companhias aereas que queiram fazer a rota Madeira continente que venham fazer concorrencia a TAP e a SATA.
Como o Aeroporto da Madeira tem gestao regional, esta em melhores condiçoes para tomar decisoes que defendam a regiao e a sua populaçao que os outros aeroportos do Pais, todos dependentes da ANA que gere o Aeroporto de Lisboa.
Vamos esperar e ver como o Governo Regional da Madeira discute e defende a populaçao e economia locais e atrai outras companhias aereas para fazer concorrencia a Tap para que os preços se mantenham baixos na rota liberalizada.
… Se vamos falar em angariar novos parceiros para esta rota depois de consumada a sua liberalização então não prevejo um futuro muito risonho para os madeirenses. Aprendam com os hoteleiros e projectem com um ou dois anos de antecedência.. Porque é que os nossos governantes não sabem prevenir em vez de reagir. Será assim tão dificil?
isto é vergonhoso.pagar 400€ para viajar em territorio nacional!!!numa viagem de 1h30!!!estes gajos brincam com os madeirenses…eu como estudante madeirense a estudar em lisboa(não por capricho mas porque tive de vir para cá por nao ter o meu curso na minha área de residencia)a pagr propinas,alojamento,etc etc etc. fico privado de ir A MINHA CASA por causa destes srs.se iria num ano 3-4 vezes a casa passarei a ir duas vezes no máximo.enquanto a TAP tiver o monopólio não ha nada a fazer.e dpois ainda vêm com a treta de agora termos o reembolso de 60€.
O QUE EU SEI,É QUE COMO RESIDENTE NA MADEIRA VOU PAGAR UM BALURDIO SE FOR VIAJAR EM CIMA DA HORA POR ALGUMA NECESSIDADE!ESTA LIBERALIZAÇAO NAO FOI BEM NEGOCIADA NA MINHA OPINIAO!
Jarbas… garanto que vamos todos pagar muito mais do que o normal para tudo o que seja feito com menos de um mês de antecedência. Falam em médias mas que interessam as médias para alguém q tem que viajar em trabalho. Não temos auto-estradas até o continente europeu.
eu so vou viajar no fim deste mes mas consegui uma tarifa ao preço que pagava antes(200 \-) para esta viagem.mas ja me alertaram que depois sera tudo a 400€??!! confirma-se mesmo? é que no meu caso sou eu e a minha irma,sao logo uns “miseros” 800€!! entretanto lí que o Alberto Joao estava a par desta barafunda e que se esta liberalizaçao prejudicasse os madeirenses voltávamos como estávamos antes.esperemos que esta situaçao se clarifique,é o mínimo.
Quem tiver duvidas sobre os 400 euros que tente fazer uma reserva na Easyjet (Funchal-Londres) para o mês de Julho Agosto. Os preços das viagens têm vindo a subir rapidamente. Maio, Junho e Setembro os preços ja rondam os 250 euros, o mesmo que pagávamos na British Airways. A Easyjet não é a segurança social e se lhe lhe for dada a oportunidade para facturar vai aproveita-la. Mentalizem-se, se não for pela liberalização será pelo preço do petróleo. Tempos difíceis aproximam-se.
POIS CLARO K SIM NANTO ! ATE É MUITO PROVAVEL ISSO ,ESSA LOWCOST K N ATINO MT, K SO VEIO PAKI KOM CERTAS FACILIDADES DE SUBSIDIAÇAO, E AINDA KER XUPAR-NOS ATÉ AOS TUTANOS TB OU K ??TA NA KARA K TD VAI FIKAR MAIS CARO OU AIND PRECISAM D MAIS TEMPO………………………….
O panorama actual sem dúvida que é angustiante! Quero acreditar que a curto prazo vão aparecer companhias para concorrer com a TAP/SATA, foi com esse sentido que a liberalização foi efectuada. São centenas de milhares de passageiros a viajar todos os anos entre a Madeira e os aeroportos continentais, não é dificil perceber que será um negócio rentável para novas companhias aéreas…será uma questão de tempo. Como hipóteses easyJet é a melhor colocada, já voa para a Madeira, Lisboa e Porto (assim até parece simples;)…, Ryanair pouco provável no imediato (oxalá esteja enganado), a Clickair mostrou interesse há uns 3 anos, nada mais que isso e a madeirense flymi (cujo site continua em construção), com 2 boeing´s anunciados baseados na ilha, poderia dar um “abanão no sistema”. Mas como companhias aéreas é o que não falta, gostava de ser surpreendido com uma ou mais fora deste lote!
“Não existem pedidos no Aeroporto da Madeira para novas ligações aéreas entre a Região Autónoma e os aeroportos do continente. Sem necessidade de licenças por parte do INAC, exigidas no modelo anterior à liberalização, é por aqui que passam as aprovações consoante a diponibilidade da infra-estrutura. A easyJet não diz grande coisa. Reconhece potencial mas não diz quando quer começar a voar.”
so nos resta aguardar por alguma boa noticia..qnt à easyJet poderá fzr esta rota mas nunca antes de Outubro.
Companhias aereas Low-Cost ou nao, sao empresas que visam o maior lucro possivel.
As Low-Cost teem menores custos por isso teem preços menores que as companhias aereas tradicionais normalmente publicas com milhares de empregados e directores.
Ora tanto a TAP como a Easyjet visam obter o maior lucro possivel, por isso quando nao estao em concorrencia vendem as passagens ao preço do ouro.
O Aeroporto Regional da Madeira tem que concorrer com outros aeroportos internacionais pelas rotas porque as companhias de aviao voam para la onde podem encher os avioes e ganhar o maximo de dinheiro.
A TAP ate agora tem viajado para a Madeira porque é a companhia publica nacional e porque recebia importantes quantidades de dinheiro em subsidios de serviço publico.
Agora que os subsidios directos acabaram, nascem de novo sobre a forma de incentivos ao aparecimento de novas rotas, ajudas a publicidade regional nas companhias aereas.
Eu creio que com menos dinheiro que davamos antes a TAP pelo serviço publico na rota madeira-continente é possivel distribuir esse dinheiro por 2 ou 3 companhias em gastos com a promoçao da rota madeira-continente e ter varias Low-Cost a viajar para a Madeira desde o continente.
Só para vos dizer que consegui na TAP FNC-LIS-FNC por 62 Euros mais Taxas(recebendo os 60 depois..acabo apenas por pagar 2 euros de Bilhete á TAP e o resto em TAxas)…Haviam tarifas a 111 e a 138euros..tais como as de 300 e 400 e tal!!(Não vejam apenas os võos em horário “nobre”…querem barato..acordem cedo,ou deitem-se tarde!!lol
Embora sem ter a ver com este tópico…consegui um FNC-LGW-FNC na TAP a 58 euros mais TAxas(bem mais Barato que na EASYjet)
Por isso em vez de se queixarem tanto,façam como eu…procurem e aprendam a fazer várias simulações de Vôos!
Citação:
Ao ler a carta da autoria de Ivan Nunes, publicada a 29 de Abril, quero esclarecer os menos entendidos nestas matérias de transporte aéreo. Para já, a liberalização das rotas aéreas entre a Madeira e o Continente não é de iniciativa da TAP mas sim do Estado em articulação com o GR da Madeira. Também é falso que as rotas tivessem estado monopolizadas por essa transportadora, visto que qualquer companhia podia operar na linha, desde que cumprisse as obrigações de serviço público que cessaram no passado dia 23 de Abril. Além da TAP e da SATA, que se mantêm nas linhas regulares entre a Madeira e o Continente, chegámos a ter outros operadores nestas rotas. Naturalmente que, no âmbito deste novo quadro legislativo, sem quaisquer obrigações de serviço público, impera agora uma lógica de mercado, sendo que a TAP aplicou às linhas domésticas entre a Madeira e o Continente o mesmo esquema tarifário que aplica em todas as outras rotas, mediante critérios puramente comerciais. Esta situação era totalmente previsível. Temos agora 7 bases tarifárias para a classe económica (a variar entre os 62 EUR e os 430 EUR ida e volta taxas) nas viagens entre Madeira e Lisboa e Porto e 3 bases tarifárias para a classe executiva (a variar entre os 442 EUR e os 680 EUR ida e volta taxas). Todos estes níveis tarifários são combináveis entre si e as tarifas mais baixas implicam penalizações por alterações após a emissão do bilhete que variam entre os 25 e os 50 EUR, como valor mínimo. A tarifa Y sem restrições (a mais alta de classe económica), válida por um ano, que, no quadro legislativo anterior tinha o valor de 151 EUR taxas tem agora o valor de 430 EUR taxas. É essa tarifa que o leitor se refere. Muitos residentes e estudantes habituaram-se a viajar com essa tarifa que lhes permitia fazer as alterações que quisessem sem qualquer penalização sem se aperceberem que pagavam muito pouco para viajar nessas condições. A situação actual contempla tarifas mais baixas, com menos lugares disponíveis, mas que requerem muito cuidado no planeamento das viagens, visto que existem penalizações por alterações após emissão. Existem também restrições na acumulação de milhas para o Programa Victoria nessas tarifas mais baixas. Há também grandes variações nas disponibilidades das tarifas, de acordo com a data e hora do voo. Cabe ao passageiro dar preferência ao preço (sujeitando-se às datas e horas em que estão disponíveis as tarifas mais baixas) ou ao horário (sujeitando-se ao preço disponível na data e hora que pretende).
Em relação às taxas de emissão, dependem do agente emissor, sendo a taxa mais baixa a aplicada pela TAP nas reservas online. Os agentes de viagens, na sua generalidade, cobram taxas de emissão muito superiores às das transportadoras. Caberá aos mesmos, junto dos clientes, encontraram justificações para os valores cobrados.
…tendo acabado de ler o que o auto-intitulado D.Francisco refere no texto acima, não tenho quaisquer dúvidas de que o autor do mesmo, certamente, deve ter algo a ver com a referida companhia aérea que, durante anos a fio, soube como explorar, e bem, os pobres coitados dos Madeirenses que nem chegam a uma população de 300 mil habitantes… ainda têm o descaramento de dizer que vivemos à custa deles… seria melhor perguntar quem é que mais beneficiou com todos estes anos que a TAP teve de prejuízo…?!?!
Permita-me discordar com o que escreveu. 1 - A TAP é uma companhia estatal (pagam todos os Portugueses) 2 - A natureza e restrições desta rota foram impostas pelo Governo Português. 3 - Mais ninguém de facto pegou nesta rota precisamente por esta ser economicamente inviável nas condições em que ela se apresentava ate a data da sua liberalização.
4 - Esta rota também nunca foi competitiva pelas taxas aeroportuárias impostas por Bruxelas e pelo governo central.
5 - Os Madeirenses são Portugueses e como tal deviam ter um tratamento diferenciado pela desvantagem da sua insularidade.
6 - Ainda ninguém me conseguiu demonstrar que esta rota não foi rentável para a TAP.
7 - O seu argumento de que os madeirenses pagavam pouco pelo serviço prestado pela TAP só poderia ser entendido se se tratasse de uma rota meramente turística. A realidade é que os madeirenses que viajam até ao continente fazem-no porque estudam ou tem negócios e por conseguinte não têm alternativa senão a de apanhar um avião.
8 - De facto, se as universidades portugueses fossem mais organizadas os seus alunos saberiam quando é que teriam de marcar as suas viagens e se as empresas centralizadas nas nossas duas capitais funcionassem de outra forma e agendassem os eventos e reuniões atempadamente até talvez pudéssemos marcar as nossas viagens com alguma antecedência. Infelizmente a realidade é outra e eu como proprietário de uma pequena empresa vou ser penalizado por não poder marcar as minhas viagens com a antecedência pretendida pelo Sr Francisco. 9 - Sujeitar-se a horas menos competitivas? Se eu tenho uma reunião em Lisboa às nove da manha a que horas pretende que eu apanhe um avião. Considera uma partida do Funchal ás 6 ou 7 da manha e uma vinda as 21.30 ou 22.00 horário nobre? 10 - Pelo que subentendeu naquilo que escreveu deduzo que, ou o Sr é funcionário publico ou não paga as suas passagens ou não reside na Madeira. 11 - Estou francamente preocupado com esta liberalização tal qual ela foi apresentada aos madeirenses. 12 - Felizmente ou infelizmente a maioria dos Madeirenses ainda têm orgulho e,m serem Portugueses caso contrario facilmente encontraríamos uma alternativa viável à autonomia.
O que faz descer os preços nao é a liberalizaçao do mercado, mas a concorrencia efectiva nesse mercado.
O mercado entre o continente e a Madeira continua a ser um monopolio porque so existem duas companhias a operar a rota SATA e TAP e as duas teem um acordo economico pelo que nao concorrem entre si.
A Tap decidiu descer os preços pontualmente agora no principio do mercado livre entre continente e madeira, mas se nao tiver concorrencia e na ausencia de leis podera subir o preço quando e como bem entender.
Com esta descida dos preços da Tap, a Tap avisa eventuais concorrentes interessados em fazer a rota continente-madeira de como tem capacidade para descer os preços e esvaziar a rentabilidade da rota continente-madeira, prevenindo a apariçao de eventuais concorrentes internacionais que operam em toda a Europa e que buscarao mercados onde a rentabilidade da rota esta mais assegurada que no caso do continente-madeira.
Cabe ao Aeroporto da Madeira, com gestao regional de atrair companhias aereas que queiram fazer a rota Madeira continente que venham fazer concorrencia a TAP e a SATA.
Como o Aeroporto da Madeira tem gestao regional, esta em melhores condiçoes para tomar decisoes que defendam a regiao e a sua populaçao que os outros aeroportos do Pais, todos dependentes da ANA que gere o Aeroporto de Lisboa.
Vamos esperar e ver como o Governo Regional da Madeira discute e defende a populaçao e economia locais e atrai outras companhias aereas para fazer concorrencia a Tap para que os preços se mantenham baixos na rota liberalizada.
… Se vamos falar em angariar novos parceiros para esta rota depois de consumada a sua liberalização então não prevejo um futuro muito risonho para os madeirenses. Aprendam com os hoteleiros e projectem com um ou dois anos de antecedência.. Porque é que os nossos governantes não sabem prevenir em vez de reagir. Será assim tão dificil?
isto é vergonhoso.pagar 400€ para viajar em territorio nacional!!!numa viagem de 1h30!!!estes gajos brincam com os madeirenses…eu como estudante madeirense a estudar em lisboa(não por capricho mas porque tive de vir para cá por nao ter o meu curso na minha área de residencia)a pagr propinas,alojamento,etc etc etc. fico privado de ir A MINHA CASA por causa destes srs.se iria num ano 3-4 vezes a casa passarei a ir duas vezes no máximo.enquanto a TAP tiver o monopólio não ha nada a fazer.e dpois ainda vêm com a treta de agora termos o reembolso de 60€.
O QUE EU SEI,É QUE COMO RESIDENTE NA MADEIRA VOU PAGAR UM BALURDIO SE FOR VIAJAR EM CIMA DA HORA POR ALGUMA NECESSIDADE!ESTA LIBERALIZAÇAO NAO FOI BEM NEGOCIADA NA MINHA OPINIAO!
Jarbas… garanto que vamos todos pagar muito mais do que o normal para tudo o que seja feito com menos de um mês de antecedência. Falam em médias mas que interessam as médias para alguém q tem que viajar em trabalho. Não temos auto-estradas até o continente europeu.
ESTA CONCEIÇAO ESTUDANTE K PAGUE 400 EUROS ELA KA PODE ! AKELE K TRABALHA É K F_ _ _!!
eu so vou viajar no fim deste mes mas consegui uma tarifa ao preço que pagava antes(200 \-) para esta viagem.mas ja me alertaram que depois sera tudo a 400€??!! confirma-se mesmo? é que no meu caso sou eu e a minha irma,sao logo uns “miseros” 800€!! entretanto lí que o Alberto Joao estava a par desta barafunda e que se esta liberalizaçao prejudicasse os madeirenses voltávamos como estávamos antes.esperemos que esta situaçao se clarifique,é o mínimo.
Quem tiver duvidas sobre os 400 euros que tente fazer uma reserva na Easyjet (Funchal-Londres) para o mês de Julho Agosto. Os preços das viagens têm vindo a subir rapidamente. Maio, Junho e Setembro os preços ja rondam os 250 euros, o mesmo que pagávamos na British Airways. A Easyjet não é a segurança social e se lhe lhe for dada a oportunidade para facturar vai aproveita-la. Mentalizem-se, se não for pela liberalização será pelo preço do petróleo. Tempos difíceis aproximam-se.
Antes pagava a 225 (ida e volta,), em finais de Abril já não se consegue menos de 300. E vai aumentar.
Peço a intervenção do DR. Alberto João.
POIS CLARO K SIM NANTO ! ATE É MUITO PROVAVEL ISSO ,ESSA LOWCOST K N ATINO MT, K SO VEIO PAKI KOM CERTAS FACILIDADES DE SUBSIDIAÇAO, E AINDA KER XUPAR-NOS ATÉ AOS TUTANOS TB OU K ??TA NA KARA K TD VAI FIKAR MAIS CARO OU AIND PRECISAM D MAIS TEMPO………………………….
O panorama actual sem dúvida que é angustiante! Quero acreditar que a curto prazo vão aparecer companhias para concorrer com a TAP/SATA, foi com esse sentido que a liberalização foi efectuada. São centenas de milhares de passageiros a viajar todos os anos entre a Madeira e os aeroportos continentais, não é dificil perceber que será um negócio rentável para novas companhias aéreas…será uma questão de tempo. Como hipóteses easyJet é a melhor colocada, já voa para a Madeira, Lisboa e Porto (assim até parece simples;)…, Ryanair pouco provável no imediato (oxalá esteja enganado), a Clickair mostrou interesse há uns 3 anos, nada mais que isso e a madeirense flymi (cujo site continua em construção), com 2 boeing´s anunciados baseados na ilha, poderia dar um “abanão no sistema”. Mas como companhias aéreas é o que não falta, gostava de ser surpreendido com uma ou mais fora deste lote!
“Não existem pedidos no Aeroporto da Madeira para novas ligações aéreas entre a Região Autónoma e os aeroportos do continente. Sem necessidade de licenças por parte do INAC, exigidas no modelo anterior à liberalização, é por aqui que passam as aprovações consoante a diponibilidade da infra-estrutura. A easyJet não diz grande coisa. Reconhece potencial mas não diz quando quer começar a voar.”
so nos resta aguardar por alguma boa noticia..qnt à easyJet poderá fzr esta rota mas nunca antes de Outubro.
Companhias aereas Low-Cost ou nao, sao empresas que visam o maior lucro possivel.
As Low-Cost teem menores custos por isso teem preços menores que as companhias aereas tradicionais normalmente publicas com milhares de empregados e directores.
Ora tanto a TAP como a Easyjet visam obter o maior lucro possivel, por isso quando nao estao em concorrencia vendem as passagens ao preço do ouro.
O Aeroporto Regional da Madeira tem que concorrer com outros aeroportos internacionais pelas rotas porque as companhias de aviao voam para la onde podem encher os avioes e ganhar o maximo de dinheiro.
A TAP ate agora tem viajado para a Madeira porque é a companhia publica nacional e porque recebia importantes quantidades de dinheiro em subsidios de serviço publico.
Agora que os subsidios directos acabaram, nascem de novo sobre a forma de incentivos ao aparecimento de novas rotas, ajudas a publicidade regional nas companhias aereas.
Eu creio que com menos dinheiro que davamos antes a TAP pelo serviço publico na rota madeira-continente é possivel distribuir esse dinheiro por 2 ou 3 companhias em gastos com a promoçao da rota madeira-continente e ter varias Low-Cost a viajar para a Madeira desde o continente.
Só para vos dizer que consegui na TAP FNC-LIS-FNC por 62 Euros mais Taxas(recebendo os 60 depois..acabo apenas por pagar 2 euros de Bilhete á TAP e o resto em TAxas)…Haviam tarifas a 111 e a 138euros..tais como as de 300 e 400 e tal!!(Não vejam apenas os võos em horário “nobre”…querem barato..acordem cedo,ou deitem-se tarde!!lol
Embora sem ter a ver com este tópico…consegui um FNC-LGW-FNC na TAP a 58 euros mais TAxas(bem mais Barato que na EASYjet)
Por isso em vez de se queixarem tanto,façam como eu…procurem e aprendam a fazer várias simulações de Vôos!
Abraços
Citação:
Ao ler a carta da autoria de Ivan Nunes, publicada a 29 de Abril, quero esclarecer os menos entendidos nestas matérias de transporte aéreo. Para já, a liberalização das rotas aéreas entre a Madeira e o Continente não é de iniciativa da TAP mas sim do Estado em articulação com o GR da Madeira. Também é falso que as rotas tivessem estado monopolizadas por essa transportadora, visto que qualquer companhia podia operar na linha, desde que cumprisse as obrigações de serviço público que cessaram no passado dia 23 de Abril. Além da TAP e da SATA, que se mantêm nas linhas regulares entre a Madeira e o Continente, chegámos a ter outros operadores nestas rotas. Naturalmente que, no âmbito deste novo quadro legislativo, sem quaisquer obrigações de serviço público, impera agora uma lógica de mercado, sendo que a TAP aplicou às linhas domésticas entre a Madeira e o Continente o mesmo esquema tarifário que aplica em todas as outras rotas, mediante critérios puramente comerciais. Esta situação era totalmente previsível. Temos agora 7 bases tarifárias para a classe económica (a variar entre os 62 EUR e os 430 EUR ida e volta taxas) nas viagens entre Madeira e Lisboa e Porto e 3 bases tarifárias para a classe executiva (a variar entre os 442 EUR e os 680 EUR ida e volta taxas). Todos estes níveis tarifários são combináveis entre si e as tarifas mais baixas implicam penalizações por alterações após a emissão do bilhete que variam entre os 25 e os 50 EUR, como valor mínimo. A tarifa Y sem restrições (a mais alta de classe económica), válida por um ano, que, no quadro legislativo anterior tinha o valor de 151 EUR taxas tem agora o valor de 430 EUR taxas. É essa tarifa que o leitor se refere. Muitos residentes e estudantes habituaram-se a viajar com essa tarifa que lhes permitia fazer as alterações que quisessem sem qualquer penalização sem se aperceberem que pagavam muito pouco para viajar nessas condições. A situação actual contempla tarifas mais baixas, com menos lugares disponíveis, mas que requerem muito cuidado no planeamento das viagens, visto que existem penalizações por alterações após emissão. Existem também restrições na acumulação de milhas para o Programa Victoria nessas tarifas mais baixas. Há também grandes variações nas disponibilidades das tarifas, de acordo com a data e hora do voo. Cabe ao passageiro dar preferência ao preço (sujeitando-se às datas e horas em que estão disponíveis as tarifas mais baixas) ou ao horário (sujeitando-se ao preço disponível na data e hora que pretende).
Em relação às taxas de emissão, dependem do agente emissor, sendo a taxa mais baixa a aplicada pela TAP nas reservas online. Os agentes de viagens, na sua generalidade, cobram taxas de emissão muito superiores às das transportadoras. Caberá aos mesmos, junto dos clientes, encontraram justificações para os valores cobrados.
in Diário de Notícias da Madeira
sim senhor mt bem!lol
…tendo acabado de ler o que o auto-intitulado D.Francisco refere no texto acima, não tenho quaisquer dúvidas de que o autor do mesmo, certamente, deve ter algo a ver com a referida companhia aérea que, durante anos a fio, soube como explorar, e bem, os pobres coitados dos Madeirenses que nem chegam a uma população de 300 mil habitantes… ainda têm o descaramento de dizer que vivemos à custa deles… seria melhor perguntar quem é que mais beneficiou com todos estes anos que a TAP teve de prejuízo…?!?!
Caro Sr Francisco.
Permita-me discordar com o que escreveu. 1 - A TAP é uma companhia estatal (pagam todos os Portugueses) 2 - A natureza e restrições desta rota foram impostas pelo Governo Português. 3 - Mais ninguém de facto pegou nesta rota precisamente por esta ser economicamente inviável nas condições em que ela se apresentava ate a data da sua liberalização.
4 - Esta rota também nunca foi competitiva pelas taxas aeroportuárias impostas por Bruxelas e pelo governo central.
5 - Os Madeirenses são Portugueses e como tal deviam ter um tratamento diferenciado pela desvantagem da sua insularidade.
6 - Ainda ninguém me conseguiu demonstrar que esta rota não foi rentável para a TAP.
7 - O seu argumento de que os madeirenses pagavam pouco pelo serviço prestado pela TAP só poderia ser entendido se se tratasse de uma rota meramente turística. A realidade é que os madeirenses que viajam até ao continente fazem-no porque estudam ou tem negócios e por conseguinte não têm alternativa senão a de apanhar um avião.
8 - De facto, se as universidades portugueses fossem mais organizadas os seus alunos saberiam quando é que teriam de marcar as suas viagens e se as empresas centralizadas nas nossas duas capitais funcionassem de outra forma e agendassem os eventos e reuniões atempadamente até talvez pudéssemos marcar as nossas viagens com alguma antecedência. Infelizmente a realidade é outra e eu como proprietário de uma pequena empresa vou ser penalizado por não poder marcar as minhas viagens com a antecedência pretendida pelo Sr Francisco. 9 - Sujeitar-se a horas menos competitivas? Se eu tenho uma reunião em Lisboa às nove da manha a que horas pretende que eu apanhe um avião. Considera uma partida do Funchal ás 6 ou 7 da manha e uma vinda as 21.30 ou 22.00 horário nobre? 10 - Pelo que subentendeu naquilo que escreveu deduzo que, ou o Sr é funcionário publico ou não paga as suas passagens ou não reside na Madeira. 11 - Estou francamente preocupado com esta liberalização tal qual ela foi apresentada aos madeirenses. 12 - Felizmente ou infelizmente a maioria dos Madeirenses ainda têm orgulho e,m serem Portugueses caso contrario facilmente encontraríamos uma alternativa viável à autonomia.